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Revelação do Ano no Grammy: a trajetória dos cinco indicados

por em 07/02/2015
O Gr
ammy de Artista Revelação já laureou grandes nomes da música. Beatles, Carpenters, Tom Jones e Crosby, Stills & Nash são alguns dos artistas da velha guarda que já foram agraciados com o prêmio. Recentemente, Alicia Keys, Amy Winehouse, Adele, Maroon 5 e John Legend também arrebataram o gramofone reservado para os novos artistas. Amanhã (8/2), abriga será entre Iggy Azalea, Sam Smith, Brandy Clark, Haim e Bastille. Como aquecimento para a cerimônia, relembramos como foi o ano dos indicados, resgatando os grandes momentos de cada um, seja nas paradas, em parcerias, e até nas colunas de fofoca. Iggy Azalea É inegável: entre os indicados ao prêmio, Iggy Azalea foi o nome mais em evidência em 2014. Pelo menos, nas paradas. A rapper australiana, em parceria com Charli XCX, foi a voz do hit do verão americano. Além de “Fancy”, que ficou nada menos do que sete semanas na liderança do Hot 100, Iggy colaborou com Ariana Grande em “Problem”, que conquistou a medalha de prata no ranking. Houve semanas em que a rapper apareceu nos dois primeiros lugares da parada de singles.  “Black Widow”, que conta com a participação de Rita Ora, também obteve êxito e chegou ao 3º lugar. Iggy também foi centro de algumas polêmicas e apareceu em colunas de fofoca. Rixas com Nicki Minaj a Azealia Banks, supostas sex tapes, e acusações de “se apoderar da cultura negra” com seu rap “de branco” foram alguns dos temas envolvendo a australiana. Se a escolha do Grammy levasse em conta qual foi o novo nome mais lido, ouvido e falado, o gramofone seria de Iggy. Haim Mesmo lançando o primeiro EP, Forever, em 2012, as talentosas irmãs do Haim ascenderam ao mainstream somente em 2014. O álbum de estreia, Days Are Gone, chegou ao mercado em setembro de 2013 e foi muito bem recebido pela crítica – média 79 no Metacritic – e rendeu os singles “Forever”, “Don’t Save Me”, “Falling” e “The Wire”. No Billboard 200, o disco conquistou um honroso 6º lugar. O trio fez parcerias com Calvin Harris, no single “Pray To God”, Lorde, em “Meltdown” (parte da trilha de Jogos Vorazes) e com os concorrentes do Bastille, em “Bite Down”. Além da admiração de seus pares, o Haim amealhou respeito de veteranos como Stevie Nicks. A vocalista do Fleetwood Mac recebeu as irmãs em sua casa para uma matéria e dividiu o clássico “Rhiannon” com elas. Neste ano, a popularidade do Haim deve aumentar ainda mais: na última semana, Taylor Swift anunciou que a banda californiana vai abrir alguns shows na turnê de 1989. Resta saber se isso sensibilizará o povo do Grammy. Bastille Formada em 2010, a banda britânica liderada por Dan Smith estreou no show biz com o hit “Pompeii”. O single do disco Bad Blood chegou ao 5º lugar do Hot 100 e liderou as paradas Alternative Songs  e Hot Rock Songs. Também fez bonito na terra natal, chegando ao 2º lugar na parada do Reino Unido. Por mais que o Bastille seja comumente rotulado como uma banda indie, “Pompeii” ecoou por aí como uma música de balada. Versões e remixes embalaram as pistas de todo o mundo – e ainda deve ter gente pensando que se trata de uma música de DJ. A faixa-título do álbum também entrou no Hot 100, mas não obteve o mesmo êxito e chegou apenas ao 95º lugar. Não deverá ser dessa vez que Smith e companhia arrebatarão um gramofone. Brandy Clark A representante da country music entre as revelações do ano está longe de ser uma novata. Brandy Clark compõe desde 2005 e suas canções já foram gravadas por figurões do gênero, como Miranda Lambert, Keith Urban e