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Parabéns, Jay Z! Os dez momentos em que o aniversariante do dia foi mais pop

por em 04/12/2014
ong>Por Maurício Amendola Um dos artistas mais poderosos da atualidade completa 45 anos hoje. Talentoso como rimador e mega empresário, com tentáculos espalhados por diversas áreas, Jay Z mal surgiu no mainstream e já sentou na janelinha. As costas Leste e Oeste americanas colhiam os cacos dos assassinatos de Tupac e Notorious B.I.G quando o disco Reasonable Doubt (1996) começava a despontar. Para a turma do rap, que ficara órfã de pai e mãe repentinamente, o trabalho do apelidado Hova soava como “a palavra da salvação” em meio ao banho de sangue. O sucesso foi tão grande nos anos seguintes que Jay Z jurou de pés juntos que Black Album (2003) seria seu último disco. Mudou de ideia pouco tempo depois, não sem antes protagonizar o primeiro show de um rapper no Madison Square Garden. Jay Z sempre foi ligeiro, sempre teve figuras celebradas ao seu redor. No documentário Fade To Black, que mostra a produção do Black Album e o show no MSG, Kanye West e Pharrell Williams lutam para conseguir emplacar uma produção no então “último” disco de Hova (só as batidas de Timbaland conquistam o artista de cara). Veteranos do rap – como Ghostface Killah, do Wu-Tang Clan, e Common – prestaram tributo à despedida que não se concretizou. Versátil, Jay Z já se aventurou por outras vertentes musicais. De Linkin Park a Mariah Carey, passando por Justin Timberlake e a esposa Beyoncé, as parcerias com o rapper sempre obtiveram êxito. Seja nas que ele convoca ou nas quais é o convidado especial. Para celebrar seus 45 anos, Billboard Brasil listou dez empreitadas de Jay Z em outros estilos musicais. O que de forma alguma significa que o habilidoso MC – que até hoje não escreve suas letras no papel, grava tudo na cachola – se afasta do amado hip-hop. São provas de que Hova é antenado com a música pop e, além de influente, é onipresente. Comprove: (CLIQUE NAS IMAGENS PARA ASSISTIR AOS VÍDEOS) “Can’t Knock The Hustle”, parceria com Mary J. Blige (1996) A fórmula rapper + cantora, que apareceu em hits seguintes, foi utilizada pela primeira vez neste single de Reasonable Doubt, disco de estreia de Jay Z, lançado em 1996. Com a colaboração de Mary J. Blige e sua potente voz, “Can’t Knock The Hustle” é um cartão de visitas de Hova: rimas ferozes sobre sua vida – que havia acabado de se transformar – com pitadas de soul nos versos cantados por Mary J. Um clássico. can't knock the hustle   “Hard Knock Life (Ghetto Anthem)” (1998) Uma das canções mais populares da fase “pré-aposentadoria” de Jay Z, “Hard Knock Life” contém um sample, no mínimo, inusitado. O produtor The 45 King achou que o coro cantado por crianças do orfanato no musical Annie (1982) combinaria com a atmosfera da “vida difícil” da qual o rapper fala na letra. Funcionou. Até hoje, essa é uma das músicas que mais empolgam o público nas apresentações de Jay Z, muito por conta do sample. No Brasil, a faixa também se consolidou no imaginário popular do rap: Emicida a cita em “Ubuntu Fristaili”, no trecho “Toca um ‘ré laifai for rocdérelai for roc, for roc’”, imitando a pronúncia do refrão. hard knock life “Heartbreaker”, de Mariah Carey e Jay Z (1999) “Heartbreaker” mostra claramente as habilidades de Hova em colaborações com cantoras pop, ao aliar o estilo “gangsta-arrogante” com sua faceta romântica. O single foi um sucesso: duas semanas no topo do Hot 100, em outubro de 1999, e primeiro lugar em mais de dez países. Não seria leviano dizer que a fórmula “cantora pop + rapper” teve seu