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Smashing Pumpkins trazem os anos 1990 para o Lollapalooza

por em 30/03/2015
Por
Marcos Lauro Não tinha cenografia, muito menos efeitos especiais de iluminação. Não tinha o logotipo da banda nos telões e a entrada no palco não foi precedida de um vídeo ou trilha sonora especial. De repente, Billy Corgan, fundador e único membro original do Smashing Pumpkins, surge com seus companheiros do fundo lá do palco. Cumprimentando apenas com um aceno meio tímido, ele manda, na sequência, três clássicos da banda: “Cherub Rock”, “Tonight, Tonight” e “Ava Adore”. Aqui, para não matar do coração os saudosos da década de 1990, a banda mandou “Being Beige”, single do seu mais recente disco, “Monuments to an Elegy”. Billy Corgan lembrou que neste domingo é aniversário de Perry Farrell, criador do Lollapalooza. Lembrou também que há cerca de uma semana foi o seu aniversário. “28 anos. Estou super bem para 28 anos”, brincou o quase cinquentão. O show do Smashing Pumpkins é cru, visceral. Nada além de duas guitarras, um baixo e uma bateria, além do vocal rasgado de Corgan. No bis, algo inusitado. Billy Corgan se assustou com os fogos, que pipocaram para anunciar o fim do festival. Apenas ele e violão para cantar “Today”, música do mesmo disco da música que abriu o show, o “Siamese Dreams”. Ele interrompeu a bela introdução para ver o que era aquele barulho todo que vinha de trás do palco. Brincou insinuando que pararia de tocar para ver o espetáculo, mas seguiu com a música. Billy Corgan encerrou um evento gigantesco somente com sua voz e violão, num dos momentos mais singelos do final de semana.
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Smashing Pumpkins trazem os anos 1990 para o Lollapalooza

por em 30/03/2015
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Marcos Lauro Não tinha cenografia, muito menos efeitos especiais de iluminação. Não tinha o logotipo da banda nos telões e a entrada no palco não foi precedida de um vídeo ou trilha sonora especial. De repente, Billy Corgan, fundador e único membro original do Smashing Pumpkins, surge com seus companheiros do fundo lá do palco. Cumprimentando apenas com um aceno meio tímido, ele manda, na sequência, três clássicos da banda: “Cherub Rock”, “Tonight, Tonight” e “Ava Adore”. Aqui, para não matar do coração os saudosos da década de 1990, a banda mandou “Being Beige”, single do seu mais recente disco, “Monuments to an Elegy”. Billy Corgan lembrou que neste domingo é aniversário de Perry Farrell, criador do Lollapalooza. Lembrou também que há cerca de uma semana foi o seu aniversário. “28 anos. Estou super bem para 28 anos”, brincou o quase cinquentão. O show do Smashing Pumpkins é cru, visceral. Nada além de duas guitarras, um baixo e uma bateria, além do vocal rasgado de Corgan. No bis, algo inusitado. Billy Corgan se assustou com os fogos, que pipocaram para anunciar o fim do festival. Apenas ele e violão para cantar “Today”, música do mesmo disco da música que abriu o show, o “Siamese Dreams”. Ele interrompeu a bela introdução para ver o que era aquele barulho todo que vinha de trás do palco. Brincou insinuando que pararia de tocar para ver o espetáculo, mas seguiu com a música. Billy Corgan encerrou um evento gigantesco somente com sua voz e violão, num dos momentos mais singelos do final de semana.