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O Brasil tem que se orgulhar da sua cena de música eletrônica, diz Armin Van Buuren

DJ se apresentou em São Paulo na última sexta (09/12); a Billboard Brasil conversou com ele antes do show

O holandês Armin Van Buuren é conhecido como o Rei do Trance. Com 20 anos de carreira, já foi eleito cinco vezes como o Melhor DJ do Mundo e apresenta um dos podcasts mais tradicionais de música eletrônica (o State Of France, que já ultrapassou as 700 edições).

Nesse ano, além de rodar o mundo, o DJ participou de um projeto especial do Museu Van Gogh: ele selecionou 11 pinturas do pintor conterrâneo para o novo guia multimídia do museu. Além dos comentários do DJ, o guia tem a trilha sonora composta por músicas do álbum Club Embrace. O guia está disponível para os visitantes do museu, em inglês e holandês.

Na última semana, Armin passou pelo Brasil com sua turnê Armin Only Embrace, em que viaja com uma superestrutura de som, luz, músicos e até malabaristas. A edição paulista do show foi realizada no Anhembi e a Billboard Brasil conversou com o DJ antes da sua apresentação.

Imagens da apresentação de Armin Van Buuren em São Paulo.

Eder Leandro/divulgação

Imagens da apresentação de Armin Van Buuren em São Paulo.

Eder Leandro/divulgação

Imagens da apresentação de Armin Van Buuren em São Paulo.

Eder Leandro/divulgação

Imagens da apresentação de Armin Van Buuren em São Paulo.

Eder Leandro/divulgação

Imagens da apresentação de Armin Van Buuren em São Paulo.

Eder Leandro/divulgação

Imagens da apresentação de Armin Van Buuren em São Paulo.

Eder Leandro/divulgação

Leia a conversa abaixo:

Você postou um vídeo onde sua esposa lhe traz um bolo para comemorar o fim dos ingressos para The Best of Armin Only, em Amsterdã, e você parecia muito surpreso. O que seus fãs podem esperar para este show?
Eu me senti muito agradecido porque foi uma grande aposta. Acho que cabem 40 mil pessoas no estádio e todos os ingressos foram vendidos. Será muito especial, uma noite para celebrar. Eu não queria fazer uma turnê mundial comemorativa tocando só “best of” porque estou sempre com foco no futuro e não gosto de olhar muito pra trás. O que eu quero é sempre fazer algo especial... e já é a quarta vez que toco lá, não seria legal eu chegar apenas com um “best of”. Isso é para os meus fãs, que me acompanham há 20 anos.

Estive no Armin Only Intense na Antuérpia e foi inacreditável. E agora, a turnê Armin Only Embrance está atingindo suas expectativas?
Está sendo diferente e intenso – e é o propósito. Queria algo diferente e o conceito foi sair da minha zona de conforto para experimentar. Estou muito feliz.

Há pouco tempo sua filha Fenna esteve no seu palco pela primeira vez. Como foi a experiência? Ela já é uma fã de trance?
Ela gosta da minha música, canta na escola, é muito inteligente. Puxou a inteligência da mãe [risos]. Ela tem cinco anos.

Em outubro, você participou do lançamento do guia multimídia do Museu Van Gogh. Como foi essa experiência? E como foi o show no hall de entrada?
Eu gosto dessa mistura de culturas diferentes e a apresentação lá foi incrível. E me sinto inspirado por Van Gogh também. A sua história é muito atual, ele inventou técnicas, descobriu um “novo som” na pintura. A história dele é muito pesada e triste, mas também muito bonita e inspiradora.

O que você acha da cena EDM no Brasil? Você gosta?
Ah, Alok, claro! Conheço e gosto de muitos artistas daqui. O Brasil tem que se orgulhar da sua cena de música eletrônica. Eu fiz 29 shows nos últimos seis anos aqui no Brasil. Gosto muito de tocar por aqui!

Conhece algum músico brasileiro que não seja da EDM?
Ah, conheço Sergio Mendes, claro. Mas a minha música preferida é “Garota de Ipanema”, do Tom Jobim.

