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Sharon Jones & The Dap-Kigs enchem São Paulo de soul

por em 29/05/2015
Shar
on Jones & The Dap-King – 28 de maio – HSBC Brasil/São Paulo Por Gabriela Beraldo Em sua segunda passagem pelo Brasil, Sharon Jones e sua banda de apoio, The Dap-Kings, voltam a São Paulo em um show cheio de swing, como não poderia ser diferente. A cantora praticamente inutilizou as mesas e cadeiras colocadas no local pela casa: a plateia se levantou e dançou durante todo o show. Sharon Jones dançou na sua forma inigualável e era difícil acreditar que a cantora de 59 anos acabava de voltar de uma batalha contra um câncer no sistema digestivo. A americana dedicou a música “Get Up And Get Out” à luta contra a doença, mas não deixou que fosse um momento triste: a banda deu outro ritmo ao hit do novo álbum Give People What They Want, indicado ao Grammy 2015 de melhor álbum de R&B. Grande parte do sucesso de Sharon é graças à sua banda. Não só porque eles possuem a pegada tradicional do soul que é difícil encontrar por esses dias, mas também porque ganharam visibilidade ao gravarem com Amy Winehouse em 2006  o famoso Back to Black. O baixista e líder da banda, Bosco Mann, recebeu um Grammy de Gravação do Ano pela produção do disco. O show acabou com a participação de Adriana Moreira, artista paulista, e seus filhos, que adicionaram uma percussão de samba ao clássico “100 Days, 100 Nights”.  Mas não parou por aí. Os Dap-Kings continuaram tocando para as dezenas de pessoas que saíram de seus lugares para dançar em frente ao palco – ou em cima dele. Uma verdadeira festa digna do melhor dos anos 1960 que a banda pretende resgatar. Na saída, os fãs se reuniram com Sharon. A artista, que lembra grandes cantoras norte-americanas como Tina Turner (sua ídolo), recusa a pose de diva do soul e distribui autógrafos e selfies, sorridente. Enquanto isso, toca “Ticket to Ride”, dos Beatles, nos autos falantes do local e ela, impulsiva e natural como sempre, puxa o coro com a multidão. A cantora, que só conheceu o sucesso nos anos 2000 depois de quase desistir da carreira, está apenas feliz por estar ali.
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por em 29/05/2015
Shar
on Jones & The Dap-King – 28 de maio – HSBC Brasil/São Paulo Por Gabriela Beraldo Em sua segunda passagem pelo Brasil, Sharon Jones e sua banda de apoio, The Dap-Kings, voltam a São Paulo em um show cheio de swing, como não poderia ser diferente. A cantora praticamente inutilizou as mesas e cadeiras colocadas no local pela casa: a plateia se levantou e dançou durante todo o show. Sharon Jones dançou na sua forma inigualável e era difícil acreditar que a cantora de 59 anos acabava de voltar de uma batalha contra um câncer no sistema digestivo. A americana dedicou a música “Get Up And Get Out” à luta contra a doença, mas não deixou que fosse um momento triste: a banda deu outro ritmo ao hit do novo álbum Give People What They Want, indicado ao Grammy 2015 de melhor álbum de R&B. Grande parte do sucesso de Sharon é graças à sua banda. Não só porque eles possuem a pegada tradicional do soul que é difícil encontrar por esses dias, mas também porque ganharam visibilidade ao gravarem com Amy Winehouse em 2006  o famoso Back to Black. O baixista e líder da banda, Bosco Mann, recebeu um Grammy de Gravação do Ano pela produção do disco. O show acabou com a participação de Adriana Moreira, artista paulista, e seus filhos, que adicionaram uma percussão de samba ao clássico “100 Days, 100 Nights”.  Mas não parou por aí. Os Dap-Kings continuaram tocando para as dezenas de pessoas que saíram de seus lugares para dançar em frente ao palco – ou em cima dele. Uma verdadeira festa digna do melhor dos anos 1960 que a banda pretende resgatar. Na saída, os fãs se reuniram com Sharon. A artista, que lembra grandes cantoras norte-americanas como Tina Turner (sua ídolo), recusa a pose de diva do soul e distribui autógrafos e selfies, sorridente. Enquanto isso, toca “Ticket to Ride”, dos Beatles, nos autos falantes do local e ela, impulsiva e natural como sempre, puxa o coro com a multidão. A cantora, que só conheceu o sucesso nos anos 2000 depois de quase desistir da carreira, está apenas feliz por estar ali.