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Parcial: Os melhores álbuns de 2017

Com menos de 1/4 do ano pela frente, já é possível adiantar a esperada lista de final de ano - até agora

por Redação em 04/09/2017

Chegamos ao mês de setembro deste longo 2017 e, faltando menos de 1/4 do ano para a entrada de 2018, já é possível elencar alguns dos seus melhores álbuns.

Do pop de Dua Lipa ao metal de Body Count, passando pelo rock do Plutão Já Foi Planeta e pelo retorno de Lorde, 2017 já viu e ouviu muita coisa boa. Veja abaixo a lista da redação da Billboard Brasil:

Kehlani – SweetSexySavage

Cantora e compositora, foi indicada para o Grammy de Melhor Álbum Contemporâneo Urbano em 2016. Com esse lançamento, mostra que consegue, com facilidade, entregar um trabalho coeso, atual, mas cheio de referências e com aquele gostinho de nostalgia de mulheres empoderadas do hip hop dos anos 1990 e 2000, como Aaliyah e Destiny's Child – que podem até se apaixonar pelo cara errado, mas sabem que são melhores que isso e que podem ser quem bem entenderem.

Reprodução

Drake – More Life

Para suceder o estouro que foi o álbum VIEWS, Drake resolveu apresentar um projeto que chamou de playlist. Aqui, ele propõe mais um giro por várias sonoridades e gêneros, incluindo hip hop, R&B, dancehall, grime, trap e afrobeat, aprimorando o que já tinha sido iniciado no trabalho anterior. A pluralidade de vozes – o projeto conta com várias participações, incluindo Kanye West, Travis Scott e 2 Chainz – e de produtores enriqueceu o resultado final. Ainda que longo, com 22 faixas, o disco é coeso e firma Drake como um formador de tendências musicais.

Reprodução

Charli XCX – Number 1 Angel

A graça de Charli XCX é saber de seu talento para compor grandes hits pop arroz-com-feijão para os outros, mas ousar e experimentar em seus próprios trabalhos. As letras de Charli não fogem dos temas clássicos do gênero, como amor, sexo e festas, mas a diferença está na sonoridade. Cheio de sintetizadores e batidas distorcidas, o trabalho, curiosamente chamado de mixtape pela artista, traz versatilidade e ousadia em um momento em que a maioria dos cantores seguem fórmulas bem-sucedidas. Conta com as participações de MØ, Starrah, Raye, ABRA e Cupcakke – todas mulheres.

Reprodução

Aláfia – São Paulo Não É Sopa

O terceiro álbum do Aláfia é temático: sobre São Paulo. Centro e periferia aparecem em histórias e personagens – e o momento político da cidade não é deixado de lado. A música “Liga Nas De Cem” já causou polêmica ao ter versos censurados em apresentação na TV Cultura.

Reprodução

Marcelo Yuka – Canções Para Depois do Ódio

Yuka convidou o cantor e ator Bukassa Kabengele para assumiu os vocais do seu álbum, lançado no comecinho de 2017. O fundador e ex-integrante d’O Rappa tem outros convidados de peso no álbum, como Céu, Cibelle, Seu Jorge e Black Alien, para viajar no groove, no reggae e nos sons africanos.

Reprodução

Kendrick Lamar – DAMN.

Lamar brinca de mocinho e vilão no seu quarto álbum – as músicas se revezam entre humildade e maldade, com o rapper provando que é um ótimo contador de histórias. Rihanna e U2 estão no álbum, em ótimas participações.

Reprodução

Zara Larsson – So Good

A sueca explodiu com o single “Lush Life”, que apesar de ter sido lançado em 2015, faz parte deste álbum. So Good é um respiro no meio de tanta tentativa de trazer discussões mais sérias e um som mais alternativo para o pop, em tempos de urban conceitual. Aqui, ouvimos puro pop, envolvente, despretensioso. Até podemos lembrar Rihanna em algumas faixas pela influência R&B. Conta com as participações de Ty Dolla $ign, MNEK e WizKid.