primeiro grande impacto com essa gravação. heartbreaker “I Just Wanna Love U (Give It 2 Me)”, com The Roots e Pharrell, no Unplugged MTV (2001) Apenas cinco anos depois de sua estreia no show biz, Jay Z já gravava um Acústico MTV. Com o competente instrumental do The Roots, o disco é um apanhado dos sucessos do rapper até então. Além da participação de Mary J Blige, o destaque fica para Pharrell, novinho e ainda desconhecido para o grande público – mas já muito visado pelos rimadores –, na canção “I Just Wanna Love U (Give It 2 Me)”. Muito antes de “Happy”, ele se dedicava ao duo The Neptunes (com Chad Hugo), que também assina a produção da faixa. Jay Z se ligou na voz marcante de Pharrell e o convocou para cantar no single do disco The Dysnaty: Roc La Familia (2000). O famoso falsete seria ouvido muitas vezes depois, como, por exemplo, em “Beautiful”, de Snoop Dogg. unplugged “Crazy In Love”, com Beyoncé (2003) Esta foi um marco nas carreiras de Jay Z e Beyoncé. Na verdade, “Crazy In Love” foi o primeiro passo para que o casal fosse visto praticamente como uma coisa só. Com sample de “Are You My Woman (Tell Me So)”, do grupo de soul The Chi-Lites, a faixa arrasa-quarteirão foi o primeiro single oficial da carreira solo de Beyoncé e o passo fundamental para Jay Z se tonar uma estrela mundial que transcendeu o universo do rap. Com nada menos do que oito semanas no topo do Hot 100, “Crazy In Love” foi o início de uma união que traria muitos frutos para o casal mais poderoso da música mundial. A faixa é frequentemente encontrada nos primeiros lugares das listas de melhores canções dos anos 2000. crazy in love Collision Course, disco com o Linkin Park (2004) Em 2004, Jay Z resolveu se aprofundar na sonoridade do rock. Depois de experimentar as rimas sob riffs de guitarras na explosiva “99 Problems” – produzida por Rick Rubin – no ano anterior, Hova gravou um disco inteiro com o Linkin Park. À época, a trupe de Mike Shinoda e Chester Bennington era o maior nome do rock mundial.Collision Course, que traz mashups muito bem executados entre músicas de Jay Z e Linkin Park, vendeu mais de 5 milhões de cópias no mundo todo e chegou ao topo do Billboard 200. O trabalho foi tão bem sucedido comercialmente que, neste ano, foi lançada uma edição de aniversário de dez anos especialmente para o Record Store Day. linkin park   “Umbrella”, com Rihanna (2007) Um dos maiores hits – senão o maior – dos anos 2000 tinha que ter o dedo de Jay Z. “Umbrella” foi composta originalmente para Britney Spears, mas assim que a gravadora da cantora rejeitou a oferta, o presente caiu no colo de Rihanna. A faixa ficou em primeiro lugar em mais de 20 países e sete semanas consecutivas no topo do Hot 100. Com refrão chiclete e o “ela, ela, ela” que cativa na primeira audição, a canção é uma das aparições mais bem sucedidas de Jay no universo pop. umbrella   “Empire State Of Mind”, com Alicia Keys (2009) A declaração de amor a Nova York foi produzida a partir de uma melodia de Alicia Keys, agregada às rimas de Jay Z. Com sample de “Love On A Two-Way Street”, do The Moments, “Empire State Of Mind” foi o primeiro número 1 do rapper no Hot 100, como artista principal. A poderosa canção permaneceu no topo por cinco semanas consecutivas e levou o Grammy de Melhor Música de Rap. E a lista de parcerias bem sucedidas de Hova só aumentava... empire state of mind   “Otis”, com Kanye West (2011) Em 2011, os amiguinhos – nada modestos – Kanye West e Jay Z lançaram o disco Watch The Throne. A parceria vinha de longa data. É possível dizer que Jay é o padrinho musical de Kanye: ainda na fase do Black Album, no início