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Os 10 artistas que deveriam começar carreira solo em 2015

por em 09/01/2015
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a indústria voltando ao seu ritmo frenético de sempre após as festas de fim de ano, chegou a hora de falar sobre o que 2015 nos reserva. Como D’Angelo e Thom Yorke mostraram no ano passado – e Beyoncé no anterior – é preciso ficar preparado para algumas surpresas. Esses lançamentos inesperados são ainda mais interessantes quando vêm de um músico abrindo as asas e voando sozinho, sem sua banda – mesmo que não seja uma separação definitiva. Às vezes, acabamos conhecendo um lado inexplorado do artista, que pode ter ainda mais sucesso do que como membro de um grupo. Os músicos listados ainda não lançaram seus álbuns solo, apesar das carreiras de sucesso que trilharam com suas bandas. Mas nós podemos sonhar, não? Talvez este seja o ano em que teremos material desses indivíduos telentosos. Michael Stipe, R.E.M. 01 Desde o fim do R.E.M., em 2011, o vocalista vem mantendo uma distância segura do mundo da música. Mas, no dia 30 de dezembro, ele fez uma apresentação e abriu um show de Patti Smith em Nova York, seu primeiro grande show solo desde a separação do grupo. Poderá a voz por trás de uma das maiores bandas da década de 1990 encontrar inspiração para seu primeiro álbum? Recentemente, Stipe dedicou seu tempo a outras atividades, engajando-se em fotografia, trilha sonora de filme – chegou inclusive a ministrar uma aula da Universidade de Nova York. Sua atenção está bastante dividida. Romy Madley Croft ou Oliver Sim, The xx 02 O terceiro membro e produtor do grupo, Jamie xx, já fez outros trabalhos sozinho. Por que os outros dois não podem fazer o mesmo? O trio minimalista é conhecido por dar um tempo entre seus álbuns para que os integrantes possam se dedicar a outros projetos. Como compositores e vocalistas, o baixista Oliver Sim e a guitarrista Romy Croft são conhecidos por seus duetos sensuais, mas talvez cada um deles pudesse mergulhar mais profundamente em sua alma musical em trabalhos individuais. Amber Coffman, Dirty Projectors 03 Uma das várias vozes vibrantes da banda de Dave Longstreth pertence a Amber Coffman, que anunciou planos pouco definitivos para um álbum solo no final de 2013 e houve boatos de uma colaboração com John Cale, que saiu do Velvet Underground em 1968 para seguir seu próprio rumo. Essas coisas levam tempo, mas não existiu nenhum anúncio formal sobre esse suposto álbum, nos restando apenas continuar esperando algo mais concreto sobre o projeto. Questlove, The Roots 04 Sim, sabemos que ele é um baterista. Mas se Travis Barker conseguiu lançar um trabalho próprio em 2013, Questlove também pode. Tudo o que ele precisa é encontrar um espaço entre suas participações diárias no The Tonight Show With Jimmy Fallon, compromissos com o The Roots, noites trabalhando como DJ, escrita, etc. Ezra Koenig, Vampire Weekend 05 Ezra Koenig pode ser o frontman do quarteto, mas a banda funciona com um bom trabalho em grupo, ainda mais com o multi-instrumentalista Rostam Batmanglij tomando as rédeas da produção de todos os seus álbuns até o momento. Mas Koenig tem uma personalidade e tanto, o que pode ser percebido em seu projeto pré-Vampire Weekend, a dupla de rap e comédia L'Homme Run e na sua atividade nas redes sociais. Com a pausa no lançamento de novos álbuns da banda, talvez possa voltar toda sua criatividade e energia em um trabalho só seu. Corin Roddick, Purity Ring 06 Corin Roddick é um produtor de hip hop disfarçado e já emprestou sei trabalho a alguns rappers, como Danny Brown, com quem trabalhou em 2013. O segundo álbum de sua dupla de eletrônica deve manter o canadense ocupado durante este ano, mas e aquele tempo livre? Nós adoraríamos vê-lo trabalhar em batidas que seriam acompanhadas por rappers ou vocalistas. Régine Chassagne, Arcade Fire 07 A mulher de Win Butler empresta sua voz a algumas das músicas mais tocantes do Arcade Fire, como “In The Backseat” e “Sprawl II”, mas ainda não mostrou todo seu potencial. Que tal um álbum solo em que não esteja à sombra de seu marido? As letras que escreve para a banda geralmente remetem ao seu histórico familiar: a morte da mãe em um acidente de carro e a perda de seus futuros tios e tias durante a dura ditadura haitiana que pegaram nos anos 1960. Régine Chassagne certamente tem muita bagagem para usar como inspiração num trabalho como solista. Carlos Dengler, ex-Interpol 08 Dengler era uma espécie de Pete Wentz hispter: um baixista que não cantava, e, mesmo assim, tornou-se o membro mais famoso de uma banda de rock. Mas, em 2014, o Interpol lançou um disco que agradou à crítica sem precisar de seus serviços. Desde sua saída do grupo, em 2010, o nova-iorquino manteve-se ocupado com filmes e comerciais, mas um disco solo poderia ser muito bem recebido. Harry Styles, One Direction 09 Todos nós sabemos que isso acontecerá algum dia. André 3000, OutKast 10 Desde 2005, todos nós esperamos que isso aconteça algum dia.
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Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
2
Amor Da Sua Cama
Felipe Araújo
3
Saudade
Eduardo Costa
4
Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
5
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
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Os 10 artistas que deveriam começar carreira solo em 2015

por em 09/01/2015
Com
a indústria voltando ao seu ritmo frenético de sempre após as festas de fim de ano, chegou a hora de falar sobre o que 2015 nos reserva. Como D’Angelo e Thom Yorke mostraram no ano passado – e Beyoncé no anterior – é preciso ficar preparado para algumas surpresas. Esses lançamentos inesperados são ainda mais interessantes quando vêm de um músico abrindo as asas e voando sozinho, sem sua banda – mesmo que não seja uma separação definitiva. Às vezes, acabamos conhecendo um lado inexplorado do artista, que pode ter ainda mais sucesso do que como membro de um grupo. Os músicos listados ainda não lançaram seus álbuns solo, apesar das carreiras de sucesso que trilharam com suas bandas. Mas nós podemos sonhar, não? Talvez este seja o ano em que teremos material desses indivíduos telentosos. Michael Stipe, R.E.M. 01 Desde o fim do R.E.M., em 2011, o vocalista vem mantendo uma distância segura do mundo da música. Mas, no dia 30 de dezembro, ele fez uma apresentação e abriu um show de Patti Smith em Nova York, seu primeiro grande show solo desde a separação do grupo. Poderá a voz por trás de uma das maiores bandas da década de 1990 encontrar inspiração para seu primeiro álbum? Recentemente, Stipe dedicou seu tempo a outras atividades, engajando-se em fotografia, trilha sonora de filme – chegou inclusive a ministrar uma aula da Universidade de Nova York. Sua atenção está bastante dividida. Romy Madley Croft ou Oliver Sim, The xx 02 O terceiro membro e produtor do grupo, Jamie xx, já fez outros trabalhos sozinho. Por que os outros dois não podem fazer o mesmo? O trio minimalista é conhecido por dar um tempo entre seus álbuns para que os integrantes possam se dedicar a outros projetos. Como compositores e vocalistas, o baixista Oliver Sim e a guitarrista Romy Croft são conhecidos por seus duetos sensuais, mas talvez cada um deles pudesse mergulhar mais profundamente em sua alma musical em trabalhos individuais. Amber Coffman, Dirty Projectors 03 Uma das várias vozes vibrantes da banda de Dave Longstreth pertence a Amber Coffman, que anunciou planos pouco definitivos para um álbum solo no final de 2013 e houve boatos de uma colaboração com John Cale, que saiu do Velvet Underground em 1968 para seguir seu próprio rumo. Essas coisas levam tempo, mas não existiu nenhum anúncio formal sobre esse suposto álbum, nos restando apenas continuar esperando algo mais concreto sobre o projeto. Questlove, The Roots 04 Sim, sabemos que ele é um baterista. Mas se Travis Barker conseguiu lançar um trabalho próprio em 2013, Questlove também pode. Tudo o que ele precisa é encontrar um espaço entre suas participações diárias no The Tonight Show With Jimmy Fallon, compromissos com o The Roots, noites trabalhando como DJ, escrita, etc. Ezra Koenig, Vampire Weekend 05 Ezra Koenig pode ser o frontman do quarteto, mas a banda funciona com um bom trabalho em grupo, ainda mais com o multi-instrumentalista Rostam Batmanglij tomando as rédeas da produção de todos os seus álbuns até o momento. Mas Koenig tem uma personalidade e tanto, o que pode ser percebido em seu projeto pré-Vampire Weekend, a dupla de rap e comédia L'Homme Run e na sua atividade nas redes sociais. Com a pausa no lançamento de novos álbuns da banda, talvez possa voltar toda sua criatividade e energia em um trabalho só seu. Corin Roddick, Purity Ring 06 Corin Roddick é um produtor de hip hop disfarçado e já emprestou sei trabalho a alguns rappers, como Danny Brown, com quem trabalhou em 2013. O segundo álbum de sua dupla de eletrônica deve manter o canadense ocupado durante este ano, mas e aquele tempo livre? Nós adoraríamos vê-lo trabalhar em batidas que seriam acompanhadas por rappers ou vocalistas. Régine Chassagne, Arcade Fire 07 A mulher de Win Butler empresta sua voz a algumas das músicas mais tocantes do Arcade Fire, como “In The Backseat” e “Sprawl II”, mas ainda não mostrou todo seu potencial. Que tal um álbum solo em que não esteja à sombra de seu marido? As letras que escreve para a banda geralmente remetem ao seu histórico familiar: a morte da mãe em um acidente de carro e a perda de seus futuros tios e tias durante a dura ditadura haitiana que pegaram nos anos 1960. Régine Chassagne certamente tem muita bagagem para usar como inspiração num trabalho como solista. Carlos Dengler, ex-Interpol 08 Dengler era uma espécie de Pete Wentz hispter: um baixista que não cantava, e, mesmo assim, tornou-se o membro mais famoso de uma banda de rock. Mas, em 2014, o Interpol lançou um disco que agradou à crítica sem precisar de seus serviços. Desde sua saída do grupo, em 2010, o nova-iorquino manteve-se ocupado com filmes e comerciais, mas um disco solo poderia ser muito bem recebido. Harry Styles, One Direction 09 Todos nós sabemos que isso acontecerá algum dia. André 3000, OutKast 10 Desde 2005, todos nós esperamos que isso aconteça algum dia.