Reprodução

Leandro Lehart – Violão É No Fundo De Quintal

Lançado nas plataformas digitais no finalzinho de 2016, ganhou divulgação e show de lançamento apenas em abril. O álbum é uma homenagem emocionada de Lehart, ex-líder do Art Popular, ao seu grande inspirador, o Grupo Fundo de Quintal. Lehart prova que só voz e violão bastam para fazer samba dos bons.

Reprodução

Tupimasala – Vênus

Ótima surpresa no pop nacional! Tons retrôs, sintetizadores, muita purpurina e boas letras dão o tom do segundo álbum do Tupimasala – com destaque para o single “Branca”, que teve o clipe lançado pela Billboard Brasil.

Reprodução

Criolo – Espiral de Ilusão

Sem muito alarde, Criolo juntou 10 sambas inéditos e lançou o álbum no finalzinho do mês de abril. A ideia é mostrar que o rapper também pode sambar, muito além de “Linha De Frente”, música que fecha Nó Na Orelha, de 2011, disco que apresentou Criolo ao grande público. E há algo em comum entre essa faixa e o novo álbum: Pagode da 27. O grande parceiro de Criolo no samba é Ricardo Rabelo, “maestro” da roda de samba do Pagode da 27, no Grajaú, extremo sul de São Paulo. Em Espiral de Ilusão, oito música são de Criolo, uma de Criolo, Rabelo e Jefferson Santiago e outra de Rabelo e Dito Silva).

Reprodução

Body Count – Bloodlust

Não sei se você já reparou, mas o Ice-T é um dos artistas mais multifacetados que você pode conhecer. Não contente em ser um dos pioneiros do gangsta rap, é ator (está há nada menos do que 17 anos no elenco de Law & Order: Special Victims Unit), personagem de reality show, marido de socialite (a excêntrica Nicole "Coco Marie" Austin) e vocalista de banda de metal, a Body Count. Em março, a banda soltou seu álbum cheio de referências a Slayer e outros nomes do som extremo. Detalhe para a pessimista “All Love Is Lost”, com Max Cavalera e “Civil War”, que abre o álbum, com Dave Mustaine do Megadeth.

Divulgação

Dua Lipa – Dua Lipa

Em seu disco de estreia, a cantora apresentou um trabalho com muitas músicas já conhecidas do público, lançadas anteriormente, mas que se encaixam perfeitamente com as faixas inéditas, cantando principalmente sobre o tema mais comum aos jovens da sua idade: relacionamentos amorosos. O destaque fica para a voz grave e poderosa de Dua Lipa, que se apresenta para o público com um álbum coeso e fortes singles, ainda que longo, com 17 faixas.

Divulgação

Paramore – After Laughter

Depois de muitas idas e vindas de integrantes e o espaço de tempo de quatro anos, a banda lançou After Laughter, o próximo passo do grupo em direção a uma sonoridade mais pop/eletrônica de forma madura e coesa, distanciando-se da origem mais próxima do finado rock emo. Hayley Williams não lembra em nada a garota do início da banda e é justamente sobre seu crescimento – e principalmente, sobre sua depressão – que o disco trata. Apesar da temática pesada e com letras que tratam do assunto, a banda consegue apresentar músicas com uma sonoridade solar, inspirando-se fortemente na onda oitentista que tem feito sucesso ultimamente, e traz um visual muito mais colorido que os usados anteriormente pelo grupo… dessa vez longe do cabelo de Hayley.

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Plutão Já Foi Planeta – A Última Palavra Feche a Porta

Segundo algum do grupo de Natal, Rio Grande do Norte, A Última Palavra Feche a Porta chega depois da aparição do grupo para o grande público e assinatura com o selo SLAP, da Som Livre. O pop ensolarado do grupo é reforçado pela voz de Natália Noronha e pela produção de Gustavo Ruiz (irmão e produtor de Tulipa Ruiz). Destaque para as faixas “Me Leve”, “Insone” (com Liniker) e “Duas” (com Maria Gadú).