dos anos 2000, Jay convocou o amigo – à época, muito mais beatmaker do que rapper – para produzir as faixas “Encore” e “Luficer” (a segunda, provavelmente o sample mais certeiro de Mr. West). No documentário Fade To Black (2004), que mostra o famoso “último” show de sua carreira, fica claro que Jay Z vê algo de excepcional em Kanye. “Há algumas pessoas que você simplesmente sabe que vão brilhar”, diz, em determinado momento. Hova certamente sabia que, naquele mesmo ano, chegaria ao mercado The College Dropout, estreia de Kanye West como rapper e unanimidade de público e crítica. Em “Otis”, os dois pagam tributo a um dos artistas mais sampleados de todos os tempos no rap: Otis Redding. Com sample de “Try A Little Tenderness”, a faixa chegou ao 12º lugar do Hot 100. Dois rappers desse tamanho num mesmo disco... Não tinha como dar errado. otis “Suit & Tie”, com Justin Timberlake (2011) Jay Z, que, como a lista provou, não tem nada de bobo, também apareceu no retorno de Justin Timberlake após sete anos dedicados ao cinema. O carro-chefe de The 20/20 Experience (2013), “Suit & Tie”, um pop com toques de R&B a la Off The Wall, traz Hova rimando nos momentos finais. Tem espaço até para um “Hey, get out of your seat, Hov”, proferido por JT antes de Jay entrar rimando de forma arrastada, no contra tempo da base da canção. A música, inclusive, se transforma para a chegada do rapper: as batidas por minuto caem, ao mesmo tempo em que são acentuadas, anunciando que “agora é o rap!”. Afinal, Hova se aventura pelo pop, mas o seu lance, todos sabem, é o hip hop. E o pessoal que se vire... suit and tie https://www.youtube.com/watch?v=rT5xzPAh63g
  • HOT 100
    BRASIL
  • BILLBOARD
    200
  • HOT 100
    EUA
1
Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
2
Saudade
Eduardo Costa
3
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
4
Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
5
Aquela Pessoa
Henrique & Juliano
RANKING COMPLETO
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Parabéns, Jay Z! Os dez momentos em que o aniversariante do dia foi mais pop

por em 04/12/2014
ong>Por Maurício Amendola Um dos artistas mais poderosos da atualidade completa 45 anos hoje. Talentoso como rimador e mega empresário, com tentáculos espalhados por diversas áreas, Jay Z mal surgiu no mainstream e já sentou na janelinha. As costas Leste e Oeste americanas colhiam os cacos dos assassinatos de Tupac e Notorious B.I.G quando o disco Reasonable Doubt (1996) começava a despontar. Para a turma do rap, que ficara órfã de pai e mãe repentinamente, o trabalho do apelidado Hova soava como “a palavra da salvação” em meio ao banho de sangue. O sucesso foi tão grande nos anos seguintes que Jay Z jurou de pés juntos que Black Album (2003) seria seu último disco. Mudou de ideia pouco tempo depois, não sem antes protagonizar o primeiro show de um rapper no Madison Square Garden. Jay Z sempre foi ligeiro, sempre teve figuras celebradas ao seu redor. No documentário Fade To Black, que mostra a produção do Black Album e o show no MSG, Kanye West e Pharrell Williams lutam para conseguir emplacar uma produção no então “último” disco de Hova (só as batidas de Timbaland conquistam o artista de cara). Veteranos do rap – como Ghostface Killah, do Wu-Tang Clan, e Common – prestaram tributo à despedida que não se concretizou. Versátil, Jay Z já se aventurou por outras vertentes musicais. De Linkin Park a Mariah Carey, passando por Justin Timberlake e a esposa Beyoncé, as parcerias com o rapper sempre obtiveram êxito. Seja nas que ele convoca ou nas quais é o convidado especial. Para celebrar