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Sintonia à Sete Chaves - NX Zero

por em 12/01/2012
Imagem: Divulgação

No último dia 20 de outubro foi lançado o terceiro álbum pela Arsenal Music do NX Zero, Sete Chaves, que traz mais diversidade e faixas feitas para estourar nas rádios. A Billboard Brasil conversou com Gee Rocha (guitarra e vocais), que contou um pouco sobre o processo de produção do disco e os futuros caminhos da banda.

O trabalho em torno do mais recente álbum teve início em março deste ano, quando Di Ferrero (vocal) e Gee Rocha, que dividem a composição da maioria das canções, criavam as letras e as levavam ao estúdio. A surpresa foi a reação positiva de Rick Bonadio. “E a gente todo inseguro”, conta o guitarrista, que ainda lembra do conselho do produtor. "Ele disse: 'vamos prezar agora pelo som'. Foi difícil como sempre, mas tivemos um carinho especial por esse trabalho.” Em julho começou a pré-produção, em São Paulo, e a gravação, rápida, foi feita durante o mês de setembro.

Gee destaca, ainda, a boa interação entre os cinco integrantes, o importante papel da equipe, que trabalhou inteiramente para o disco, e do produtor. “Rick Bonadio ajudou e trabalhou muito para que o som fosse o melhor do NX Zero”, destaca.

A interação de todos pode ser percebida no produto final. Gee conta que enquanto Dani Weksler (bateria) ou Caco Grandino (baixo) cuidavam dos arranjos, ele e Fi Ricardo (guitarra) faziam a harmonia, e vice-versa. “Cada um segurava na hora certa para o outro, para a música soar melhor.” O próprio músico reconhece a sintonia mais afinada das guitarras em Sete Chaves.

A evolução com relação aos dias de banda independente também pode ser percebida nas próprias canções. “As músicas são mais longas e trabalhadas, não tínhamos noção disso [antes]”, explica. E completa: “Tem mais conceito nesse disco”. Sete Chaves revela quais mistérios? “O segredo é mesmo o lance de composição”, conta o guitarrista. “Parece que guardamos essas músicas para a hora certa.”

Duas faixas repetem a mesma mistura do clássico com rock feita em “Cedo Ou Tarde”, do CD anterior Agora. Piano, violinos, violas e cellos de Eric Silver marcam o estilo vindo de influências como Aerosmith (apelido da “Espero Minha Vez”) e Hillsong United (como chamam “Mais Além”). “Tem músicas em que falta isso: ‘Mais Além’, por exemplo, foi pensada já para o piano e ‘Espero Minha Vez’ para o violino”, conta Gee. O guitarrista afirmou, ainda, que ouve muito Hillsong (grupo gospel australiano cujo show em São Paulo será dia 14 de novembro, no Ginásio do Ibirapuera) e que admira a sua sonoridade orquestral.

Parte importante da carreira do NX Zero, lembra Gee, é a interação com os fãs. “Tem um monte de molequinho que gosta de NX”, conta, realçando a crescente importância do Twitter neste processo. Além de gostar de saber o que os fãs pensam, o músico usa a ferramenta num jogo interessante em que responde às perguntas dos admiradores. “É uma forma de conversarmos com eles, mas poucas e boas vezes."

Além do Twitter, há um vídeo no YouTube (assista abaixo). “A grande maioria nunca viu como é a divulgação na rádio. No YouTube o pessoal até vê e pensa: ‘é tudo besta, é tudo moleque’”, conta rindo. “Comprei agora uma câmera e estou gravando tudo.” A maior parte está sendo reservada para um DVD que pode ser lançado em 2010. Tudo em doses homeopáticas, para não desgastar a imagem.

Falando em vídeo, logo mais virá o clipe da faixa “Espero A Minha Vez”, que será feito por um diretor diferente do costume, o Oscar Rodrigues Alves, que já trabalhou com artistas como Skank e Lenine. As gravações estão marcadas para as próximas semanas e o NX Zero pretende “mudar geral”, trazer “outra vibe”. “Ainda não temos a história, mas é uma música grande e marcante”, afirma o guitarrista, que garantiu um lugar bonito no vídeo.

E os próximos passos? Já tem gravado em casa uma música nova, e algumas no celular, a idéia é manter o pique e gravar outro álbum em 2010. “Quando formos mais velhos diminui”, afirma que então darão uma pausa maior entre os trabalhos. Por enquanto, vão aproveitar a juventude e revelar o som do NX Zero, destrancando o que estava guardado a sete chaves.