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O Brasil tem que se orgulhar da sua cena de música eletrônica, diz Armin Van Buuren

DJ se apresentou em São Paulo na última sexta (09/12); a Billboard Brasil conversou com ele antes do show

por Ana Carolina Nunes em 13/12/2016

O holandês Armin Van Buuren é conhecido como o Rei do Trance. Com 20 anos de carreira, já foi eleito cinco vezes como o Melhor DJ do Mundo e apresenta um dos podcasts mais tradicionais de música eletrônica (o State Of France, que já ultrapassou as 700 edições).

Nesse ano, além de rodar o mundo, o DJ participou de um projeto especial do Museu Van Gogh: ele selecionou 11 pinturas do pintor conterrâneo para o novo guia multimídia do museu. Além dos comentários do DJ, o guia tem a trilha sonora composta por músicas do álbum Club Embrace. O guia está disponível para os visitantes do museu, em inglês e holandês.

Na última semana, Armin passou pelo Brasil com sua turnê Armin Only Embrace, em que viaja com uma superestrutura de som, luz, músicos e até malabaristas. A edição paulista do show foi realizada no Anhembi e a Billboard Brasil conversou com o DJ antes da sua apresentação.

Imagens da apresentação de Armin Van Buuren em São Paulo.

Eder Leandro/divulgação

Imagens da apresentação de Armin Van Buuren em São Paulo.

Eder Leandro/divulgação

Imagens da apresentação de Armin Van Buuren em São Paulo.

Eder Leandro/divulgação

Imagens da apresentação de Armin Van Buuren em São Paulo.

Eder Leandro/divulgação

Imagens da apresentação de Armin Van Buuren em São Paulo.

Eder Leandro/divulgação

Imagens da apresentação de Armin Van Buuren em São Paulo.

Eder Leandro/divulgação

Leia a conversa abaixo:

Você postou um vídeo onde sua esposa lhe traz um bolo para comemorar o fim dos ingressos para The Best of Armin Only, em Amsterdã, e você parecia muito surpreso. O que seus fãs podem esperar para este show?
Eu me senti muito agradecido porque foi uma grande aposta. Acho que cabem 40 mil pessoas no estádio e todos os ingressos foram vendidos. Será muito especial, uma noite para celebrar. Eu não queria fazer uma turnê mundial comemorativa tocando só “best of” porque estou sempre com foco no futuro e não gosto de olhar muito pra trás. O que eu quero é sempre fazer algo especial... e já é a quarta vez que toco lá, não seria legal eu chegar apenas com um “best of”. Isso é para os meus fãs, que me acompanham há 20 anos.

Estive no Armin Only Intense na Antuérpia e foi inacreditável. E agora, a turnê Armin Only Embrance está atingindo suas expectativas?
Está sendo diferente e intenso – e é o propósito. Queria algo diferente e o conceito foi sair da minha zona de conforto para experimentar. Estou muito feliz.

Há pouco tempo sua filha Fenna esteve no seu palco pela primeira vez. Como foi a experiência? Ela já é uma fã de trance?
Ela gosta da minha música, canta na escola, é muito inteligente. Puxou a inteligência da mãe [risos]. Ela tem cinco anos.

Em outubro, você participou do lançamento do guia multimídia do Museu Van Gogh. Como foi essa experiência? E como foi o show no hall de entrada?
Eu gosto dessa mistura de culturas diferentes e a apresentação lá foi incrível. E me sinto inspirado por Van Gogh também. A sua história é muito atual, ele inventou técnicas, descobriu um “novo som” na pintura. A história dele é muito pesada e triste, mas também muito bonita e inspiradora.

O que você acha da cena EDM no Brasil? Você gosta?
Ah, Alok, claro! Conheço e gosto de muitos artistas daqui. O Brasil tem que se orgulhar da sua cena de música eletrônica. Eu fiz 29 shows nos últimos seis anos aqui no Brasil. Gosto muito de tocar por aqui!

Conhece algum músico brasileiro que não seja da EDM?
Ah, conheço Sergio Mendes, claro. Mas a minha música preferida é “Garota de Ipanema”, do Tom Jobim.