LeAnn Rimes. Até Sheryl Crowl fez parceria com a compositora, em 2013, na faixa “Homecoming Queen”, parte do repertório do disco Feels Like Home. Mas a verdadeira estreia de Brandy como cantora foi em outubro de 2013, com o lançamento do disco 12 Stories. O trabalho, lançado de forma independente, chegou ao 23º lugar da parada country da Billboard e rendeu uma apresentação do single “Stripes” no programa de David Letterman. Brandy pode se inspirar em algumas vitórias recentes da country music nessa categoria para acreditar em seu triunfo. Em 2001, Shelby Lynne desbancou Jill Scott e Papa Roach; seis anos depois, Carrie Underwood superou James Blunt e Chris Brown; e em 2010, a Zac Brown Band deixou para trás MGMT e The Tings Tings. Sam Smith O britânico é o favorito. Além de concorrer na categoria de Revelação, Sam Smith também disputa os louros de Canção do Ano, Gravação do Ano – pelo hit “Stay With Me” – e Álbum do Ano, pelo aclamado In The Lonely HourMesmo com a recente polêmica envolvendo um suposto plágio de Tom Petty, “Stay With Me” foi uma das músicas mais marcantes de 2014. A faixa chegou ao 2º lugar do Hot 100 e liderou as paradas de mais de dez países, incluindo o Reino Unido. Além da faixa que o revelou ao mundo, Smith emplacou “I’m Not The Only One”, que chegou ao 5º lugar do Hot 100. O trunfo do cantor, que alia pop e soul com competência, é justamente ter conseguido fazer um sucesso estrondoso com uma balada romântica e lenta. O coral gospel e a linha lenta de piano ecoaram por todo o mundo, fazendo com que Smith virasse um dos queridinhos desta edição do Grammy. Há quem diga que ele será o grande vencedor da noite. Veremos.
  • HOT 100
    BRASIL
  • BILLBOARD
    200
  • HOT 100
    EUA
1
Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
2
Saudade
Eduardo Costa
3
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
4
Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
5
Aquela Pessoa
Henrique & Juliano
RANKING COMPLETO
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Revelação do Ano no Grammy: a trajetória dos cinco indicados

por em 07/02/2015
O Gr
ammy de Artista Revelação já laureou grandes nomes da música. Beatles, Carpenters, Tom Jones e Crosby, Stills & Nash são alguns dos artistas da velha guarda que já foram agraciados com o prêmio. Recentemente, Alicia Keys, Amy Winehouse, Adele, Maroon 5 e John Legend também arrebataram o gramofone reservado para os novos artistas. Amanhã (8/2), abriga será entre Iggy Azalea, Sam Smith, Brandy Clark, Haim e Bastille. Como aquecimento para a cerimônia, relembramos como foi o ano dos indicados, resgatando os grandes momentos de cada um, seja nas paradas, em parcerias, e até nas colunas de fofoca. Iggy Azalea É inegável: entre os indicados ao prêmio, Iggy Azalea foi o nome mais em evidência em 2014. Pelo menos, nas paradas. A rapper australiana, em parceria com Charli XCX, foi a voz do hit do verão americano. Além de “Fancy”, que ficou nada menos do que sete semanas na liderança do Hot 100, Iggy colaborou com Ariana Grande em “Problem”, que conquistou a medalha de prata no ranking. Houve semanas em que a rapper apareceu nos dois primeiros lugares da parada de singles.  “Black Widow”, que conta com a participação de Rita Ora, também obteve êxito e chegou ao 3º lugar. Iggy também foi centro de algumas polêmicas e apareceu em colunas de fofoca. Rixas com Nicki Minaj a Azealia Banks, supostas sex tapes, e acusações de “se apoderar da cultura negra” com seu rap “de branco” foram alguns dos temas envolvendo a australiana. Se a escolha do Grammy levasse em conta qual foi o novo nome mais lido, ouvido e falado, o gramofone seria de Iggy. Haim Mesmo lançando o primeiro EP, Forever, em 2012, as talentosas irmãs do Haim ascenderam ao mainstream somente em 2014. O álbum de estreia, Days Are Gone, chegou ao mercado em setembro de 2013 e foi muito bem recebido pela crítica – média 79 no Metacritic – e rendeu os singles “Forever”, “Don’t Save Me”, “Falling” e “The Wire”. No Billboard 200, o disco conquistou um honroso 6º lugar. O trio fez parcerias com Calvin Harris, no single “Pray To God”, Lorde, em “Meltdown” (parte da trilha de Jogos Vorazes) e com os concorrentes do Bastille, em “Bite Down”. Além da admiração de seus pares, o Haim amealhou respeito de veteranos como Stevie Nicks. A vocalista do Fleetwood Mac recebeu as irmãs em sua casa para uma matéria e dividiu o clássico “Rhiannon” com elas. Neste ano, a popularidade do Haim deve aumentar ainda mais: na última semana, Taylor Swift anunciou que a banda californiana vai abrir alguns shows na turnê de 1989. Resta saber se isso sensibilizará o povo do Grammy. Bastille Formada em 2010, a banda britânica liderada por Dan Smith estreou no show biz com o hit “Pompeii”. O single do disco Bad Blood chegou ao 5º lugar do Hot 100 e liderou as paradas Alternative Songs  e Hot Rock Songs. Também fez bonito na terra natal, chegando ao 2º lugar na parada do Reino Unido. Por mais que o Bastille seja comumente rotulado como uma banda indie, “Pompeii” ecoou por aí como uma música de balada. Versões e remixes embalaram as pistas de todo o mundo – e ainda deve ter gente pensando que se trata de uma música de DJ. A faixa-título do álbum também entrou no Hot 100, mas não obteve o mesmo êxito e chegou apenas ao 95º lugar. Não deverá ser dessa vez que Smith e companhia arrebatarão um gramofone. Brandy Clark A representante da country music entre as revelações do ano está longe de ser uma novata. Brandy Clark compõe desde 2005 e suas canções já foram gravadas por figurões do gênero, como Miranda Lambert, Keith Urban e LeAnn Rimes. Até Sheryl Crowl fez parceria com a compositora, em 2013, na faixa “Homecoming Queen”, parte do repertório do disco Feels Like Home. Mas a verdadeira estreia de Brandy como cantora foi em outubro de 2013, com o lançamento do disco 12 Stories. O trabalho, lançado de forma independente, chegou ao 23º lugar da parada country da Billboard e rendeu uma apresentação do single “Stripes” no programa de David Letterman. Brandy pode se inspirar em algumas vitórias recentes da country music nessa categoria para acreditar em seu triunfo. Em 2001, Shelby Lynne desbancou Jill Scott e Papa Roach; seis anos depois, Carrie Underwood superou James Blunt e Chris Brown; e em 2010, a Zac Brown Band deixou para trás MGMT e The Tings Tings. Sam Smith O britânico é o favorito. Além de concorrer na categoria de Revelação, Sam Smith também disputa os louros de Canção do Ano, Gravação do Ano – pelo hit “Stay With Me” – e Álbum do Ano, pelo aclamado In The Lonely HourMesmo com a recente polêmica envolvendo um suposto plágio de Tom Petty, “Stay With Me” foi uma das músicas mais marcantes de 2014. A faixa chegou ao 2º lugar do Hot 100 e liderou as paradas de mais de dez países, incluindo o Reino Unido. Além da faixa que o revelou ao mundo, Smith emplacou “I’m Not The Only One”, que chegou ao 5º lugar do Hot 100. O trunfo do cantor, que alia pop e soul com competência, é justamente ter conseguido fazer um sucesso estrondoso com uma balada romântica e lenta. O coral gospel e a linha lenta de piano ecoaram por todo o mundo, fazendo com que Smith virasse um dos queridinhos desta edição do Grammy. Há quem diga que ele será o grande vencedor da noite. Veremos.