seus 45 anos, Billboard Brasil listou dez empreitadas de Jay Z em outros estilos musicais. O que de forma alguma significa que o habilidoso MC – que até hoje não escreve suas letras no papel, grava tudo na cachola – se afasta do amado hip-hop. São provas de que Hova é antenado com a música pop e, além de influente, é onipresente. Comprove: (CLIQUE NAS IMAGENS PARA ASSISTIR AOS VÍDEOS) “Can’t Knock The Hustle”, parceria com Mary J. Blige (1996) A fórmula rapper + cantora, que apareceu em hits seguintes, foi utilizada pela primeira vez neste single de Reasonable Doubt, disco de estreia de Jay Z, lançado em 1996. Com a colaboração de Mary J. Blige e sua potente voz, “Can’t Knock The Hustle” é um cartão de visitas de Hova: rimas ferozes sobre sua vida – que havia acabado de se transformar – com pitadas de soul nos versos cantados por Mary J. Um clássico. can't knock the hustle   “Hard Knock Life (Ghetto Anthem)” (1998) Uma das canções mais populares da fase “pré-aposentadoria” de Jay Z, “Hard Knock Life” contém um sample, no mínimo, inusitado. O produtor The 45 King achou que o coro cantado por crianças do orfanato no musical Annie (1982) combinaria com a atmosfera da “vida difícil” da qual o rapper fala na letra. Funcionou. Até hoje, essa é uma das músicas que mais empolgam o público nas apresentações de Jay Z, muito por conta do sample. No Brasil, a faixa também se consolidou no imaginário popular do rap: Emicida a cita em “Ubuntu Fristaili”, no trecho “Toca um ‘ré laifai for rocdérelai for roc, for roc’”, imitando a pronúncia do refrão. hard knock life “Heartbreaker”, de Mariah Carey e Jay Z (1999) “Heartbreaker” mostra claramente as habilidades de Hova em colaborações com cantoras pop, ao aliar o estilo “gangsta-arrogante” com sua faceta romântica. O single foi um sucesso: duas semanas no topo do Hot 100, em outubro de 1999, e primeiro lugar em mais de dez países. Não seria leviano dizer que a fórmula “cantora pop + rapper” teve seu primeiro grande impacto com essa gravação. heartbreaker “I Just Wanna Love U (Give It 2 Me)”, com The Roots e Pharrell, no Unplugged MTV (2001) Apenas cinco anos depois de sua estreia no show biz, Jay Z já gravava um Acústico MTV. Com o competente instrumental do The Roots, o disco é um apanhado dos sucessos do rapper até então. Além da participação de Mary J Blige, o destaque fica para Pharrell, novinho e ainda desconhecido para o grande público – mas já muito visado pelos rimadores –, na canção “I Just Wanna Love U (Give It 2 Me)”. Muito antes de “Happy”, ele se dedicava ao duo The Neptunes (com Chad Hugo), que também assina a produção da faixa. Jay Z se ligou na voz marcante de Pharrell e o convocou para cantar no single do disco The Dysnaty: Roc La Familia (2000). O famoso falsete seria ouvido muitas vezes depois, como, por exemplo, em “Beautiful”, de Snoop Dogg. unplugged “Crazy In Love”, com Beyoncé (2003) Esta foi um marco nas carreiras de Jay Z e Beyoncé. Na verdade, “Crazy In Love” foi o primeiro passo para que o casal fosse visto praticamente como uma coisa só. Com sample de “Are You My Woman (Tell Me So)”, do grupo de soul The Chi-Lites, a faixa arrasa-quarteirão foi o primeiro single oficial da carreira solo de Beyoncé e o passo fundamental para Jay Z se tonar uma estrela mundial que transcendeu o universo do rap. Com nada menos do que oito semanas no topo do Hot 100, “Crazy In Love” foi o início de uma união que traria muitos frutos para o casal mais poderoso da música mundial. A faixa é frequentemente encontrada nos primeiros lugares das listas de melhores canções dos anos 2000. crazy in love Collision Course, disco com