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João Donato e Donatinho – Sintetizamor

Quem diria que aos 83 anos, o acriano João Donato fosse lançar um álbum de música eletrônica. Em dupla com seu filho, Donatinho, Donato explora as teclas como sempre, mas com o auxílio de sintetizadores e efeitos. Donatinho abusa dos efeitos de voz. O trabalho é tão completo que tem faixas, como “Interstellar”, que poderiam estar tranquilamente em um disco do Bruno Mars. Já “Surreal” poderia ser uma música do Daft Punk.

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Lorde – Melodrama

Quase quatro anos após surgir no cenário musical e fazer barulho com Pure Heroine, Lorde voltou aos holofotes com Melodrama, que conta com a produção de Jack Antonoff. O disco retrata em suas letras as mudanças que aconteceram na vida da cantora após o sucesso, sobre sua transição para a vida adulta e sobre suas descobertas como uma jovem mulher. Seu pop, ainda que fácil de consumir, foge completamente do que costuma ser feito justamente pelo teor das letras, às vezes um tanto sombrias e com tiradas inesperadas, expondo nossas verdadeiras faces como pessoas. A sua voz continua a transmitir uma infinidade de sentimentos, agora com uma produção que trouxe uma sonoridade mais orgânica e menos eletrônica que seu antecessor.

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SZA – Ctrl

Com trabalho apresentado anteriormente em mixtapes e EPs, além de cantar na faixa “Consideration” do último álbum de Rihanna, o primeiro álbum de estúdio, Ctrl, era esperado com ansiedade. Sem se esconder, ainda mais por se tratar de sua apresentação oficial ao mundo da música, a cantora já mergulha em seus problemas de relacionamento e os expõe, assim como suas inseguranças, vontades, fragilidades e sonhos.

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  • HOT 100
    BRASIL
  • BILLBOARD
    200
  • HOT 100
    EUA
1
Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
2
Amor Da Sua Cama
Felipe Araújo
3
Saudade
Eduardo Costa
4
Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
5
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
RANKING COMPLETO
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Com menos de 1/4 do ano pela frente, já é possível adiantar a esperada lista de final de ano - até agora

por Redação em 04/09/2017

Chegamos ao mês de setembro deste longo 2017 e, faltando menos de 1/4 do ano para a entrada de 2018, já é possível elencar alguns dos seus melhores álbuns.

Do pop de Dua Lipa ao metal de Body Count, passando pelo rock do Plutão Já Foi Planeta e pelo retorno de Lorde, 2017 já viu e ouviu muita coisa boa. Veja abaixo a lista da redação da Billboard Brasil:

Kehlani – SweetSexySavage

Cantora e compositora, foi indicada para o Grammy de Melhor Álbum Contemporâneo Urbano em 2016. Com esse lançamento, mostra que consegue, com facilidade, entregar um trabalho coeso, atual, mas cheio de referências e com aquele gostinho de nostalgia de mulheres empoderadas do hip hop dos anos 1990 e 2000, como Aaliyah e Destiny's Child – que podem até se apaixonar pelo cara errado, mas sabem que são melhores que isso e que podem ser quem bem entenderem.

Reprodução

Drake – More Life

Para suceder o estouro que foi o álbum VIEWS, Drake resolveu apresentar um projeto que chamou de playlist. Aqui, ele propõe mais um giro por várias sonoridades e gêneros, incluindo hip hop, R&B, dancehall, grime, trap e afrobeat, aprimorando o que já tinha sido iniciado no trabalho anterior. A pluralidade de vozes – o projeto conta com várias participações, incluindo Kanye West, Travis Scott e 2 Chainz – e de produtores enriqueceu o resultado final. Ainda que longo, com 22 faixas, o disco é coeso e firma Drake como um formador de tendências musicais.

