NOTÍCIAS

Ozzy e Kiss: os cinco momentos mais doidos dos roqueiros no Brasil

por em 17/12/2014
Ozzy
Osbourne e Kiss foram confirmados hoje (17/12) como as principais atrações do Monsters of Rock, festival que será realizado em São Paulo, em abril de 2015. Tanto os caras pintadas quanto o comedor de morcegos já tiveram passagens marcantes pelo Brasil, não apenas por incendiarem o público, mas também por loucuras no backstage, em programas de TV e, claro, em cima do palco. Billboard Brasil listou os cincos momentos mais doidos de Ozzy e de Kiss no Brasil. A eles! (CLIQUE NAS IMAGENS PARA ASSISTIR AOS VÍDEOS) Ozzy, um visitante do barulho 1.       No primeiro contrato para tocar no Brasil, uma cláusula inusitada  A primeira vinda Ozzy ocorreu no lendário Rock In Rio de 1985. Com medo de que o famoso incidente em que ele comeu uma cabeça de morcego no palco se repetisse, Roberto Medina colocou uma cláusula no contrato que impedia o doidão de jantar qualquer animal que fosse atirado ao palco pela plateia. À época, o Príncipe das Trevas – numa fase bem gordinha –  divulgava o bem sucedido disco Bark At The Moon e se apresentou em duas datas na Cidade do Rock original. A curiosidade é que Ozzy nem era a primeira opção para a grade. A produção estava mais interessada no Def Leppard, que não pôde vir, pois o baterista havia sofrido um grave acidente de carro e perdido um dos braços. Em vez de morcego, Ozzy foi de urubu: num dos shows, ele vestiu uma camisa do Flamengo que jogaram no palco. Ozzy 1 2.  Na primeira vez no Monsters of Rock, Ozzy divide banheiro com Beavis & Butt-head Como aquecimento para o primeiro show de Ozzy no Monsters of Rock, em 1995, foi exibido no telão do Pacaembu um vídeo no qual o músico dividia um banheiro com os personagens do desenho Beavis & Butt-head. À época, a animação criada por Mike Judge – o mesmo de O Rei do Pedaço – fazia a alegria dos fãs na MTV. Ozzy 2 3.  O guitarrista doidão destrói o camarim e sangra no palco do Parque Antártica Na passagem de Ozzy por aqui em 2008, o guitarrista Zakk Wylde teve alguns “problemas” no camarim. Segundo a assessoria do evento, o músico socou as paredes do local e, ao fazer os solos de sucessos como “Crazy Train” e “Iron Man”, suas mãos sangraram em função dos cortes. Os headbangers, claro, foram ao delírio. Reza a lenda que Wylde teria ficado “puto” com a plateia que afanou sua guitarra num momento em que o músico se empolgou e chegou mais perto dos fãs. Ozzy 3 4. Ozzy se enrola na bandeira do Grêmio em ginásio do Internacional Todos sabem que Ozzy é um cara ousado. Mas ninguém esperava que ele fosse mexer com umas das principais rivalidades do nosso futebol. Em 2011, logo no início de sua apresentação no Gigantinho, em Porto Alegre, ginásio que pertence ao Internacional, Ozzy se enrolou na bandeira do Grêmio, arquirrival dos colorados. Apesar da gafe, a reação do público foi tranquila e o que se ouviu foi apenas a disputa de gritos entre os torcedores metaleiros. É claro que ele não fez de propósito. As bandeiras do Grêmio e do Brasil são muito parecidas, afinal de contas... ozzy 4 5. Em suas memórias, Ozzy lamentou não ter conhecido “as garotas de Ipanema” Apesar da apresentação inesquecível no primeiro Rock in Rio, posteriormente, em sua autobiografia Ozzy revelou não ter ficado com uma boa impressão da Cidade Maravilhosa e escreveu: “Esperava ver a ‘Garota de Ipanema’ em cada esquina, mas não vi nenhuma. Havia só um monte de crianças pobres correndo pelo lugar como ratos. As pessoas eram ou absurdamente ricas ou viviam nas ruas – parecia não haver nada no meio."   