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Segura, Tulipa coloca todo mundo pra dançar em estreia

por em 23/05/2015
Tuli
pa Ruiz – 22 de maio – SESC Pinheiros/São Paulo Por Marcos Lauro Segura, bem humorada e acompanhada por uma banda afiada. Assim Tulipa Ruiz estreou o disco Dancê no palco do SESC Pinheiros na noite desta sexta-feira. De “Prumo”, que abriu o show, até o bis de “Proporcional”, é possível usar a palavra irrepreensível para o espetáculo. Tulipa passou tranquilamente pela temida “maldição do segundo disco”, quando o artista tem que provar se, de fato, chegou para ficar. Agora, nesse terceiro disco, ela brinca. E dança! “Esse show é pra dançar. Vai de Sarajane a Pina Bausch!”, disse Tulipa durante o show. Agora, a banda ganha o acréscimo dos metais ao vivo, o que deixa o som mais cheio do que a formação clássica do rock ‘n’ roll que a banda apresentava. Inclusive músicas de discos anteriores entraram na dança, com arranjos de metais. A primeira mais “antiga” a aparecer foi “Pedrinho”, do primeiro disco, que foi recebida aos berros pelos fãs. “Old Boy”, a única balada do novo disco, também foi um momento marcante. Aliás, os fãs entenderam a proposta do show novo e desde a primeira música se aglomeraram nas laterais do palco para... dançar. Claro que durante o espetáculo, o número de pessoas ali foi aumentando. E quando o espetáculo foi chegando ao fim , Tulipa fez a convocação oficial e toda a frente do palco foi tomada pelos passistas. Com um microfone sem fio nas mãos, Tulipa arriscou deixar que alguns cantassem trechos das músicas. E o pessoal estava ensaiado! Tulipa se mostra também uma ótima contadora de histórias. Entre uma música e outra, aparece a história do disco, ficamos sabendo que ela gosta de compor no avião e até a quase-capa de Dance feita pelo ilustrados Robert Crumb – essa história apareceu inteira, até com detalhes do e-mail que Tulipa enviou para a assessoria de Crumb. “Imagina, o disco ia ter a capa do Crumb, ele ia me amar e faria de graça!”, contou Tulipa, para risos gerais. “Hoje ele não trabalha mais e mora no sul da França. Se eu fosse uma banda de bluegrass do sul da França, rolava!”. A única música que apareceu no show e não é do repertório de Tulipa foi “Você Me Dá Um Disco?”, dos Novos Baianos. Ela lamentou por nenhum dos convidados do disco estarem no show por conta das agendas e revelou a opinião de Baby do Brasil (que não está no disco mas é referência para Tulipa, além de já terem cantados juntas) sobre Dancê: “Coisa maravilhosa em nome de Jesus!”, teria dito Baby por WhatsApp logo depois de ouvir o trabalho. Tulipa foi às lagrimas ao final do show, antes do bis. Talvez por ver o resultado do seu trabalho sendo reconhecido por aquele teatro lotado. Toda a tensão da estreia foi dissipada ali, por uma Tulipa que se mostrou realizada e alegre com o que apresentou para os fãs. E como dançaram!
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Segura, Tulipa coloca todo mundo pra dançar em estreia

por em 23/05/2015
Tuli
pa Ruiz – 22 de maio – SESC Pinheiros/São Paulo Por Marcos Lauro Segura, bem humorada e acompanhada por uma banda afiada. Assim Tulipa Ruiz estreou o disco Dancê no palco do SESC Pinheiros na noite desta sexta-feira. De “Prumo”, que abriu o show, até o bis de “Proporcional”, é possível usar a palavra irrepreensível para o espetáculo. Tulipa passou tranquilamente pela temida “maldição do segundo disco”, quando o artista tem que provar se, de fato, chegou para ficar. Agora, nesse terceiro disco, ela brinca. E dança! “Esse show é pra dançar. Vai de Sarajane a Pina Bausch!”, disse Tulipa durante o show. Agora, a banda ganha o acréscimo dos metais ao vivo, o que deixa o som mais cheio do que a formação clássica do rock ‘n’ roll que a banda apresentava. Inclusive músicas de discos anteriores entraram na dança, com arranjos de metais. A primeira mais “antiga” a aparecer foi “Pedrinho”, do primeiro disco, que foi recebida aos berros pelos fãs. “Old Boy”, a única balada do novo disco, também foi um momento marcante. Aliás, os fãs entenderam a proposta do show novo e desde a primeira música se aglomeraram nas laterais do palco para... dançar. Claro que durante o espetáculo, o número de pessoas ali foi aumentando. E quando o espetáculo foi chegando ao fim , Tulipa fez a convocação oficial e toda a frente do palco foi tomada pelos passistas. Com um microfone sem fio nas mãos, Tulipa arriscou deixar que alguns cantassem trechos das músicas. E o pessoal estava ensaiado! Tulipa se mostra também uma ótima contadora de histórias. Entre uma música e outra, aparece a história do disco, ficamos sabendo que ela gosta de compor no avião e até a quase-capa de Dance feita pelo ilustrados Robert Crumb – essa história apareceu inteira, até com detalhes do e-mail que Tulipa enviou para a assessoria de Crumb. “Imagina, o disco ia ter a capa do Crumb, ele ia me amar e faria de graça!”, contou Tulipa, para risos gerais. “Hoje ele não trabalha mais e mora no sul da França. Se eu fosse uma banda de bluegrass do sul da França, rolava!”. A única música que apareceu no show e não é do repertório de Tulipa foi “Você Me Dá Um Disco?”, dos Novos Baianos. Ela lamentou por nenhum dos convidados do disco estarem no show por conta das agendas e revelou a opinião de Baby do Brasil (que não está no disco mas é referência para Tulipa, além de já terem cantados juntas) sobre Dancê: “Coisa maravilhosa em nome de Jesus!”, teria dito Baby por WhatsApp logo depois de ouvir o trabalho. Tulipa foi às lagrimas ao final do show, antes do bis. Talvez por ver o resultado do seu trabalho sendo reconhecido por aquele teatro lotado. Toda a tensão da estreia foi dissipada ali, por uma Tulipa que se mostrou realizada e alegre com o que apresentou para os fãs. E como dançaram!