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Ouça os pais do rock, do reggae e outros gêneros musicais

Playlist traz Bob Marley, Chuck Berry, Tony Campelo e outros criadores

por Redação em 11/08/2017

Neste domingo (13/08) comemoramos o Dia dos Pais. E como o nosso assunto é música, vamos comemorar ouvindo os “pais” de alguns gêneros que ouvimos até hoje.

A ideia não é listar apenas os criadores, mas sim os nomes que consolidaram o gênero e foram responsáveis por eles vencerem o tempo. Veja a lista na galeria e ouça a playlist abaixo: 

Pai do reggae: Bob Marley não criou o reggae, mas foi o principal responsável por levar o ritmo e suas mensagens para fora da Jamaica. Difícil afirmar, mas caso Bob Marley não estourasse como aconteceu, o reggae corria o risco de virar um gênero local. 

Divulgação

Pai do rock: Chuck Berry. Aqui, claro, há muitas controvérsias. Chuck Berry foi o primeiro a pegar a energia da música dos negros norte-americanos e transformar em algo que fazia até os brancos chacoalharem. Muddy Waters e Howlin’ Wolf, estrelas da mesma gravadora de Berry, a Chess Records, já eram famosos com seus blues e Wolf tinha até uma pinta de roqueiro bad boy. Mas Berry e sua “Johnny B. Goode” abriram as portas para o novo gênero. 

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Pais da música eletrônica: Kraftwerk. Pode não parecer, mas o início da música eletrônica data da década de 1920 – os primeiros experimentos vieram muito antes de qualquer computador que tivesse a capacidade de processar música. O Kraftwerk foi um dos primeiros grupos a tornar a linguagem comercial e acessível ao grande público. Com eles, a música eletrônica deixou de ser considerada como “barulho” e experimentação. 

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Pai do rock nacional: Tony Campelo foi um dos primeiros galãs do rock nacional. Irmão de Celly Campello (a primeira roqueira do Brasil), também emplacou sucessos entre a molecada e abriu caminho para as guitarras distorcidas no Brasil. 

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Pai do pop: Michael Jackson, claro, não criou o pop. Mas criou uma das carreiras mais sólidas e longas, sem muitas alternâncias entre o sucesso e o fracasso. É possível dizer que tudo que foi tocado pelo Michael virou ouro. 

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Pais do punk: Ramones. Sim, Iggy Pop já fazia, antes, um som bastante vigoroso, assim como outras bandas. Mas os Ramones condensaram toda aquela energia em uma contagem one, two, three, four, quatro acordes e letras sobre não querer a vida adulta ou bater num moleque com um taco de beisebol. Não fossem os Ramones, não existiriam Green Day, Blink 182 e toda uma cena de hardcore. 

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Pai do samba: Noel Rosa. O samba tem muitos pais – muitos deles anônimos até hoje. Mas Noel Rosa foi o primeiro grande compositor, que construiu clássicos cantados e regravados até hoje. 

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Pai do funk: James Brown. Um pouco de gospel, um tanto de soul music, mais outro tanto de blues... James Brown resolveu juntar tudo isso (e mais um pouco) e fazer o seu próprio gênero musical: o funk. 

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Pai do baião: Luiz Gonzaga. O apelido oficial é outro: Rei do Baião. Luiz Gonzaga, junto com seu parceiro Humberto Teixeira, tornou o baião, que já existia na cultura popular, um gênero comercial e conhecido em todo o mundo. 

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Pai do rap: Sugarhill Gang. Até “Rapper’s Delight”, de 1979, não existia uma cena de rap. O gênero era ligado apenas a artistas de rua. A partir dessa música de Sugarhill Gang, a junção de ritmo e poesia ganhava o mundo.

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Pai da axé music: Luiz Caldas. Foi o artista que impulsionou o gênero com músicas como “Fricote” e “Tieta”. Multi-instrumentista, lançou trabalhos focados na MPB, rock e até bolero e música infantil.

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Pai do sertanejo moderno: Chitãozinho & Xororó. Até essa dupla estourar em 1982 com “Fio de Cabelo”, o sertanejo era restrito ao público do campo e não chegava com força às grandes cidades. Já nos anos 1990, a dupla se aproximou da sonoridade do country norte-americano e reforçou ainda mais a liderança no gênero.

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Pais do sertanejão: Tonico & Tinoco gravaram a música que pode ser considerada o primeiro grande hino da música sertaneja tradicional: “Chico Mineiro”, lançada em 1946.

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Pai do brega: Reginaldo Rossi foi um dos artistas que participou da transição da Jovem Guarda para a música romântica. Nesse momento, surgiu o termo “brega”, para designar músicas que falavam de amor de um jeito rasgado, traições e bebedeiras (quase sempre para esquecer um amor ou uma traição). Enquanto muitos artistas renegaram o novo título, Reginaldo Rossi foi o que assumiu que, sim, sua música era feita para os errantes e pra ser ouvida em botecos e lugares não muito familiares.

