NOTÍCIAS

“Se pudesse, ficava no Brasil”, diz Li Saumet, do Bomba Estéreo

por em 07/11/2014
ong>Por José Flávio Júnior https://www.youtube.com/watch?v=nJgr8A0REiw Neste sábado (8/11), a Comedoria do SESC Belenzinho (SP) recebe a banda colombiana Bomba Estéreo. Com dez anos de atividade (oito deles rodando o mundo), o quarteto promove uma fusão de ritmos latinos com música eletrônica e rock psicodélico, que funciona especialmente em cima do palco. O dínamo das apresentações é Liliana Saumet, cantora e artista plástica de 35 anos, que atendeu a ligação de Billboard Brasil após um rolezinho de bicicleta por Bogotá. “O Brasil me encanta. Se dependesse só de mim, ficava por aí”, sorri a colombiana, que já se apresentou por aqui diversas vezes. Em 2010, o Bomba foi uma das surpresas da tenda Oi Novo Som, no festival SWU, em Itu (SP) – também se apresentou no SESC Pompeia. Em maio deste ano, o show foi na Virada Cultural, na região central da capital, Depois do SESC Belenzinho, o grupo ruma para o festival El Mapa de Todos, em Porto Alegre (RS). “As culturas do Brasil e da Colômbia são muito próximas, especialmente no litoral desses países. As pessoas são muito alegres, carinhosas, têm orgulho de suas origens e adoram dançar”, observa Li. O show da Virada Cultural, apesar de excelente, teve se adequar ao formato do evento, e não excedeu uma hora. Dessa vez, a banda pretende extenuar o público brasileiro. “Sempre dá para tocar mais um pouquinho”, brinca ela. No repertório, constarão todas as músicas de Elegancia Tropical, terceiro álbum da formação, lançado em 2012. Também não faltará o hit “Fuego” e pelo menos uma composição inédita. “Estamos trabalhando no disco novo neste momento. Será lançado no ano que vem, certeza absoluta”, garante. No começo do ano, o Bomba soltou o single “Que Bonito”, cujo clipe ruma para as 500 mil visualizações no YouTube. Mas, segundo Li, a irresistível faixa não indica para onde o grupo seguirá no quarto disco. “A ‘Que Bonito’ é uma música bem afro-colombiana, uma espécie de champeta, meio calipso também. Íamos mais nessa direção na época do primeiro álbum. O quarto será totalmente diferente. Mas sempre psicodélico. E sempre afro. É que nosso afro às vezes sai mais roots, às vezes sai mais moderno. Depende do momento. Mas nosso próximo disco vai ter de tudo”, promete. Dona de cinco passaportes, tamanha é a demanda internacional do Bomba Estéreo, a espevitada cantora enfrenta dificuldade apenas em uma situação: quando a imprensa pede sua ajuda para definir o som do grupo. “Eu gosto de mudar, por isso os rótulos são complicados para mim. Electro-cumbia, por exemplo, é uma classificação que os jornalistas usam e não me agrada. World music, que é do que nos chamam lá fora, também é muito ruim. O que mais se aproxima do que fazemos é elegância tropical. Fazemos uma música elegante e totalmente tropical”, diz. Portanto, para conferir a elegância tropical do Bomba Estéreo ao vivo neste sábado, o endereço é  Rua Padre Adelino, 1000, no Belenzinho. O show começa às 21h30 e o ingresso custa R$ 30, aquele preço camarada de SESC. Para obter mais informações sobre o festival gaúcho El Mapa de Todos, que recebe Li Saumet e sua gangue na quinta-feira (13/11), a dica é entrar na página do evento no Facebook.
  • HOT 100
    BRASIL
  • BILLBOARD
    200
  • HOT 100
    EUA
1
Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
2
Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
3
Saudade
Eduardo Costa
4
Amor Da Sua Cama
Felipe Araújo
5
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
RANKING COMPLETO
NOTÍCIAS

“Se pudesse, ficava no Brasil”, diz Li Saumet, do Bomba Estéreo

por em 07/11/2014
ong>Por José Flávio Júnior https://www.youtube.com/watch?v=nJgr8A0REiw Neste sábado (8/11), a Comedoria do SESC Belenzinho (SP) recebe a banda colombiana Bomba Estéreo. Com dez anos de atividade (oito deles rodando o mundo), o quarteto promove uma fusão de ritmos latinos com música eletrônica e rock psicodélico, que funciona especialmente em cima do palco. O dínamo das apresentações é Liliana Saumet, cantora e artista plástica de 35 anos, que atendeu a ligação de Billboard Brasil após um rolezinho de bicicleta por Bogotá. “O Brasil me encanta. Se dependesse só de mim, ficava por aí”, sorri a colombiana, que já se apresentou por aqui diversas vezes. Em 2010, o Bomba foi uma das surpresas da tenda Oi Novo Som, no festival SWU, em Itu (SP) – também se apresentou no SESC Pompeia. Em maio deste ano, o show foi na Virada Cultural, na região central da capital, Depois do SESC Belenzinho, o grupo ruma para o festival El Mapa de Todos, em Porto Alegre (RS). “As culturas do Brasil e da Colômbia são muito próximas, especialmente no litoral desses países. As pessoas são muito alegres, carinhosas, têm orgulho de suas origens e adoram dançar”, observa Li. O show da Virada Cultural, apesar de excelente, teve se adequar ao formato do evento, e não excedeu uma hora. Dessa vez, a banda pretende extenuar o público brasileiro. “Sempre dá para tocar mais um pouquinho”, brinca ela. No repertório, constarão todas as músicas de Elegancia Tropical, terceiro álbum da formação, lançado em 2012. Também não faltará o hit “Fuego” e pelo menos uma composição inédita. “Estamos trabalhando no disco novo neste momento. Será lançado no ano que vem, certeza absoluta”, garante. No começo do ano, o Bomba soltou o single “Que Bonito”, cujo clipe ruma para as 500 mil visualizações no YouTube. Mas, segundo Li, a irresistível faixa não indica para onde o grupo seguirá no quarto disco. “A ‘Que Bonito’ é uma música bem afro-colombiana, uma espécie de champeta, meio calipso também. Íamos mais nessa direção na época do primeiro álbum. O quarto será totalmente diferente. Mas sempre psicodélico. E sempre afro. É que nosso afro às vezes sai mais roots, às vezes sai mais moderno. Depende do momento. Mas nosso próximo disco vai ter de tudo”, promete. Dona de cinco passaportes, tamanha é a demanda internacional do Bomba Estéreo, a espevitada cantora enfrenta dificuldade apenas em uma situação: quando a imprensa pede sua ajuda para definir o som do grupo. “Eu gosto de mudar, por isso os rótulos são complicados para mim. Electro-cumbia, por exemplo, é uma classificação que os jornalistas usam e não me agrada. World music, que é do que nos chamam lá fora, também é muito ruim. O que mais se aproxima do que fazemos é elegância tropical. Fazemos uma música elegante e totalmente tropical”, diz. Portanto, para conferir a elegância tropical do Bomba Estéreo ao vivo neste sábado, o endereço é  Rua Padre Adelino, 1000, no Belenzinho. O show começa às 21h30 e o ingresso custa R$ 30, aquele preço camarada de SESC. Para obter mais informações sobre o festival gaúcho El Mapa de Todos, que recebe Li Saumet e sua gangue na quinta-feira (13/11), a dica é entrar na página do evento no Facebook.