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O que esperar da apresentação de Lady Gaga no intervalo do Super Bowl

Depois de muita especulação, cantora confirmou que será atração do evento

por Redação em 30/09/2016

A cantora Lady Gaga anunciou na noite desta quinta-feira (29/09) que será a atração do intervalo do Super Bowl 2017 e agora que a informação é oficial, nos resta imaginar o que ela pode apresentar no evento.

Gaga já teve 23 músicas no Hot 100, então existem muitas opções de hits para a cantora escolher. Dessas, 13 chegaram ao top 10, incluindo “Just Dance”, “Poker Face” e “Born This Way”, vezes que chegou ao topo do ranking.

Se analisarmos a história recente do intervalo do Super Bowl, três dos últimos cinco artistas que se apresentaram eram mulheres – já nos 20 anos anteriores, apenas uma subiu ao palco.

Britney Spears, Shania Twain, Christina Aguilera, Gloria Estefan e Janet Jackson já fizeram performances no evento, mas todas dividiram o palco com outros artistas.

Lady Gaga será a quinta mulher a se apresentar solo no evento. As últimas quatro mulheres a fazer o mesmo foram Katy Perry, Beyoncé, Madonna e Diana Ross.

Vamos analisar o que podemos esperar da performance de Gaga:

Cover

Quando Gaga faz sua versão de alguma música, ela arrasa. Desde seu medley de A Noviça Rebelde na cerimônia do Oscar em 2015 a sua participação com o Queen em “Another One Bites The Dust”, a variedade de habilidades da cantora pode tornar a performance brilhante. Recentemente, ela teve a tarefa de fazer um tributo a David Bowie no Grammy deste ano, cantando desde “Rebel, Rebel” até “Space Oddity”. E não podemos esquecer de seu álbum com Tony Bennett, que traz uma variedade de clássicos do jazz que ela também pode apresentar.

O potencial de transmitir uma mensagem

Existe plataforma melhor para a divulgação de uma mensagem do que o evento mais assistido da televisão americana? Gaga fala abertamente sobre os direitos dos LGBT e sobre bullying desde o começo de sua carreira e poderia trazer um pouco de ativismo para sua performance assim como Beyoncé fez na apresentação de 2016. Gaga abriu sua ONG, a Fundação Born This Way, em 2011. Ela também compôs “Till It Happens To You” com Diane Warren para o documentário The Hunting Ground, sobre casos de assédio sexual nas faculdades dos Estados Unidos. Seja qual for a mensagem, esperamos que ela envie alguma.

Colaborações

Apesar da lista de parcerias na carreira de oito anos de Lady Gaga ser curta, os poucos com quem ela já trabalhou podem render boas adições a sua performance, principalmente Tony Bennett. Desde que lançaram o álbum Cheek To Cheek em 2014, os dois fizeram várias aparições juntos. Outra possibilidade? Trazer Jake Clemons, sobrinho do falecido Clarence Clemons, para tocar a parte em sax na faixa “The Edge Of Glory”.

Beyoncé

Beyoncé já foi incluída em dois shows do intervalo nos últimos três anos, mas é demais pedir para que elas finalmente cantem ao vivo uma de suas colaborações? Nunca tivemos a oportunidade de ouvir o dueto, seja de “Telephone” ou “Video Phone”. Quem sabe no Super Bowl 2017?

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Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
2
Amor Da Sua Cama
Felipe Araújo
3
Saudade
Eduardo Costa
4
Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
5
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
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O que esperar da apresentação de Lady Gaga no intervalo do Super Bowl

Depois de muita especulação, cantora confirmou que será atração do evento

por Redação em 30/09/2016

A cantora Lady Gaga anunciou na noite desta quinta-feira (29/09) que será a atração do intervalo do Super Bowl 2017 e agora que a informação é oficial, nos resta imaginar o que ela pode apresentar no evento.

Gaga já teve 23 músicas no Hot 100, então existem muitas opções de hits para a cantora escolher. Dessas, 13 chegaram ao top 10, incluindo “Just Dance”, “Poker Face” e “Born This Way”, vezes que chegou ao topo do ranking.

Se analisarmos a história recente do intervalo do Super Bowl, três dos últimos cinco artistas que se apresentaram eram mulheres – já nos 20 anos anteriores, apenas uma subiu ao palco.

Britney Spears, Shania Twain, Christina Aguilera, Gloria Estefan e Janet Jackson já fizeram performances no evento, mas todas dividiram o palco com outros artistas.

Lady Gaga será a quinta mulher a se apresentar solo no evento. As últimas quatro mulheres a fazer o mesmo foram Katy Perry, Beyoncé, Madonna e Diana Ross.

Vamos analisar o que podemos esperar da performance de Gaga:

Cover

Quando Gaga faz sua versão de alguma música, ela arrasa. Desde seu medley de A Noviça Rebelde na cerimônia do Oscar em 2015 a sua participação com o Queen em “Another One Bites The Dust”, a variedade de habilidades da cantora pode tornar a performance brilhante. Recentemente, ela teve a tarefa de fazer um tributo a David Bowie no Grammy deste ano, cantando desde “Rebel, Rebel” até “Space Oddity”. E não podemos esquecer de seu álbum com Tony Bennett, que traz uma variedade de clássicos do jazz que ela também pode apresentar.

O potencial de transmitir uma mensagem

Existe plataforma melhor para a divulgação de uma mensagem do que o evento mais assistido da televisão americana? Gaga fala abertamente sobre os direitos dos LGBT e sobre bullying desde o começo de sua carreira e poderia trazer um pouco de ativismo para sua performance assim como Beyoncé fez na apresentação de 2016. Gaga abriu sua ONG, a Fundação Born This Way, em 2011. Ela também compôs “Till It Happens To You” com Diane Warren para o documentário The Hunting Ground, sobre casos de assédio sexual nas faculdades dos Estados Unidos. Seja qual for a mensagem, esperamos que ela envie alguma.

Colaborações

Apesar da lista de parcerias na carreira de oito anos de Lady Gaga ser curta, os poucos com quem ela já trabalhou podem render boas adições a sua performance, principalmente Tony Bennett. Desde que lançaram o álbum Cheek To Cheek em 2014, os dois fizeram várias aparições juntos. Outra possibilidade? Trazer Jake Clemons, sobrinho do falecido Clarence Clemons, para tocar a parte em sax na faixa “The Edge Of Glory”.

Beyoncé

Beyoncé já foi incluída em dois shows do intervalo nos últimos três anos, mas é demais pedir para que elas finalmente cantem ao vivo uma de suas colaborações? Nunca tivemos a oportunidade de ouvir o dueto, seja de “Telephone” ou “Video Phone”. Quem sabe no Super Bowl 2017?