Kiss, os cavaleiros de Satã que curtem Sonia Braga 1.Primeira vinda quase foi impedida por fanáticos religiosos Em 1983, em sua primeira passagem por aqui, o Kiss se apresentou nos estádios do Maracanã e do Morumbi. Foram os últimos shows que a banda fez antes de abandonar as maquiagens por um bom tempo. Na casa do tricolor paulista, nada menos do que 125 mil pessoas assistiram ao show, que quase não foi realizado por causa de um obstáculo divino: fanáticos religiosos queriam impedir que o show se realizasse, pois diziam que o nome do grupo correspondia à sigla “Knights In Service of Satan” (Cavaleiros a Serviço de Satã). Houve protesto nos arredores do estádio, mas o show rolou em paz e entrou para a história como o maior público individual do Kiss. Kiss 1 2. Ao lado de Serginho Groisman, o linguarudo só queria saber de bunda Como divulgação do álbum Revenge (1994), o Kiss veio ao Brasil para um show no mesmo Monsters of Rock, há 20 anos. Na ocasião, os quatro integrantes se apresentaram no antigo Programa Livre, do SBT, comandado por Serginho Groisman. Com direito ao famoso “fala, garoto!” dirigido aos ídolos, os fãs da pequena plateia estavam nada menos do que extasiados. A cada resposta, Gene Simmons arrematava com um “sua bunda é linda”. Kiss 2 3. A formação clássica estreia no Brasil evocando Sergio Mendes e Sonia Braga Em 1999, o Brasil assistiu à formação clássica do Kiss pela primeira vez. Os shows rolaram em São Paulo e Porto Alegre. Paul Stanley, Gene Simmons, Ace Frehley e Peter Criss subiram ao palco montado em Interlagos – mais especificamente, na Curva do Laranjinha – sob um frio de menos de 10 graus, enquanto a plateia colocava seus óculos 3D, novidade da turnê Psycho Circus. Stanley e Simmons fizeram menções curiosas ao país: o guitarrista citou o músico Sergio Mendes e o disco Brazil 66, enquanto o linguarudo lembrou, com sotaque gringo, a atriz Sonia Braga.  Na apresentação, a plateia queria ouvir “I Love It Loud” – hit da época da primeira vinda do Kiss, em 1983. Mas o que o povo parecia não saber é que a faixa não havia sido gravada pela formação clássica. Ou seja: o pedido não seria atendido de forma alguma. 4. De lambuja, Kiss introduz o freak show do Rammstein no Brasil O alemães do Rammstein aqueceram o palco para o Kiss nos dois shows de 1999. À época, a banda era totalmente desconhecida no Brasil e fez um show bizarro, com direito à pirotecnia e ao vocalista Till Lindemann correndo de um lado para o outro usando um pinto de borracha. A plateia não entendeu direito o freak show da atração de abertura e protestou com gritos de “Kiss! Kiss! Kiss!”. O curioso é que o Rammstein voltou ao Brasil apenas 11 anos depois, em 2010, já devidamente consagrado. 5.Na última passagem, Paul Stanley puxou a orelha na plateia Em 2012, no mais recente show do Kiss no Brasil, Paul Stanley deu um puxão de orelha nos fãs presentes na Arena Anhembi. Antes do bis, o músico brincou com o público ao dedilhar as famosas notas de “Stairway To Heaven”, clássico do Led Zeppelin. Após a plateia receber a canja com entusiasmo, Stanley interrompeu a canção e disse: “Vocês estão aqui para ouvir Kiss, certo?”. Certo! Kiss 5
  • HOT 100
    BRASIL
  • BILLBOARD
    200
  • HOT 100
    EUA
1
Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
2
Saudade
Eduardo Costa
3
