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Resenha de Vinicius Portenho, de Liana Werner

por em 25/11/2014
class="aligncenter size-full wp-image-10708" alt="VINICIUS PORTENHO" src="http://billboard.uol.com.br/wp-content/uploads/2014/11/VINICIUS-PORTENHO.jpg" width="270" height="385" /> El Poteón Por Pedro Só (resenha publicada em abril de 2012) Este pequeno grande livro perfila o Vinicius de Moraes apreciado na Argentina e no Uruguai – e que bem soube o amar também, antes de qualquer carinho ou reconhecimento. Além de saborosas aventuras do adorável boêmio, investiga seus laços profundos com os países vizinhos, onde viveu dias de vagabundo e de pop star. O despertar para o canto em público, o surgimento de alguns clássicos superbrasileiros, a decepção com Jorge Luis Borges, a perda do pianista Tenório Jr. (abduzido pelos militares argentinos): são muitos os elementos de uma atmosfera que exubera em glamour sessentista e setentista. E com uma defesa apaixonada da qualidade literária da produção do gigante “poetinha”.
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Resenha de Vinicius Portenho, de Liana Werner

por em 25/11/2014
class="aligncenter size-full wp-image-10708" alt="VINICIUS PORTENHO" src="http://billboard.uol.com.br/wp-content/uploads/2014/11/VINICIUS-PORTENHO.jpg" width="270" height="385" /> El Poteón Por Pedro Só (resenha publicada em abril de 2012) Este pequeno grande livro perfila o Vinicius de Moraes apreciado na Argentina e no Uruguai – e que bem soube o amar também, antes de qualquer carinho ou reconhecimento. Além de saborosas aventuras do adorável boêmio, investiga seus laços profundos com os países vizinhos, onde viveu dias de vagabundo e de pop star. O despertar para o canto em público, o surgimento de alguns clássicos superbrasileiros, a decepção com Jorge Luis Borges, a perda do pianista Tenório Jr. (abduzido pelos militares argentinos): são muitos os elementos de uma atmosfera que exubera em glamour sessentista e setentista. E com uma defesa apaixonada da qualidade literária da produção do gigante “poetinha”.