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O Rappa: 5 discos, do melhor pro pior

Banda anunciou pausa por tempo indeterminado nessa quarta-feira; veja destaques da discografia

por Marcos Lauro em 04/05/2017

Em comunicado assinado pelos quatro integrantes fixos d’O Rappa, Marcelo Falcão, Marcelo Lobato, Lauro Farias e Xandão Meneses, a banda anunciou nessa quarta-feira (03/05) uma pausa nas atividades por tempo indeterminado.

Os shows já marcados continuam confirmados e a banda segue na estrada até fevereiro de 2018. O Rappa estará, por exemplo, no palco do festival João Rock, que terá cobertura Billboard Brasil.

JOÃO ROCK ANUNCIA LINE-UP; CPM 22 E PITTY SÃO OS DESTAQUES

O Rappa lançou seu primeiro álbum em 1994 e somou seis álbuns de estúdio e quatro ao vivo, incluindo dois acústicos – o mais recente é dessa série, o Acústico Oficina Francisco Brennand, 2016.

Abaixo, listamos cinco desses álbuns, do melhor para o pior:

5 - O Silêncio Q Precede o Esporro – 2003

Esse foi o grande desafio da banda: fazer um bom álbum depois da saída do baterista, fundador e principal compositor Marcelo Yuka. E dá pra dizer com segurança que o desafio foi vencido. As letras se tornaram menos factuais e mais subjetivas, mas a banda alcançou uma excelência sonora que a perseguiu até agora, nesse fim (mesmo que temporário). O disco foi pensado como uma mixtape, sem intervalos entre as faixas. Então, o ouvinte nem sente passar quase 1h10 de som e ainda passa por várias músicas que se tornaram clássicas no repertório da banda, como “Reza Vela”, “Rodo Cotidiano” e “Mar De Gente”. A sequência “O Salto” traz, em sampler, uma homenagem ao poeta e compositor Wally Salomão. O álbum traz também covers interessantes e criativos, como “Maneiras” (famosa na voz de Zeca Pagodinho e com participação do próprio), e “Deus Lhe Pague”, de Chico Buarque.

Ouça:

Reprodução

4 - Rappa Mundi – 1996

Segundo álbum d’O Rappa, mas que, de fato, os apresentou ao grande público. Com produção de Liminha, tem participações como Marcelo D2 (na música que se tornou um hino do grupo, “Hey Joe”, versão para a música do Jimi Hendrix, de mesmo nome) e DJ Zé Gonzales. “Pescador De Ilusões” é música que até hoje não pode faltar nos shows e “Vapor Barato”, famosa na voz de Gal Costa nos anos 1970 e composta por Wally Salomão e Jards Macalé, é homenagem às referências do grupo, assim como “Ilê Ayè”, de Paulinho Camafeu e conhecida na voz de Gilberto Gil.

Ouça:

Reprodução

3 - Acústico MTV - O Rappa – 2005

O Rappa não poderia ter ficado da era de ouro dos acústicos no Brasil. O CD conta apenas com 13 faixas, mas o DVD, mais extenso, serve para reforçar o repertório do disco anterior, O Silêncio Q Precede o Esporro, relembrar “Brixton, Bronx ou Baixada”, ótima faixa do primeiro disco que acabou ficando um pouco esquecida na trajetória da banda e ainda firmar um hit pra Copa do Mundo do ano seguinte, “Eu Quero Ver Gol”.

Ouça:

Reprodução

2 - Nunca Tem Fim – 2013

Depois de uma queda na qualidade no álbum anterior, 7 Vezes, O Rappa mostra que ainda tem fôlego para grudar hits na cabeça dos ouvintes. É o último álbum de estúdio do grupo, que, agora, revela certa ironia no título. A banda reforça seu perfil ecumênico em canções quase gospel como “Anjos (Pra Quem Tem Fé)” e “Boa Noie Xangô”.

Ouça:

Reprodução

1 - 7 Vezes – 2008

O quinto disco de estúdio d’O Rappa não disse a que veio.  Não tem músicas marcantes e pareceu mais um intervalo entre discos ao vivo – foi lançado entre o acústico de 2005 e o ao vivo de 2010, além de duas coletâneas também lançadas nesse período. É um disco fora da curva dentro de uma discografia de hits.

Ouça:

Reprodução

  • HOT 100
    BRASIL
  • BILLBOARD
    200
  • HOT 100
    EUA
1
Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
2
Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
3
Saudade
Eduardo Costa
4
Amor Da Sua Cama
Felipe Araújo
5
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
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O Rappa: 5 discos, do melhor pro pior

Banda anunciou pausa por tempo indeterminado nessa quarta-feira; veja destaques da discografia

por Marcos Lauro em 04/05/2017

Em comunicado assinado pelos quatro integrantes fixos d’O Rappa, Marcelo Falcão, Marcelo Lobato, Lauro Farias e Xandão Meneses, a banda anunciou nessa quarta-feira (03/05) uma pausa nas atividades por tempo indeterminado.

Os shows já marcados continuam confirmados e a banda segue na estrada até fevereiro de 2018. O Rappa estará, por exemplo, no palco do festival João Rock, que terá cobertura Billboard Brasil.

JOÃO ROCK ANUNCIA LINE-UP; CPM 22 E PITTY SÃO OS DESTAQUES

O Rappa lançou seu primeiro álbum em 1994 e somou seis álbuns de estúdio e quatro ao vivo, incluindo dois acústicos – o mais recente é dessa série, o Acústico Oficina Francisco Brennand, 2016.

Abaixo, listamos cinco desses álbuns, do melhor para o pior:

5 - O Silêncio Q Precede o Esporro – 2003

Esse foi o grande desafio da banda: fazer um bom álbum depois da saída do baterista, fundador e principal compositor Marcelo Yuka. E dá pra dizer com segurança que o desafio foi vencido. As letras se tornaram menos factuais e mais subjetivas, mas a banda alcançou uma excelência sonora que a perseguiu até agora, nesse fim (mesmo que temporário). O disco foi pensado como uma mixtape, sem intervalos entre as faixas. Então, o ouvinte nem sente passar quase 1h10 de som e ainda passa por várias músicas que se tornaram clássicas no repertório da banda, como “Reza Vela”, “Rodo Cotidiano” e “Mar De Gente”. A sequência “O Salto” traz, em sampler, uma homenagem ao poeta e compositor Wally Salomão. O álbum traz também covers interessantes e criativos, como “Maneiras” (famosa na voz de Zeca Pagodinho e com participação do próprio), e “Deus Lhe Pague”, de Chico Buarque.

Ouça:

Reprodução

4 - Rappa Mundi – 1996

Segundo álbum d’O Rappa, mas que, de fato, os apresentou ao grande público. Com produção de Liminha, tem participações como Marcelo D2 (na música que se tornou um hino do grupo, “Hey Joe”, versão para a música do Jimi Hendrix, de mesmo nome) e DJ Zé Gonzales. “Pescador De Ilusões” é música que até hoje não pode faltar nos shows e “Vapor Barato”, famosa na voz de Gal Costa nos anos 1970 e composta por Wally Salomão e Jards Macalé, é homenagem às referências do grupo, assim como “Ilê Ayè”, de Paulinho Camafeu e conhecida na voz de Gilberto Gil.

Ouça:

Reprodução

3 - Acústico MTV - O Rappa – 2005

O Rappa não poderia ter ficado da era de ouro dos acústicos no Brasil. O CD conta apenas com 13 faixas, mas o DVD, mais extenso, serve para reforçar o repertório do disco anterior, O Silêncio Q Precede o Esporro, relembrar “Brixton, Bronx ou Baixada”, ótima faixa do primeiro disco que acabou ficando um pouco esquecida na trajetória da banda e ainda firmar um hit pra Copa do Mundo do ano seguinte, “Eu Quero Ver Gol”.

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2 - Nunca Tem Fim – 2013

Depois de uma queda na qualidade no álbum anterior, 7 Vezes, O Rappa mostra que ainda tem fôlego para grudar hits na cabeça dos ouvintes. É o último álbum de estúdio do grupo, que, agora, revela certa ironia no título. A banda reforça seu perfil ecumênico em canções quase gospel como “Anjos (Pra Quem Tem Fé)” e “Boa Noie Xangô”.

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1 - 7 Vezes – 2008

O quinto disco de estúdio d’O Rappa não disse a que veio.  Não tem músicas marcantes e pareceu mais um intervalo entre discos ao vivo – foi lançado entre o acústico de 2005 e o ao vivo de 2010, além de duas coletâneas também lançadas nesse período. É um disco fora da curva dentro de uma discografia de hits.

Ouça:

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