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
4
Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
5
Aquela Pessoa
Henrique & Juliano
RANKING COMPLETO
NOTÍCIAS

Ozzy e Kiss: os cinco momentos mais doidos dos roqueiros no Brasil

por em 17/12/2014
Ozzy
Osbourne e Kiss foram confirmados hoje (17/12) como as principais atrações do Monsters of Rock, festival que será realizado em São Paulo, em abril de 2015. Tanto os caras pintadas quanto o comedor de morcegos já tiveram passagens marcantes pelo Brasil, não apenas por incendiarem o público, mas também por loucuras no backstage, em programas de TV e, claro, em cima do palco. Billboard Brasil listou os cincos momentos mais doidos de Ozzy e de Kiss no Brasil. A eles! (CLIQUE NAS IMAGENS PARA ASSISTIR AOS VÍDEOS) Ozzy, um visitante do barulho 1.       No primeiro contrato para tocar no Brasil, uma cláusula inusitada  A primeira vinda Ozzy ocorreu no lendário Rock In Rio de 1985. Com medo de que o famoso incidente em que ele comeu uma cabeça de morcego no palco se repetisse, Roberto Medina colocou uma cláusula no contrato que impedia o doidão de jantar qualquer animal que fosse atirado ao palco pela plateia. À época, o Príncipe das Trevas – numa fase bem gordinha –  divulgava o bem sucedido disco Bark At The Moon e se apresentou em duas datas na Cidade do Rock original. A curiosidade é que Ozzy nem era a primeira opção para a grade. A produção estava mais interessada no Def Leppard, que não pôde vir, pois o baterista havia sofrido um grave acidente de carro e perdido um dos braços. Em vez de morcego, Ozzy foi de urubu: num dos shows, ele vestiu uma camisa do Flamengo que jogaram no palco. Ozzy 1 2.  Na primeira vez no Monsters of Rock, Ozzy divide banheiro com Beavis & Butt-head Como aquecimento para o primeiro show de Ozzy no Monsters of Rock, em 1995, foi exibido no telão do Pacaembu um vídeo no qual o músico dividia um banheiro com os personagens do desenho Beavis & Butt-head. À época, a animação criada por Mike Judge – o mesmo de O Rei do Pedaço – fazia a alegria dos fãs na MTV. Ozzy 2 3.  O guitarrista doidão destrói o camarim e sangra no palco do Parque Antártica Na passagem de Ozzy por aqui em 2008, o guitarrista Zakk Wylde teve alguns “problemas” no camarim. Segundo a assessoria do evento, o músico socou as paredes do local e, ao fazer os solos de sucessos como “Crazy Train” e “Iron Man”, suas mãos sangraram em função dos cortes. Os headbangers, claro, foram ao delírio. Reza a lenda que Wylde teria ficado “puto” com a plateia que afanou sua guitarra num momento em que o músico se empolgou e chegou mais perto dos fãs. Ozzy 3 4. Ozzy se enrola na bandeira do Grêmio em ginásio do Internacional Todos sabem que Ozzy é um cara ousado. Mas ninguém esperava que ele fosse mexer com umas das principais rivalidades do nosso futebol. Em 2011, logo no início de sua apresentação no Gigantinho, em Porto Alegre, ginásio que pertence ao Internacional, Ozzy se enrolou na bandeira do Grêmio, arquirrival dos colorados. Apesar da gafe, a reação do público foi tranquila e o que se ouviu foi apenas a disputa de gritos entre os torcedores metaleiros. É claro que ele não fez de propósito. As bandeiras do Grêmio e do Brasil são muito parecidas, afinal de contas... ozzy 4 5. Em suas memórias, Ozzy lamentou não ter conhecido “as garotas de Ipanema” Apesar da apresentação inesquecível no primeiro Rock in Rio, posteriormente, em sua autobiografia Ozzy revelou não ter ficado com uma boa impressão da Cidade Maravilhosa e escreveu: “Esperava ver a ‘Garota de Ipanema’ em cada esquina, mas não vi nenhuma. Havia só um monte de crianças pobres correndo pelo lugar como ratos. As pessoas eram ou absurdamente ricas ou viviam nas ruas – parecia não haver nada no meio."   