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Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
2
Saudade
Eduardo Costa
3
Amor Da Sua Cama
Felipe Araújo
4
Dona Maria (Part. Jorge)
Thiago Brava
5
Não Era Você
João Bosco & Vinicius
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Sintonia à Sete Chaves - NX Zero

por em 12/01/2012
Imagem: Divulgação

No último dia 20 de outubro foi lançado o terceiro álbum pela Arsenal Music do NX Zero, Sete Chaves, que traz mais diversidade e faixas feitas para estourar nas rádios. A Billboard Brasil conversou com Gee Rocha (guitarra e vocais), que contou um pouco sobre o processo de produção do disco e os futuros caminhos da banda.

O trabalho em torno do mais recente álbum teve início em março deste ano, quando Di Ferrero (vocal) e Gee Rocha, que dividem a composição da maioria das canções, criavam as letras e as levavam ao estúdio. A surpresa foi a reação positiva de Rick Bonadio. “E a gente todo inseguro”, conta o guitarrista, que ainda lembra do conselho do produtor. "Ele disse: 'vamos prezar agora pelo som'. Foi difícil como sempre, mas tivemos um carinho especial por esse trabalho.” Em julho começou a pré-produção, em São Paulo, e a gravação, rápida, foi feita durante o mês de setembro.

Gee destaca, ainda, a boa interação entre os cinco integrantes, o importante papel da equipe, que trabalhou inteiramente para o disco, e do produtor. “Rick Bonadio ajudou e trabalhou muito para que o som fosse o melhor do NX Zero”, destaca.

A interação de todos pode ser percebida no produto final. Gee conta que enquanto Dani Weksler (bateria) ou Caco Grandino (baixo) cuidavam dos arranjos, ele e Fi Ricardo (guitarra) faziam a harmonia, e vice-versa. “Cada um segurava na hora certa para o outro, para a música soar melhor.” O próprio músico reconhece a sintonia mais afinada das guitarras em Sete Chaves.

A evolução com relação aos dias de banda independente também pode ser percebida nas próprias canções. “As músicas são mais longas e trabalhadas, não tínhamos noção disso [antes]”, explica. E completa: “Tem mais conceito nesse disco”. Sete Chaves revela quais mistérios? “O segredo é mesmo o lance de composição”, conta o guitarrista. “Parece que guardamos essas músicas para a hora certa.”

Duas faixas repetem a mesma mistura do clássico com rock feita em “Cedo Ou Tarde”, do CD anterior Agora. Piano, violinos, violas e cellos de Eric Silver marcam o estilo vindo de influências como Aerosmith (apelido da “Espero Minha Vez”) e Hillsong United (como chamam “Mais Além”). “Tem músicas em que falta isso: ‘Mais Além’, por exemplo, foi pensada já para o piano e ‘Espero Minha Vez’ para o violino”, conta Gee. O guitarrista afirmou, ainda, que ouve muito Hillsong (grupo gospel australiano cujo show em São Paulo será dia 14 de novembro, no Ginásio do Ibirapuera) e que admira a sua sonoridade orquestral.

Parte importante da carreira do NX Zero, lembra Gee, é a interação com os fãs. “Tem um monte de molequinho que gosta de NX”, conta, realçando a crescente importância do Twitter neste processo. Além de gostar de saber o que os fãs pensam, o músico usa a ferramenta num jogo interessante em que responde às perguntas dos admiradores. “É uma forma de conversarmos com eles, mas poucas e boas vezes."

Além do Twitter, há um vídeo no YouTube (assista abaixo). “A grande maioria nunca viu como é a divulgação na rádio. No YouTube o pessoal até vê e pensa: ‘é tudo besta, é tudo moleque’”, conta rindo. “Comprei agora uma câmera e estou gravando tudo.” A maior parte está sendo reservada para um DVD que pode ser lançado em 2010. Tudo em doses homeopáticas, para não desgastar a imagem.

Falando em vídeo, logo mais virá o clipe da faixa “Espero A Minha Vez”, que será feito por um diretor diferente do costume, o Oscar Rodrigues Alves, que já trabalhou com artistas como Skank e Lenine. As gravações estão marcadas para as próximas semanas e o NX Zero pretende “mudar geral”, trazer “outra vibe”. “Ainda não temos a história, mas é uma música grande e marcante”, afirma o guitarrista, que garantiu um lugar bonito no vídeo.

E os próximos passos? Já tem gravado em casa uma música nova, e algumas no celular, a idéia é manter o pique e gravar outro álbum em 2010. “Quando formos mais velhos diminui”, afirma que então darão uma pausa maior entre os trabalhos. Por enquanto, vão aproveitar a juventude e revelar o som do NX Zero, destrancando o que estava guardado a sete chaves.