Reprodução

Charli XCX – Number 1 Angel

A graça de Charli XCX é saber de seu talento para compor grandes hits pop arroz-com-feijão para os outros, mas ousar e experimentar em seus próprios trabalhos. As letras de Charli não fogem dos temas clássicos do gênero, como amor, sexo e festas, mas a diferença está na sonoridade. Cheio de sintetizadores e batidas distorcidas, o trabalho, curiosamente chamado de mixtape pela artista, traz versatilidade e ousadia em um momento em que a maioria dos cantores seguem fórmulas bem-sucedidas. Conta com as participações de MØ, Starrah, Raye, ABRA e Cupcakke – todas mulheres.

Reprodução

Aláfia – São Paulo Não É Sopa

O terceiro álbum do Aláfia é temático: sobre São Paulo. Centro e periferia aparecem em histórias e personagens – e o momento político da cidade não é deixado de lado. A música “Liga Nas De Cem” já causou polêmica ao ter versos censurados em apresentação na TV Cultura.

Reprodução

Marcelo Yuka – Canções Para Depois do Ódio

Yuka convidou o cantor e ator Bukassa Kabengele para assumiu os vocais do seu álbum, lançado no comecinho de 2017. O fundador e ex-integrante d’O Rappa tem outros convidados de peso no álbum, como Céu, Cibelle, Seu Jorge e Black Alien, para viajar no groove, no reggae e nos sons africanos.

Reprodução

Kendrick Lamar – DAMN.

Lamar brinca de mocinho e vilão no seu quarto álbum – as músicas se revezam entre humildade e maldade, com o rapper provando que é um ótimo contador de histórias. Rihanna e U2 estão no álbum, em ótimas participações.

Reprodução

Zara Larsson – So Good

A sueca explodiu com o single “Lush Life”, que apesar de ter sido lançado em 2015, faz parte deste álbum. So Good é um respiro no meio de tanta tentativa de trazer discussões mais sérias e um som mais alternativo para o pop, em tempos de urban conceitual. Aqui, ouvimos puro pop, envolvente, despretensioso. Até podemos lembrar Rihanna em algumas faixas pela influência R&B. Conta com as participações de Ty Dolla $ign, MNEK e WizKid.

Reprodução

Leandro Lehart – Violão É No Fundo De Quintal

Lançado nas plataformas digitais no finalzinho de 2016, ganhou divulgação e show de lançamento apenas em abril. O álbum é uma homenagem emocionada de Lehart, ex-líder do Art Popular, ao seu grande inspirador, o Grupo Fundo de Quintal. Lehart prova que só voz e violão bastam para fazer samba dos bons.

Reprodução

Tupimasala – Vênus

Ótima surpresa no pop nacional! Tons retrôs, sintetizadores, muita purpurina e boas letras dão o tom do segundo álbum do Tupimasala – com destaque para o single “Branca”, que teve o clipe lançado pela Billboard Brasil.

Reprodução

Criolo – Espiral de Ilusão

Sem muito alarde, Criolo juntou 10 sambas inéditos e lançou o álbum no finalzinho do mês de abril. A ideia é mostrar que o rapper também pode sambar, muito além de “Linha De Frente”, música que fecha Nó Na Orelha, de 2011, disco que apresentou Criolo ao grande público. E há algo em comum entre essa faixa e o novo álbum: Pagode da 27. O grande parceiro de Criolo no samba é Ricardo Rabelo, “maestro” da roda de samba do Pagode da 27, no Grajaú, extremo sul de São Paulo. Em Espiral de Ilusão, oito música são de Criolo, uma de Criolo, Rabelo e Jefferson Santiago e outra de Rabelo e Dito Silva).

Reprodução

Body Count – Bloodlust

Não sei se você já reparou, mas o Ice-T é um dos artistas mais multifacetados que você pode conhecer. Não contente em ser um dos pioneiros do gangsta rap, é ator (está há nada menos do que 17 anos no elenco de Law & Order: Special Victims Unit), personagem de reality show, marido de socialite (a excêntrica Nicole "Coco Marie" Austin) e vocalista de banda de metal, a Body Count. Em março, a banda soltou seu álbum cheio de referências a Slayer e outros nomes do som extremo. Detalhe para a pessimista “All Love Is Lost”, com Max Cavalera e “Civil War”, que abre o álbum, com Dave Mustaine do Megadeth.

Divulgação

Dua Lipa – Dua Lipa

Em seu disco de estreia, a cantora apresentou um trabalho com muitas músicas já conhecidas do público, lançadas anteriormente, mas que se encaixam perfeitamente com as faixas inéditas, cantando principalmente sobre o tema mais comum aos jovens da sua idade: relacionamentos amorosos. O destaque fica para a voz grave e poderosa de Dua Lipa, que se apresenta para o público com um álbum coeso e fortes singles, ainda que longo, com 17 faixas.

Divulgação

Paramore – After Laughter

Depois de muitas idas e vindas de integrantes e o espaço de tempo de quatro anos, a banda lançou After Laughter, o próximo passo do grupo em direção a uma sonoridade mais pop/eletrônica de forma madura e coesa, distanciando-se da origem mais próxima do finado rock emo. Hayley Williams não lembra em nada a garota do início da banda e é justamente sobre seu crescimento – e principalmente, sobre sua depressão – que o disco trata. Apesar da temática pesada e com letras que tratam do assunto, a banda consegue apresentar músicas com uma sonoridade solar, inspirando-se fortemente na onda oitentista que tem feito sucesso ultimamente, e traz um visual muito mais colorido que os usados anteriormente pelo grupo… dessa vez longe do cabelo de Hayley.

Divulgação

Plutão Já Foi Planeta – A Última Palavra Feche a Porta

Segundo algum do grupo de Natal, Rio Grande do Norte, A Última Palavra Feche a Porta chega depois da aparição do grupo para o grande público e assinatura com o selo SLAP, da Som Livre. O pop ensolarado do grupo é reforçado pela voz de Natália Noronha e pela produção de Gustavo Ruiz (irmão e produtor de Tulipa Ruiz). Destaque para as faixas “Me Leve”, “Insone” (com Liniker) e “Duas” (com Maria Gadú).

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João Donato e Donatinho – Sintetizamor

Quem diria que aos 83 anos, o acriano João Donato fosse lançar um álbum de música eletrônica. Em dupla com seu filho, Donatinho, Donato explora as teclas como sempre, mas com o auxílio de sintetizadores e efeitos. Donatinho abusa dos efeitos de voz. O trabalho é tão completo que tem faixas, como “Interstellar”, que poderiam estar tranquilamente em um disco do Bruno Mars. Já “Surreal” poderia ser uma música do Daft Punk.

Divulgação

Lorde – Melodrama

Quase quatro anos após surgir no cenário musical e fazer barulho com Pure Heroine, Lorde voltou aos holofotes com Melodrama, que conta com a produção de Jack Antonoff. O disco retrata em suas letras as mudanças que aconteceram na vida da cantora após o sucesso, sobre sua transição para a vida adulta e sobre suas descobertas como uma jovem mulher. Seu pop, ainda que fácil de consumir, foge completamente do que costuma ser feito justamente pelo teor das letras, às vezes um tanto sombrias e com tiradas inesperadas, expondo nossas verdadeiras faces como pessoas. A sua voz continua a transmitir uma infinidade de sentimentos, agora com uma produção que trouxe uma sonoridade mais orgânica e menos eletrônica que seu antecessor.

Divulgação

SZA – Ctrl

Com trabalho apresentado anteriormente em mixtapes e EPs, além de cantar na faixa “Consideration” do último álbum de Rihanna, o primeiro álbum de estúdio, Ctrl, era esperado com ansiedade. Sem se esconder, ainda mais por se tratar de sua apresentação oficial ao mundo da música, a cantora já mergulha em seus problemas de relacionamento e os expõe, assim como suas inseguranças, vontades, fragilidades e sonhos.

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