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Ouça o primeiro disco da banda Todos os Caetanos do Mundo

por em 02/06/2015

Por Bruna Gonçalves Serur

O quarteto mineiro Todos os Caetanos do Mundo lança em primeira mão aqui na Billboard Brasil o seu primeiro disco, Pega a Melodia e Engole, nesta terça-feira (02/06), e faz um show de lançamento em Belo Horizonte, no dia 25 de junho.

A faixa-título e primeiro single da banda tem a participação de Arnaldo Antunes, mas o álbum – que foi produzido por Chico Neves – também conta com a colaboração de Alexandre de Sena, Pedro Carneiro e Patrícia Bizzoto.

Luiz Rocha, guitarrista e co-fundador da banda, conversou com a Billboard Brasil sobre a evolução do grupo e Pega a Melodia e Engole, que foi feito com recursos próprios, uma parte de crowdfunding e outra via Lei Municipal. “Foi feito com calma, paciência e cuidado. Acho que ele chega no momento certo para nós.”

Vocês acham que nesses seis anos o som de Todos Os Caetanos do Mundo mudou? Caetano ainda seria uma grande influência dele?

A banda começou como um projeto meu e da Julia Branco de transitar pela obra de Caetano Veloso, artistas que o influenciaram e foram influenciados por ele e nossas canções autorais. Acho que estamos buscando este som. Estamos em constante mudança. Sempre fomos uma banda que tinha nos shows este lugar de experimentar, de trocar com a plateia, testar as canções. Sempre neste lugar mágico, compartilhado, amplo e íntimo do palco. Com o processo de gravação do álbum com o produtor Chico Neves, a gente conseguiu se debruçar nas canções através do som. A influência do Chico na feitura do trabalho também nos revelou caminhos novos. O Caetano sempre foi um condutor de energia pro nosso trabalho. Não só na música, mas no comportamento, na escrita, nas ideias, na obra dele. Outros artistas também são grandes referências pra gente. Um deles é o Arnaldo Antunes que participa da faixa título do álbum “Pega a Melodia e Engole”.

Como foi trabalhar com Arnaldo Antunes? Como aconteceu essa parceria?

Foi maravilhoso. A gente sempre pensava na voz dele cantando a “Pega a Melodia e Engole”. Ele já conhecia a Julia e a gente. O Chico Neves produziu dois álbuns do Arnaldo e eles são muito amigos também. Coincidiu de Arnaldo vir pra Belo Horizonte para o Natura Musical do ano passado. Ele ficou um dia a mais para gravar com a gente no estúdio do Chico, que fica em Nova Lima. A voz dele e da Julia cantando juntos na faixa deixou a canção mais densa, mais urgente.

Qual sonoridade vocês buscavam quando procuram Chico Neves para produzir o disco?

Eu sempre fui muito fã do Chico. Sou daqueles que lê encarte dos discos, saber quem participou, tocou que instrumento, e sempre foi pra mim um sonho poder trabalhar com ele. Não buscamos diretamente uma sonoridade específica. Fomos descobrindo juntos as coisas. O que eu acho que o Chico faz de mais impressionante no trabalho dele é colocar a sua canção num ambiente próprio. Num lugar que aquela música pede pra estar. Como num cenário. A canção foi feita para transportar sentimentos. O Chico consegue habitar a canção desses lugares.

Ouça o disco Pega a Melodia e Engole:

https://www.youtube.com/watch?v=4Gk5IGcelRA&feature=youtu.be

Serviço

Data: 25 de junho, às 21h Local: Teatro Bradesco – Rua da Bahia, 2.244, Lourdes, Belo Horizonte Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

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Ouça o primeiro disco da banda Todos os Caetanos do Mundo

por em 02/06/2015

Por Bruna Gonçalves Serur

O quarteto mineiro Todos os Caetanos do Mundo lança em primeira mão aqui na Billboard Brasil o seu primeiro disco, Pega a Melodia e Engole, nesta terça-feira (02/06), e faz um show de lançamento em Belo Horizonte, no dia 25 de junho.

A faixa-título e primeiro single da banda tem a participação de Arnaldo Antunes, mas o álbum – que foi produzido por Chico Neves – também conta com a colaboração de Alexandre de Sena, Pedro Carneiro e Patrícia Bizzoto.

Luiz Rocha, guitarrista e co-fundador da banda, conversou com a Billboard Brasil sobre a evolução do grupo e Pega a Melodia e Engole, que foi feito com recursos próprios, uma parte de crowdfunding e outra via Lei Municipal. “Foi feito com calma, paciência e cuidado. Acho que ele chega no momento certo para nós.”

Vocês acham que nesses seis anos o som de Todos Os Caetanos do Mundo mudou? Caetano ainda seria uma grande influência dele?

A banda começou como um projeto meu e da Julia Branco de transitar pela obra de Caetano Veloso, artistas que o influenciaram e foram influenciados por ele e nossas canções autorais. Acho que estamos buscando este som. Estamos em constante mudança. Sempre fomos uma banda que tinha nos shows este lugar de experimentar, de trocar com a plateia, testar as canções. Sempre neste lugar mágico, compartilhado, amplo e íntimo do palco. Com o processo de gravação do álbum com o produtor Chico Neves, a gente conseguiu se debruçar nas canções através do som. A influência do Chico na feitura do trabalho também nos revelou caminhos novos. O Caetano sempre foi um condutor de energia pro nosso trabalho. Não só na música, mas no comportamento, na escrita, nas ideias, na obra dele. Outros artistas também são grandes referências pra gente. Um deles é o Arnaldo Antunes que participa da faixa título do álbum “Pega a Melodia e Engole”.

Como foi trabalhar com Arnaldo Antunes? Como aconteceu essa parceria?

Foi maravilhoso. A gente sempre pensava na voz dele cantando a “Pega a Melodia e Engole”. Ele já conhecia a Julia e a gente. O Chico Neves produziu dois álbuns do Arnaldo e eles são muito amigos também. Coincidiu de Arnaldo vir pra Belo Horizonte para o Natura Musical do ano passado. Ele ficou um dia a mais para gravar com a gente no estúdio do Chico, que fica em Nova Lima. A voz dele e da Julia cantando juntos na faixa deixou a canção mais densa, mais urgente.

Qual sonoridade vocês buscavam quando procuram Chico Neves para produzir o disco?

Eu sempre fui muito fã do Chico. Sou daqueles que lê encarte dos discos, saber quem participou, tocou que instrumento, e sempre foi pra mim um sonho poder trabalhar com ele. Não buscamos diretamente uma sonoridade específica. Fomos descobrindo juntos as coisas. O que eu acho que o Chico faz de mais impressionante no trabalho dele é colocar a sua canção num ambiente próprio. Num lugar que aquela música pede pra estar. Como num cenário. A canção foi feita para transportar sentimentos. O Chico consegue habitar a canção desses lugares.

Ouça o disco Pega a Melodia e Engole:

https://www.youtube.com/watch?v=4Gk5IGcelRA&feature=youtu.be

Serviço

Data: 25 de junho, às 21h Local: Teatro Bradesco – Rua da Bahia, 2.244, Lourdes, Belo Horizonte Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)