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Pedro Batistélla reflete sobre a vida em Lúcido

Disco é o primeiro da carreira do cantor

por Rebecca Silva em 03/05/2017

O cantor e compositor Pedro Batistélla começou na música ainda criança, naquela velha brincadeira de cantar para os familiares na sala de casa. Quando alcançou a maioridade, gravou o seu primeiro EP, com versões de músicas conhecidas. Não deu muito certo, mas serviu como uma chance de entrar no estúdio e aprender um pouco mais sobre o processo de produção.

Agora, ele está lançando o seu primeiro disco, Lúcido, com oito faixas autorais, que começou a tomar forma em um momento de desilusão e tristeza, mas que reflete um crescimento pessoal e o autoconhecimento. “Em 2015, tive uma oportunidade de gravar com a Macy Gray em Los Angeles, mas acabou não dando certo. Quando voltei para o Brasil, estava triste. Quando estamos com sentimentos à flor da pele, é muito benéfico para o processo criativo. Flui de uma forma mais intensa e honesta”, relembra Pedro.

PEDRO BATISTÉLLA  Foto: Leo Martins Divulgação/Leo Martins

O resultado da frustração no início da carreira gerou um disco que mistura jazz, MPB, pop e folk no que o cantor gosta de chamar de “pop orquestral”. Fruto de dois anos de trabalho, Lúcido reflete o amadurecimento da escolha de Pedro de seguir a carreira de cantor e abandonar o diploma em Publicidade. “Queria provar para mim e para a minha família que eu estava consciente das minhas escolhas. Resolvi honrar minha criatividade e intuição”, conta Batistélla.

Indo na contramão dos discos cada vez mais longos que têm sido lançados recentemente, Lúcido tem apenas oito faixas que passeiam por romance, desilusão, sexualidade, preconceito e mais. Aliás, o encarte e a ordem das faixas foram pensadas de acordo com chacras. “Era um conceito muito concreto que eu queria. Ele tinha o propósito de ser curto. No início, tinha 40 composições. As outras, ficam para o próximo álbum. É uma viagem eclética, mas as faixas conversam entre si”, explica Pedro.

Uma delas, o primeiro single “Recomeçar De Vez”, conta com a participação de Roberta Campos. “Conheço ela há uns cinco anos, meu amigo é guitarrista dela. Eu estava escrevendo demais quando voltei para o Brasil e entrei em contato. Ela musicou a letra, mas ficou um ano sem falar comigo. Depois que eu já tinha gravado o CD inteiro, ela gostou, se emocionou e pediu para cantar junto”, relembra Pedro.

Agora, o foco é montar o show para apresentar, ao vivo, a visão criativa por trás de Lúcido. “Mais para frente quero fazer um filme do disco, mas existe custo e planejamento. Agora estou focando no ao vivo”.

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Pedro Batistélla reflete sobre a vida em Lúcido

Disco é o primeiro da carreira do cantor

por Rebecca Silva em 03/05/2017

O cantor e compositor Pedro Batistélla começou na música ainda criança, naquela velha brincadeira de cantar para os familiares na sala de casa. Quando alcançou a maioridade, gravou o seu primeiro EP, com versões de músicas conhecidas. Não deu muito certo, mas serviu como uma chance de entrar no estúdio e aprender um pouco mais sobre o processo de produção.

Agora, ele está lançando o seu primeiro disco, Lúcido, com oito faixas autorais, que começou a tomar forma em um momento de desilusão e tristeza, mas que reflete um crescimento pessoal e o autoconhecimento. “Em 2015, tive uma oportunidade de gravar com a Macy Gray em Los Angeles, mas acabou não dando certo. Quando voltei para o Brasil, estava triste. Quando estamos com sentimentos à flor da pele, é muito benéfico para o processo criativo. Flui de uma forma mais intensa e honesta”, relembra Pedro.

PEDRO BATISTÉLLA  Foto: Leo Martins Divulgação/Leo Martins

O resultado da frustração no início da carreira gerou um disco que mistura jazz, MPB, pop e folk no que o cantor gosta de chamar de “pop orquestral”. Fruto de dois anos de trabalho, Lúcido reflete o amadurecimento da escolha de Pedro de seguir a carreira de cantor e abandonar o diploma em Publicidade. “Queria provar para mim e para a minha família que eu estava consciente das minhas escolhas. Resolvi honrar minha criatividade e intuição”, conta Batistélla.

Indo na contramão dos discos cada vez mais longos que têm sido lançados recentemente, Lúcido tem apenas oito faixas que passeiam por romance, desilusão, sexualidade, preconceito e mais. Aliás, o encarte e a ordem das faixas foram pensadas de acordo com chacras. “Era um conceito muito concreto que eu queria. Ele tinha o propósito de ser curto. No início, tinha 40 composições. As outras, ficam para o próximo álbum. É uma viagem eclética, mas as faixas conversam entre si”, explica Pedro.

Uma delas, o primeiro single “Recomeçar De Vez”, conta com a participação de Roberta Campos. “Conheço ela há uns cinco anos, meu amigo é guitarrista dela. Eu estava escrevendo demais quando voltei para o Brasil e entrei em contato. Ela musicou a letra, mas ficou um ano sem falar comigo. Depois que eu já tinha gravado o CD inteiro, ela gostou, se emocionou e pediu para cantar junto”, relembra Pedro.

Agora, o foco é montar o show para apresentar, ao vivo, a visão criativa por trás de Lúcido. “Mais para frente quero fazer um filme do disco, mas existe custo e planejamento. Agora estou focando no ao vivo”.

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