 

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Ouça a playlist:

  • HOT 100
    BRASIL
  • BILLBOARD
    200
  • HOT 100
    EUA
1
Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
2
Amor Da Sua Cama
Felipe Araújo
3
Saudade
Eduardo Costa
4
Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
5
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
RANKING COMPLETO
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Ouça os pais do rock, do reggae e outros gêneros musicais

Playlist traz Bob Marley, Chuck Berry, Tony Campelo e outros criadores

por Redação em 11/08/2017

Neste domingo (13/08) comemoramos o Dia dos Pais. E como o nosso assunto é música, vamos comemorar ouvindo os “pais” de alguns gêneros que ouvimos até hoje.

A ideia não é listar apenas os criadores, mas sim os nomes que consolidaram o gênero e foram responsáveis por eles vencerem o tempo. Veja a lista na galeria e ouça a playlist abaixo: 

Pai do reggae: Bob Marley não criou o reggae, mas foi o principal responsável por levar o ritmo e suas mensagens para fora da Jamaica. Difícil afirmar, mas caso Bob Marley não estourasse como aconteceu, o reggae corria o risco de virar um gênero local. 

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Pai do rock: Chuck Berry. Aqui, claro, há muitas controvérsias. Chuck Berry foi o primeiro a pegar a energia da música dos negros norte-americanos e transformar em algo que fazia até os brancos chacoalharem. Muddy Waters e Howlin’ Wolf, estrelas da mesma gravadora de Berry, a Chess Records, já eram famosos com seus blues e Wolf tinha até uma pinta de roqueiro bad boy. Mas Berry e sua “Johnny B. Goode” abriram as portas para o novo gênero. 

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Pais da música eletrônica: Kraftwerk. Pode não parecer, mas o início da música eletrônica data da década de 1920 – os primeiros experimentos vieram muito antes de qualquer computador que tivesse a capacidade de processar música. O Kraftwerk foi um dos primeiros grupos a tornar a linguagem comercial e acessível ao grande público. Com eles, a música eletrônica deixou de ser considerada como “barulho” e experimentação. 

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Pai do rock nacional: Tony Campelo foi um dos primeiros galãs do rock nacional. Irmão de Celly Campello (a primeira roqueira do Brasil), também emplacou sucessos entre a molecada e abriu caminho para as guitarras distorcidas no Brasil. 

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Pai do pop: Michael Jackson, claro, não criou o pop. Mas criou uma das carreiras mais sólidas e longas, sem muitas alternâncias entre o sucesso e o fracasso. É possível dizer que tudo que foi tocado pelo Michael virou ouro. 

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Pais do punk: Ramones. Sim, Iggy Pop já fazia, antes, um som bastante vigoroso, assim como outras bandas. Mas os Ramones condensaram toda aquela energia em uma contagem one, two, three, four, quatro acordes e letras sobre não querer a vida adulta ou bater num moleque com um taco de beisebol. Não fossem os Ramones, não existiriam Green Day, Blink 182 e toda uma cena de hardcore. 

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Pai do samba: Noel Rosa. O samba tem muitos pais – muitos deles anônimos até hoje. Mas Noel Rosa foi o primeiro grande compositor, que construiu clássicos cantados e regravados até hoje. 

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Pai do funk: James Brown. Um pouco de gospel, um tanto de soul music, mais outro tanto de blues... James Brown resolveu juntar tudo isso (e mais um pouco) e fazer o seu próprio gênero musical: o funk. 

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Pai do baião: Luiz Gonzaga. O apelido oficial é outro: Rei do Baião. Luiz Gonzaga, junto com seu parceiro Humberto Teixeira, tornou o baião, que já existia na cultura popular, um gênero comercial e conhecido em todo o mundo. 

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Pai do rap: Sugarhill Gang. Até “Rapper’s Delight”, de 1979, não existia uma cena de rap. O gênero era ligado apenas a artistas de rua. A partir dessa música de Sugarhill Gang, a junção de ritmo e poesia ganhava o mundo.

Divulgação

Pai da axé music: Luiz Caldas. Foi o artista que impulsionou o gênero com músicas como “Fricote” e “Tieta”. Multi-instrumentista, lançou trabalhos focados na MPB, rock e até bolero e música infantil.

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Pai do sertanejo moderno: Chitãozinho & Xororó. Até essa dupla estourar em 1982 com “Fio de Cabelo”, o sertanejo era restrito ao público do campo e não chegava com força às grandes cidades. Já nos anos 1990, a dupla se aproximou da sonoridade do country norte-americano e reforçou ainda mais a liderança no gênero.

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Pais do sertanejão: Tonico & Tinoco gravaram a música que pode ser considerada o primeiro grande hino da música sertaneja tradicional: “Chico Mineiro”, lançada em 1946.

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Pai do brega: Reginaldo Rossi foi um dos artistas que participou da transição da Jovem Guarda para a música romântica. Nesse momento, surgiu o termo “brega”, para designar músicas que falavam de amor de um jeito rasgado, traições e bebedeiras (quase sempre para esquecer um amor ou uma traição). Enquanto muitos artistas renegaram o novo título, Reginaldo Rossi foi o que assumiu que, sim, sua música era feita para os errantes e pra ser ouvida em botecos e lugares não muito familiares.

 

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Ouça a playlist: