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O gingado e o romantismo de Carla Bruni em São Paulo

por em 27/08/2015
C
arla Bruni – 26 de agosto – Teatro Bradesco
  Por Françoise Terzian "O que você faria se tivesse apenas mais um minuto?", perguntou a ex-modelo e ex-primeira-dama da França Carla Bruni, 48 anos, a uma extasiada plateia que lotou o Teatro Bradesco na noite de ontem, em São Paulo, antes de cantar a música “La Dernière Minute” [O Último Minuto], uma das muitas que apresentou em quase 1h30 de show. Após o questionamento, a bela emendou a resposta: "pediria só mais um minuto, só mais um minuto", repetiu em referência ao refrão da música que diz: "juste encore minute, juste encore minute". Com voz doce e seu habitual porte de modelo, madame Sarkozy surgiu às 21h15 no palco. Com muita simpatia e várias explicações que antecederam cada música do setlist, Bruni encantou a plateia visivelmente mais madura e elegante, que ocupou os mais de 1,4 mil assentos da casa de espetáculos - dentre eles, o dono da Rede TV, Amilcare Dallevo Jr e sua esposa Daniela Albuquerque, o presidente da Riachuelo, Flávio Rocha, e a esposa Ana Claudia Rocha, e também o cônsul da França em São Paulo, Damien Loras. "Sua música é desejada e esperada por todos nesta noite", comentou com a Billboard Brasil minutos antes de tomar seu lugar. Com um repertório variado, Carla recontou sua história por meio das canções. "Essa música aqui eu fiz para o meu homem. Mas como todo mundo já sabe seu nome, eu o chamo de Raymond, ‘Mon Raymond’", título da música gravada em 2013 e que divertiu os presentes dado seu gingado gostoso – difícil de aguentar num show sentado. Sarkozy, claro, estava presente no show, mas longe dos olhos dos curiosos que tentavam descobrir em qual lugar estava sentado. Como já era de se imaginar, a interpretação de Carla que mais mexeu com a plateia foi “Quelqu'un M'a Dit”, o que é natural dada a popularidade da canção. Mas sua versão de “Eu Sei Que Vou Te Amar”, de Vinicius de Moraes, em italiano, emocionou. Depois, foi a vez de deliciar os presentes com "Águas De Março", de Tom Jobim. Desta vez em francês, mas com os trechos finais cantados em português e com a participação da plateia que aplaudiu de forma sincronizada. No final, um bis emocionante em inglês com “Hallelujah”, de Leonardo Cohen. Pelos comentários na saída do show, Carla Bruni agradou, deixando de lado o papel de coadjuvante que a transformou, durante anos, na “mulher do presidente da França”. Hoje, ela é a protagonista. Foto: Bianca Tatamiya/Teatro Bradesco
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arla Bruni – 26 de agosto – Teatro Bradesco
  Por Françoise Terzian "O que você faria se tivesse apenas mais um minuto?", perguntou a ex-modelo e ex-primeira-dama da França Carla Bruni, 48 anos, a uma extasiada plateia que lotou o Teatro Bradesco na noite de ontem, em São Paulo, antes de cantar a música “La Dernière Minute” [O Último Minuto], uma das muitas que apresentou em quase 1h30 de show. Após o questionamento, a bela emendou a resposta: "pediria só mais um minuto, só mais um minuto", repetiu em referência ao refrão da música que diz: "juste encore minute, juste encore minute". Com voz doce e seu habitual porte de modelo, madame Sarkozy surgiu às 21h15 no palco. Com muita simpatia e várias explicações que antecederam cada música do setlist, Bruni encantou a plateia visivelmente mais madura e elegante, que ocupou os mais de 1,4 mil assentos da casa de espetáculos - dentre eles, o dono da Rede TV, Amilcare Dallevo Jr e sua esposa Daniela Albuquerque, o presidente da Riachuelo, Flávio Rocha, e a esposa Ana Claudia Rocha, e também o cônsul da França em São Paulo, Damien Loras. "Sua música é desejada e esperada por todos nesta noite", comentou com a Billboard Brasil minutos antes de tomar seu lugar. Com um repertório variado, Carla recontou sua história por meio das canções. "Essa música aqui eu fiz para o meu homem. Mas como todo mundo já sabe seu nome, eu o chamo de Raymond, ‘Mon Raymond’", título da música gravada em 2013 e que divertiu os presentes dado seu gingado gostoso – difícil de aguentar num show sentado. Sarkozy, claro, estava presente no show, mas longe dos olhos dos curiosos que tentavam descobrir em qual lugar estava sentado. Como já era de se imaginar, a interpretação de Carla que mais mexeu com a plateia foi “Quelqu'un M'a Dit”, o que é natural dada a popularidade da canção. Mas sua versão de “Eu Sei Que Vou Te Amar”, de Vinicius de Moraes, em italiano, emocionou. Depois, foi a vez de deliciar os presentes com "Águas De Março", de Tom Jobim. Desta vez em francês, mas com os trechos finais cantados em português e com a participação da plateia que aplaudiu de forma sincronizada. No final, um bis emocionante em inglês com “Hallelujah”, de Leonardo Cohen. Pelos comentários na saída do show, Carla Bruni agradou, deixando de lado o papel de coadjuvante que a transformou, durante anos, na “mulher do presidente da França”. Hoje, ela é a protagonista. Foto: Bianca Tatamiya/Teatro Bradesco