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Para celebrar uma década de carreira, Anna Ratto lança DVD

por em 28/05/2015
Por Rodrigo Amaral da Rocha
A cantora Anna Ratto está completando dez anos de carreira. Com três álbuns de estúdio lançados, o quarto vai ter que esperar mais um pouquinho. Isso porque a primeira década terá como marco o lançamento do primeiro DVD, iniciativa que, pra ela, é vista  como “um passo ousado”. Com direção artística assinada pela cantora Roberta Sá, o registro audiovisual conta com a participação especial de Erasmo Carlos e um repertório bem conhecido. Anna optou por registar uma compilação dos dez anos de estrada, além de “composições-referências” para a carioca, de artistas como Novos Baianos, Gilberto Gil e Belchior. Antes de cair na estrada com o novo trabalho, o lançamento do DVD será numa única apresentação, realizada nesta sexta-feira (29/05), no Solar de Botafogo, no Rio de Janeiro. Em entrevista a Billboard Brasil, Anna Ratto falou sobre a estreia no formato DVD, a satisfação de contar com o Tremendão no novo trabalho e os dez anos de carreira. Por que gravar um DVD em vez de um CD de inéditas? Comecei a sentir a necessidade de unir o som e a imagem. Faltava esse material. Eu vinha recebendo feedbacks tão bacanas sobre o show, da força maior do "ao vivo", do entrosamento no palco, que achei que seria um desperdício passar para um quarto trabalho de estúdio sem esse registro. Por mais que eu tenha três discos lançados e algumas músicas com algum destaque, o todo ainda é muito novo/inédito. O DVD acaba sendo uma forma de dar mais alcance ao que já foi produzido. Junta nome à pessoa. E traz o vigor que só se concretiza no palco. É, de certa forma, o fechamento de um primeiro ciclo. Como aconteceram as participações na gravação, como a do Erasmo Carlos?  Gravei "Cachaça Mecânica", do Erasmo, no meu segundo disco [Girando]. Daquela safra genial dele, de 1973, que o meu produtorRodrigo Vidal me apresentou porque achava a "minha cara". Não deu outra. Pirei. Gravei!  É uma das melhores do meu repertório, sem a menor dúvida. Quando começamos a pensar nos convidados, o nome dele veio de cara! Fiquei toda prosa quando ele aceitou. Ter o Erasmo num registro eterno meu é coisa pra se guardar com muita força. Sensação de chegar num lugar realmente especial. Foi lindo! Qual o balanço que você faz desses dez anos? Gosto muito do que vejo quando olho pra trás. Enxergo cada conquista. De cada tempo. Nos seus tamanhos. Cimento no tijolo. Acho que houve um amadurecimento natural ao longo desses anos, claro. Muito trabalho também. Muito “querer”. A repetição, a insistência, o "fazer sem parar" aprimora, não há como negar. E aí, você se vê realizando um projeto cujas dificuldades conhecemos...Então, só pode ser sinal de que estamos na direção certa e de que as bases são sólidas. É isso. Vamos seguindo!
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Para celebrar uma década de carreira, Anna Ratto lança DVD

por em 28/05/2015
Por Rodrigo Amaral da Rocha
A cantora Anna Ratto está completando dez anos de carreira. Com três álbuns de estúdio lançados, o quarto vai ter que esperar mais um pouquinho. Isso porque a primeira década terá como marco o lançamento do primeiro DVD, iniciativa que, pra ela, é vista  como “um passo ousado”. Com direção artística assinada pela cantora Roberta Sá, o registro audiovisual conta com a participação especial de Erasmo Carlos e um repertório bem conhecido. Anna optou por registar uma compilação dos dez anos de estrada, além de “composições-referências” para a carioca, de artistas como Novos Baianos, Gilberto Gil e Belchior. Antes de cair na estrada com o novo trabalho, o lançamento do DVD será numa única apresentação, realizada nesta sexta-feira (29/05), no Solar de Botafogo, no Rio de Janeiro. Em entrevista a Billboard Brasil, Anna Ratto falou sobre a estreia no formato DVD, a satisfação de contar com o Tremendão no novo trabalho e os dez anos de carreira. Por que gravar um DVD em vez de um CD de inéditas? Comecei a sentir a necessidade de unir o som e a imagem. Faltava esse material. Eu vinha recebendo feedbacks tão bacanas sobre o show, da força maior do "ao vivo", do entrosamento no palco, que achei que seria um desperdício passar para um quarto trabalho de estúdio sem esse registro. Por mais que eu tenha três discos lançados e algumas músicas com algum destaque, o todo ainda é muito novo/inédito. O DVD acaba sendo uma forma de dar mais alcance ao que já foi produzido. Junta nome à pessoa. E traz o vigor que só se concretiza no palco. É, de certa forma, o fechamento de um primeiro ciclo. Como aconteceram as participações na gravação, como a do Erasmo Carlos?  Gravei "Cachaça Mecânica", do Erasmo, no meu segundo disco [Girando]. Daquela safra genial dele, de 1973, que o meu produtorRodrigo Vidal me apresentou porque achava a "minha cara". Não deu outra. Pirei. Gravei!  É uma das melhores do meu repertório, sem a menor dúvida. Quando começamos a pensar nos convidados, o nome dele veio de cara! Fiquei toda prosa quando ele aceitou. Ter o Erasmo num registro eterno meu é coisa pra se guardar com muita força. Sensação de chegar num lugar realmente especial. Foi lindo! Qual o balanço que você faz desses dez anos? Gosto muito do que vejo quando olho pra trás. Enxergo cada conquista. De cada tempo. Nos seus tamanhos. Cimento no tijolo. Acho que houve um amadurecimento natural ao longo desses anos, claro. Muito trabalho também. Muito “querer”. A repetição, a insistência, o "fazer sem parar" aprimora, não há como negar. E aí, você se vê realizando um projeto cujas dificuldades conhecemos...Então, só pode ser sinal de que estamos na direção certa e de que as bases são sólidas. É isso. Vamos seguindo!