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Show curtinho, mas com todos os hits, marca retorno de Santigold ao Brasil

por em 07/12/2014
ong>Por José Flávio Júnior Entre sua primeira visita brasileira, em 2012, como atração do festival carioca Back2Black, e a noite de sábado, 6/12, pouca coisa aconteceu na trajetória de Santigold. Pelo menos, artisticamente: não lançou nenhum disco, fez pouquíssimos shows... Mas pariu uma criança, o que justifica sua ausência da mídia. No SESC Santo André, na condição de única atração gringa do tradicional festival Batuque, a cantora de 38 anos reencontrou seu público. Não foi um público assim tão numeroso. No ano passado, Erykah Badu arrastou quase cinco mil pagantes ao ABC no dois dias de Batuque. Santi, com sorte, conseguirá metade disso – segundo o SESC, há mais ingressos vendidos para este domingo. Ao menos os fãs pareciam contentes ao final da apresentação, especialmente os vinte que subiram ao palco para dançar a ótima “Creator”. Santi cantou direitinho, não miguelou hits e fez divertidas coreografias, ladeada por suas duas dançarinas, mas deu brecha para reclamações. Não permaneceu sequer 50 minutos em cena. Além de breve demais, o show não contou com ninguém (exceto ela) fazendo música ao vivo. Havia apenas um DJ dando play nas bases. No Back2Black, a cantora veio com um trio (dois dos músicos tinham até uma segunda função: entrar com uma fantasia de cavalo em “Hold The Line”). A versão econômica do espetáculo, no entanto, não cortou o barato de quem estava ali para ouvir “Go!”, “L.E.S. Artistes”, “Disparate Youth”, “Say Aha”, “The Keepers” e “Big Mouth”. No bis, Santi lembrou “B.O.O.T.A.Y.”, que gravou com Spank Rock em 2009, antecipando significantemente a ode ao popozão que assola a música urbana americana neste exato momento. O show de Santigold foi precedido pelo hip hop com banda dos MCs do Elo Da Corrente. Quem fechou a noite foi Céu, como seu já rodado show tributo ao álbum Catch A Fire, de Bob Marley. Hoje, além de Santigold, o Batuque oferece Nação Zumbi, Zulumbi, Anelis Assumpção e Tássia Reis em seu cardápio. Tássia abre os serviços às 18h. Santi canta antes da Nação Zumbi, que encerra o festival.
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Show curtinho, mas com todos os hits, marca retorno de Santigold ao Brasil

por em 07/12/2014
ong>Por José Flávio Júnior Entre sua primeira visita brasileira, em 2012, como atração do festival carioca Back2Black, e a noite de sábado, 6/12, pouca coisa aconteceu na trajetória de Santigold. Pelo menos, artisticamente: não lançou nenhum disco, fez pouquíssimos shows... Mas pariu uma criança, o que justifica sua ausência da mídia. No SESC Santo André, na condição de única atração gringa do tradicional festival Batuque, a cantora de 38 anos reencontrou seu público. Não foi um público assim tão numeroso. No ano passado, Erykah Badu arrastou quase cinco mil pagantes ao ABC no dois dias de Batuque. Santi, com sorte, conseguirá metade disso – segundo o SESC, há mais ingressos vendidos para este domingo. Ao menos os fãs pareciam contentes ao final da apresentação, especialmente os vinte que subiram ao palco para dançar a ótima “Creator”. Santi cantou direitinho, não miguelou hits e fez divertidas coreografias, ladeada por suas duas dançarinas, mas deu brecha para reclamações. Não permaneceu sequer 50 minutos em cena. Além de breve demais, o show não contou com ninguém (exceto ela) fazendo música ao vivo. Havia apenas um DJ dando play nas bases. No Back2Black, a cantora veio com um trio (dois dos músicos tinham até uma segunda função: entrar com uma fantasia de cavalo em “Hold The Line”). A versão econômica do espetáculo, no entanto, não cortou o barato de quem estava ali para ouvir “Go!”, “L.E.S. Artistes”, “Disparate Youth”, “Say Aha”, “The Keepers” e “Big Mouth”. No bis, Santi lembrou “B.O.O.T.A.Y.”, que gravou com Spank Rock em 2009, antecipando significantemente a ode ao popozão que assola a música urbana americana neste exato momento. O show de Santigold foi precedido pelo hip hop com banda dos MCs do Elo Da Corrente. Quem fechou a noite foi Céu, como seu já rodado show tributo ao álbum Catch A Fire, de Bob Marley. Hoje, além de Santigold, o Batuque oferece Nação Zumbi, Zulumbi, Anelis Assumpção e Tássia Reis em seu cardápio. Tássia abre os serviços às 18h. Santi canta antes da Nação Zumbi, que encerra o festival.