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Quem é Marina, um dos destaques pop do Lollapalooza

por em 16/03/2015

Por Bruna Serur

A galesa Marina Lambrini Diamandis é mais (talvez apenas) conhecida como Marina And The Diamonds. Depois de matar o alter ego Electra Heart (também nome de seu segundo álbum), passar seis meses isolada e um ano e meio longe dos palcos, a estrela do electropop surge com o seu terceiro álbum, Froot, lançado oficialmente hoje (16/3). O seu show no Lollapalooza Brasil (às 20h15 do sábado, dia 28 de março, no palco Axe) será uma das suas primeiras apresentações ao vivo em muito tempo. “Eu não queria falar com ninguém”, admitiu a um portal de notícias. “Não sei se será ‘o renascimento da fênix’, mas me sinto uma pessoa diferente”.

A cantora de 29 anos começou a ganhar fama no Reino Unido depois de tocar no festival Glastonbury, em 2009, e de ficar no 2º lugar em uma enquete organizada pela BBC no final do mesmo ano – Ellie Goulding ficou em 1º. No ano seguinte, lançou seu primeiro álbum, o indie pop The Family Jewels, que chegou à 138ª posição do Billboard 200 e vendeu 24 mil cópias na primeira semana.

Em 2011, abriu os shows da turnê California Dreams, de Katy Perry, com a sueca Robyn. Ao longo de 2012, ela lançou seu segundo disco, Electra Heart – 31º lugar no Billboard 200 –, fez sua primeira turnê própria pela Europa e América do Norte, intitulada The Lonely Hearts Club, e também abriu a turnê Mylo Xyloto, do Coldplay. Ou seja, o palco foi sua casa pela maior parte do ano.

“Terminei Electra Heart, lancei ‘Primadonna’ [seu single de maior sucesso, que soa como um remix de uma música de Katy Perry] e entrei na maratona de divulgação já sabendo o que queria fazer no terceiro álbum. Já estava claro que ele seria completamente diferente”, contou ao jornal britânico The Guardian.

“É muito a minha cara. Há alguns momentos pop, mas é algo que vem naturalmente com o processo de composição. Quando comecei a gravar, era bastante eletrônico, mas a bateria estava uma merda, então chamei um baterista de verdade”, disse a galesa, que compôs Froot sozinha. O nome do álbum é uma brincadeira com a palavra fruit (fruta, em português). “Eu não queria a grafia tradicional, pois pensei que ficaria muito sério. Gosto de misturar o natural com o sintético.”

Marina divulgou sete faixas antes do lançamento oficial de Froot. Entre elas, merecem destaque “Gold”, “I’m A Ruin”, “Happy” e a faixa-título. No final do mês, sua experiência no palco será testada pelo público do Lollapalooza e por Billboard Brasil, que também estará lá para cobrir o festival.

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Quem é Marina, um dos destaques pop do Lollapalooza

por em 16/03/2015

Por Bruna Serur

A galesa Marina Lambrini Diamandis é mais (talvez apenas) conhecida como Marina And The Diamonds. Depois de matar o alter ego Electra Heart (também nome de seu segundo álbum), passar seis meses isolada e um ano e meio longe dos palcos, a estrela do electropop surge com o seu terceiro álbum, Froot, lançado oficialmente hoje (16/3). O seu show no Lollapalooza Brasil (às 20h15 do sábado, dia 28 de março, no palco Axe) será uma das suas primeiras apresentações ao vivo em muito tempo. “Eu não queria falar com ninguém”, admitiu a um portal de notícias. “Não sei se será ‘o renascimento da fênix’, mas me sinto uma pessoa diferente”.

A cantora de 29 anos começou a ganhar fama no Reino Unido depois de tocar no festival Glastonbury, em 2009, e de ficar no 2º lugar em uma enquete organizada pela BBC no final do mesmo ano – Ellie Goulding ficou em 1º. No ano seguinte, lançou seu primeiro álbum, o indie pop The Family Jewels, que chegou à 138ª posição do Billboard 200 e vendeu 24 mil cópias na primeira semana.

Em 2011, abriu os shows da turnê California Dreams, de Katy Perry, com a sueca Robyn. Ao longo de 2012, ela lançou seu segundo disco, Electra Heart – 31º lugar no Billboard 200 –, fez sua primeira turnê própria pela Europa e América do Norte, intitulada The Lonely Hearts Club, e também abriu a turnê Mylo Xyloto, do Coldplay. Ou seja, o palco foi sua casa pela maior parte do ano.

“Terminei Electra Heart, lancei ‘Primadonna’ [seu single de maior sucesso, que soa como um remix de uma música de Katy Perry] e entrei na maratona de divulgação já sabendo o que queria fazer no terceiro álbum. Já estava claro que ele seria completamente diferente”, contou ao jornal britânico The Guardian.

“É muito a minha cara. Há alguns momentos pop, mas é algo que vem naturalmente com o processo de composição. Quando comecei a gravar, era bastante eletrônico, mas a bateria estava uma merda, então chamei um baterista de verdade”, disse a galesa, que compôs Froot sozinha. O nome do álbum é uma brincadeira com a palavra fruit (fruta, em português). “Eu não queria a grafia tradicional, pois pensei que ficaria muito sério. Gosto de misturar o natural com o sintético.”

Marina divulgou sete faixas antes do lançamento oficial de Froot. Entre elas, merecem destaque “Gold”, “I’m A Ruin”, “Happy” e a faixa-título. No final do mês, sua experiência no palco será testada pelo público do Lollapalooza e por Billboard Brasil, que também estará lá para cobrir o festival.

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