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Novo nome do samba, Ferrugem lança clipe de “O Som Do Tambor”

Faixa faz parte do segundo álbum do carioca, Seja O Que Deus Quiser

por Marcos Lauro em 18/02/2017

O sambista Ferrugem, 28 anos, chega ao seu segundo álbum – Seja O Que Deus Quiser chegou às plataformas digitais no último dia 10, com lançamento da versão física marcada para 24/2. Entre o lançamento do primeiro single, que ganha clipe hoje mas já está nas rádios há um mês, e o disco, Ferrugem teve que dar uma pausa na agenda para se cuidar: “Pintou uma gripe mal curada aqui, mas já está tudo ok. No último domingo (12/02), eu já fiz show em São Paulo. Tudo certo”, garantiu o músico, que teve que cancelar sua participação na Casa TVZ, projeto de verão do Multishow para se recuperar totalmente.

A Billboard Brasil conversou com Ferrugem. Veja o clipe e o bate papo abaixo:

“O Som Do Tambor” completa hoje um mês nas rádios. Qual o balanço que você faz da repercussão?
Essa foi a única música que a gente previu que faria sucesso. Ela veio da rua, sabe, já fazia sucesso na internet. Então foi muito bem. A Crowley [mesma empresa responsável pelo Brasil Hot 100] mostrou que bombou em vários estados, principalmente Bahia, primeiro lugar em Salvador. Isso nos surpreendeu, porque lá, nessa época, já estão bombando as músicas do Carnaval e, mesmo assim, nossa música conseguiu ir bem lá.

E como estava a expectativa para o lançamento do segundo álbum? Saiu nas plataformas primeiro.
Sim, já está no streaming. O físico chega no dia 24 e nas plataformas tem três músicas a mais. O acesso é simples e direto, né... a queda do disco físico tá aí.

E como foi a gravação do clipe?
A gravação casou bem com o espírito da música: tudo bem simples. A gente tinha o áudio do ensaio pra gravação do disco, então não precisou juntar todo mundo de novo pra fazer. Então tem momento de bastidores, no palco, da própria gravação do disco... bem simples, mas sem deixar a qualidade de lado.

No seu trabalho tem parcerias com nomes bem distintos, como Anitta e Alcione. O que você aprendeu com elas?
Eu aprendi que só existem dois tipos de música: a boa e ruim. E eu sempre tive a sorte de conseguir parceiros de música boa, gente que já tem a vida feita e só tem a acrescentar ao meu trabalho.

Você é de Campo Grande, Rio de Janeiro, certo? Quais suas influências? Frequentava as rodas de samba mais clássicas?
Sim, sou de Campo Grande, zona oeste do Rio de Janeiro. Não fui muito a rodas de samba não, minha escola sempre foi de ouvir muito disco em casa e na internet. E a minha influência maior é Fundo de Quintal, né, os caras que mudaram tudo no samba: melodia, acordes... praticamente criaram o samba que a gente ouve hoje. Esses dias o Bira Presidente [integrante-fundador do grupo] me ligou e convidou pra ir lá na roda de samba do Cacique de Ramos. Esses dias foi o Thiaguinho lá, eu tô na fila [risos].

  • HOT 100
    BRASIL
  • BILLBOARD
    200
  • HOT 100
    EUA
1
Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
2
Amor Da Sua Cama
Felipe Araújo
3
Saudade
Eduardo Costa
4
Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
5
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
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Novo nome do samba, Ferrugem lança clipe de “O Som Do Tambor”

Faixa faz parte do segundo álbum do carioca, Seja O Que Deus Quiser

por Marcos Lauro em 18/02/2017

O sambista Ferrugem, 28 anos, chega ao seu segundo álbum – Seja O Que Deus Quiser chegou às plataformas digitais no último dia 10, com lançamento da versão física marcada para 24/2. Entre o lançamento do primeiro single, que ganha clipe hoje mas já está nas rádios há um mês, e o disco, Ferrugem teve que dar uma pausa na agenda para se cuidar: “Pintou uma gripe mal curada aqui, mas já está tudo ok. No último domingo (12/02), eu já fiz show em São Paulo. Tudo certo”, garantiu o músico, que teve que cancelar sua participação na Casa TVZ, projeto de verão do Multishow para se recuperar totalmente.

A Billboard Brasil conversou com Ferrugem. Veja o clipe e o bate papo abaixo:

“O Som Do Tambor” completa hoje um mês nas rádios. Qual o balanço que você faz da repercussão?
Essa foi a única música que a gente previu que faria sucesso. Ela veio da rua, sabe, já fazia sucesso na internet. Então foi muito bem. A Crowley [mesma empresa responsável pelo Brasil Hot 100] mostrou que bombou em vários estados, principalmente Bahia, primeiro lugar em Salvador. Isso nos surpreendeu, porque lá, nessa época, já estão bombando as músicas do Carnaval e, mesmo assim, nossa música conseguiu ir bem lá.

E como estava a expectativa para o lançamento do segundo álbum? Saiu nas plataformas primeiro.
Sim, já está no streaming. O físico chega no dia 24 e nas plataformas tem três músicas a mais. O acesso é simples e direto, né... a queda do disco físico tá aí.

E como foi a gravação do clipe?
A gravação casou bem com o espírito da música: tudo bem simples. A gente tinha o áudio do ensaio pra gravação do disco, então não precisou juntar todo mundo de novo pra fazer. Então tem momento de bastidores, no palco, da própria gravação do disco... bem simples, mas sem deixar a qualidade de lado.

No seu trabalho tem parcerias com nomes bem distintos, como Anitta e Alcione. O que você aprendeu com elas?
Eu aprendi que só existem dois tipos de música: a boa e ruim. E eu sempre tive a sorte de conseguir parceiros de música boa, gente que já tem a vida feita e só tem a acrescentar ao meu trabalho.

Você é de Campo Grande, Rio de Janeiro, certo? Quais suas influências? Frequentava as rodas de samba mais clássicas?
Sim, sou de Campo Grande, zona oeste do Rio de Janeiro. Não fui muito a rodas de samba não, minha escola sempre foi de ouvir muito disco em casa e na internet. E a minha influência maior é Fundo de Quintal, né, os caras que mudaram tudo no samba: melodia, acordes... praticamente criaram o samba que a gente ouve hoje. Esses dias o Bira Presidente [integrante-fundador do grupo] me ligou e convidou pra ir lá na roda de samba do Cacique de Ramos. Esses dias foi o Thiaguinho lá, eu tô na fila [risos].