Kiss, os cavaleiros de Satã que curtem Sonia Braga 1.Primeira vinda quase foi impedida por fanáticos religiosos Em 1983, em sua primeira passagem por aqui, o Kiss se apresentou nos estádios do Maracanã e do Morumbi. Foram os últimos shows que a banda fez antes de abandonar as maquiagens por um bom tempo. Na casa do tricolor paulista, nada menos do que 125 mil pessoas assistiram ao show, que quase não foi realizado por causa de um obstáculo divino: fanáticos religiosos queriam impedir que o show se realizasse, pois diziam que o nome do grupo correspondia à sigla “Knights In Service of Satan” (Cavaleiros a Serviço de Satã). Houve protesto nos arredores do estádio, mas o show rolou em paz e entrou para a história como o maior público individual do Kiss. Kiss 1 2. Ao lado de Serginho Groisman, o linguarudo só queria saber de bunda Como divulgação do álbum Revenge (1994), o Kiss veio ao Brasil para um show no mesmo Monsters of Rock, há 20 anos. Na ocasião, os quatro integrantes se apresentaram no antigo Programa Livre, do SBT, comandado por Serginho Groisman. Com direito ao famoso “fala, garoto!” dirigido aos ídolos, os fãs da pequena plateia estavam nada menos do que extasiados. A cada resposta, Gene Simmons arrematava com um “sua bunda é linda”. Kiss 2 3. A formação clássica estreia no Brasil evocando Sergio Mendes e Sonia Braga Em 1999, o Brasil assistiu à formação clássica do Kiss pela primeira vez. Os shows rolaram em São Paulo e Porto Alegre. Paul Stanley, Gene Simmons, Ace Frehley e Peter Criss subiram ao palco montado em Interlagos – mais especificamente, na Curva do Laranjinha – sob um frio de menos de 10 graus, enquanto a plateia colocava seus óculos 3D, novidade da turnê Psycho Circus. Stanley e Simmons fizeram menções curiosas ao país: o guitarrista citou o músico Sergio Mendes e o disco Brazil 66, enquanto o linguarudo lembrou, com sotaque gringo, a atriz Sonia Braga.  Na apresentação, a plateia queria ouvir “I Love It Loud” – hit da época da primeira vinda do Kiss, em 1983. Mas o que o povo parecia não saber é que a faixa não havia sido gravada pela formação clássica. Ou seja: o pedido não seria atendido de forma alguma. 4. De lambuja, Kiss introduz o freak show do Rammstein no Brasil O alemães do Rammstein aqueceram o palco para o Kiss nos dois shows de 1999. À época, a banda era totalmente desconhecida no Brasil e fez um show bizarro, com direito à pirotecnia e ao vocalista Till Lindemann correndo de um lado para o outro usando um pinto de borracha. A plateia não entendeu direito o freak show da atração de abertura e protestou com gritos de “Kiss! Kiss! Kiss!”. O curioso é que o Rammstein voltou ao Brasil apenas 11 anos depois, em 2010, já devidamente consagrado. 5.Na última passagem, Paul Stanley puxou a orelha na plateia Em 2012, no mais recente show do Kiss no Brasil, Paul Stanley deu um puxão de orelha nos fãs presentes na Arena Anhembi. Antes do bis, o músico brincou com o público ao dedilhar as famosas notas de “Stairway To Heaven”, clássico do Led Zeppelin. Após a plateia receber a canja com entusiasmo, Stanley interrompeu a canção e disse: “Vocês estão aqui para ouvir Kiss, certo?”. Certo! Kiss 5