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Sinéad esculacha U2 e cantoras jovens que vendem sexo

por em 18/11/2014
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Colin Stutz Sinéad O'Connor entrou para a longa lista de músicos que reprovaram a forma de lançamento do último trabalho do U2, Songs Of Innocence, ao dizer que a decisão de adicionar automaticamente o álbum à conta dos usuários do iTunes foi  “um movimento mal pensado”. “Houve algo quase terrorista em relação a esse lançamento”, disse. “Eu realmente não sou fã do U2, mas invadir a vida das pessoas assim não foi legal. Isso foi má administração.” A cantora junta-se a outros artistas que também já criticaram a estratégia de marketing do novo álbum, como Taylor Hawkins, baterista do Foo Fighters, Iggy Pop e Tyler, the Creator. Bono e Sinéad estão entre os artistas que se reuniram no último sábado (15/11) para formar a Band Aid 30 e gravar uma nova versão de “Do They Know It's Christmas?”, 30 anos depois de seu lançamento original. Sobre sua participação no supergrupo, a cantora disse que seu único motivo para envolver-se na iniciativa foi Bob Geldof, vocalista do Boomtown Rats, compositor do single de 1984 e responsável pelo projeto. “Eu amo Bob”, disse. “Se ele me pedisse para esfregar o chão de sua cozinha, eu faria de boa vontade.” A irlandesa também falou sobre suas questões com Miley Cyrus, que começaram quando escreveu uma carta aberta expressando sua preocupação “maternal” pela ex-Hannah Montana e outros artistas jovens, como Justin Bieber e Britney Spears. Para a veterana de 47 anos, eles estão sexualizando demais seu público adolescente. “Isso não é sobre Miley ou qualquer outra personalidade”, comentou. “É uma questão de proteção infantil. Seu público precisa ser protegido. Ela está vendendo sexo e imagens sexuais à crianças muito novas e isso é errado, irresponsável e perigoso. Eu estava certa quando disse que a Igreja Católica sexualiza menores e estou certa sobre a indústria musical fazer o mesmo. Eu sei do que estou falando.” E não parou por aí. “A indústria musical está sexualizando artistas que mais parecem crianças”, continuou. “Lady Gaga, que sabe que metade de seu público é menor de idade, está convidando-os a simular masturbação. Que tipo de pessoa faz isso? Como artista, você deve estar consciente dos menores. Se [Miley] que colocar notas na sua garganta e vestir quase nada, tudo bem. Mas não em um ambiente onde menores serão expostos a isso. Não há desculpa para endossar esse tipo de comportamento irresponsável porque isso leva ao tráfico sexual de crianças e, em última instância, à morte.”
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por em 18/11/2014
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Colin Stutz Sinéad O'Connor entrou para a longa lista de músicos que reprovaram a forma de lançamento do último trabalho do U2, Songs Of Innocence, ao dizer que a decisão de adicionar automaticamente o álbum à conta dos usuários do iTunes foi  “um movimento mal pensado”. “Houve algo quase terrorista em relação a esse lançamento”, disse. “Eu realmente não sou fã do U2, mas invadir a vida das pessoas assim não foi legal. Isso foi má administração.” A cantora junta-se a outros artistas que também já criticaram a estratégia de marketing do novo álbum, como Taylor Hawkins, baterista do Foo Fighters, Iggy Pop e Tyler, the Creator. Bono e Sinéad estão entre os artistas que se reuniram no último sábado (15/11) para formar a Band Aid 30 e gravar uma nova versão de “Do They Know It's Christmas?”, 30 anos depois de seu lançamento original. Sobre sua participação no supergrupo, a cantora disse que seu único motivo para envolver-se na iniciativa foi Bob Geldof, vocalista do Boomtown Rats, compositor do single de 1984 e responsável pelo projeto. “Eu amo Bob”, disse. “Se ele me pedisse para esfregar o chão de sua cozinha, eu faria de boa vontade.” A irlandesa também falou sobre suas questões com Miley Cyrus, que começaram quando escreveu uma carta aberta expressando sua preocupação “maternal” pela ex-Hannah Montana e outros artistas jovens, como Justin Bieber e Britney Spears. Para a veterana de 47 anos, eles estão sexualizando demais seu público adolescente. “Isso não é sobre Miley ou qualquer outra personalidade”, comentou. “É uma questão de proteção infantil. Seu público precisa ser protegido. Ela está vendendo sexo e imagens sexuais à crianças muito novas e isso é errado, irresponsável e perigoso. Eu estava certa quando disse que a Igreja Católica sexualiza menores e estou certa sobre a indústria musical fazer o mesmo. Eu sei do que estou falando.” E não parou por aí. “A indústria musical está sexualizando artistas que mais parecem crianças”, continuou. “Lady Gaga, que sabe que metade de seu público é menor de idade, está convidando-os a simular masturbação. Que tipo de pessoa faz isso? Como artista, você deve estar consciente dos menores. Se [Miley] que colocar notas na sua garganta e vestir quase nada, tudo bem. Mas não em um ambiente onde menores serão expostos a isso. Não há desculpa para endossar esse tipo de comportamento irresponsável porque isso leva ao tráfico sexual de crianças e, em última instância, à morte.”