o Linkin Park (2004) Em 2004, Jay Z resolveu se aprofundar na sonoridade do rock. Depois de experimentar as rimas sob riffs de guitarras na explosiva “99 Problems” – produzida por Rick Rubin – no ano anterior, Hova gravou um disco inteiro com o Linkin Park. À época, a trupe de Mike Shinoda e Chester Bennington era o maior nome do rock mundial.Collision Course, que traz mashups muito bem executados entre músicas de Jay Z e Linkin Park, vendeu mais de 5 milhões de cópias no mundo todo e chegou ao topo do Billboard 200. O trabalho foi tão bem sucedido comercialmente que, neste ano, foi lançada uma edição de aniversário de dez anos especialmente para o Record Store Day. linkin park   “Umbrella”, com Rihanna (2007) Um dos maiores hits – senão o maior – dos anos 2000 tinha que ter o dedo de Jay Z. “Umbrella” foi composta originalmente para Britney Spears, mas assim que a gravadora da cantora rejeitou a oferta, o presente caiu no colo de Rihanna. A faixa ficou em primeiro lugar em mais de 20 países e sete semanas consecutivas no topo do Hot 100. Com refrão chiclete e o “ela, ela, ela” que cativa na primeira audição, a canção é uma das aparições mais bem sucedidas de Jay no universo pop. umbrella   “Empire State Of Mind”, com Alicia Keys (2009) A declaração de amor a Nova York foi produzida a partir de uma melodia de Alicia Keys, agregada às rimas de Jay Z. Com sample de “Love On A Two-Way Street”, do The Moments, “Empire State Of Mind” foi o primeiro número 1 do rapper no Hot 100, como artista principal. A poderosa canção permaneceu no topo por cinco semanas consecutivas e levou o Grammy de Melhor Música de Rap. E a lista de parcerias bem sucedidas de Hova só aumentava... empire state of mind   “Otis”, com Kanye West (2011) Em 2011, os amiguinhos – nada modestos – Kanye West e Jay Z lançaram o disco Watch The Throne. A parceria vinha de longa data. É possível dizer que Jay é o padrinho musical de Kanye: ainda na fase do Black Album, no início dos anos 2000, Jay convocou o amigo – à época, muito mais beatmaker do que rapper – para produzir as faixas “Encore” e “Luficer” (a segunda, provavelmente o sample mais certeiro de Mr. West). No documentário Fade To Black (2004), que mostra o famoso “último” show de sua carreira, fica claro que Jay Z vê algo de excepcional em Kanye. “Há algumas pessoas que você simplesmente sabe que vão brilhar”, diz, em determinado momento. Hova certamente sabia que, naquele mesmo ano, chegaria ao mercado The College Dropout, estreia de Kanye West como rapper e unanimidade de público e crítica. Em “Otis”, os dois pagam tributo a um dos artistas mais sampleados de todos os tempos no rap: Otis Redding. Com sample de “Try A Little Tenderness”, a faixa chegou ao 12º lugar do Hot 100. Dois rappers desse tamanho num mesmo disco... Não tinha como dar errado. otis “Suit & Tie”, com Justin Timberlake (2011) Jay Z, que, como a lista provou, não tem nada de bobo, também apareceu no retorno de Justin Timberlake após sete anos dedicados ao cinema. O carro-chefe de The 20/20 Experience (2013), “Suit & Tie”, um pop com toques de R&B a la Off The Wall, traz Hova rimando nos momentos finais. Tem espaço até para um “Hey, get out of your seat, Hov”, proferido por JT antes de Jay entrar rimando de forma arrastada, no contra tempo da base da canção. A música, inclusive, se transforma para a chegada do rapper: as batidas por minuto caem, ao mesmo tempo em que são acentuadas, anunciando que “agora é o rap!”. Afinal, Hova se aventura pelo pop, mas o seu lance, todos sabem, é o hip hop. E o pessoal que se vire... suit and tie https://www.youtube.com/watch?v=rT5xzPAh63g