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Steve Angello no ULTRA e com novo álbum ainda em 2017

Na cena desde o comecinho dos anos 2000, DJ e produtor toca no festival marcado para o Rio de Janeiro em outubro

O DJ e produtor Steve Angello apareceu na cena em 2004 com um remix de “Sweet Dreams (Are Made of This)”, da dupla Eurythmics. De lá até agora, Angello já conta com sete EPs e dois álbuns de estúdio, além do estouro com o Swedish House Mafia – o “Chainsmokers” de 2010/2012, fenômeno da música eletrônica que roubou espaço de muito artista pop no mainstream.

Nesse mês de outubro, Angello, que apesar do nome que lembra italiano é grego, é um dos destaques do festival ULTRA Rio Brasil, marcado para 12, 13 e 14 de outubro no sambódromo carioca – O DJ toca no dia 14, mesma noite de David Guetta e Above & Beyond.

Conversamos com Angello sobre sua carreira e a relação com o Brasil. Leia:

steve-angello

Como costuma ser a sua relação com o público brasileiro?
Eu amo o Brasil! Desde o final da década de 1990, eu passei muito tempo tocando no Brasil e até chego a ver o país como uma segunda casa às vezes. Me lembro de quando fui há alguns anos e quis passar alguns meses no Brasil.

Conhece a cena EDM no Brasil?
Eu acho que o Brasil sempre foi um país muito rico nos quesitos cultura, música e eventos. Isso está no sangue brasileiro e, portanto, sempre foi muito forte. Até certo ponto, o Brasil era o único país do mundo com super baladas como Warung e Green Valley. Pessoas como Gui Boratto sempre foram muito importantes para a cena musical como um todo.

Os seus fãs estão muito ansiosos para o lançamento do seu novo álbum. Ele será mesmo lançado ainda em 2017?
Este será meu segundo álbum em dois anos e ninguém está mais animado do que eu! Desta vez, o processo está sendo muito mais curto. Está super eletrônico, sintético, com muitas mudanças de tempo e muitas vibrações diferentes!

Em 2012, você encerrou o ciclo com Swedish House Mafia. Qual foi o impacto na sua carreira você ter sido parte deste trio mundialmente famoso? Vocês já pensaram em tocar juntos novamente?
Foi uma época incrível! Nós abrimos muitas portas e fizemos coisas que ninguém na música de eletrônica jamais poderia imaginar fazer! Isso será uma lembrança para a vida toda e sou extremamente feliz por termos feito parte dessa era! No geral, nada mudou muito na minha carreira. Os shows continuaram grandes e as músicas vinham dos dois lados [solo e como grupo]. Nós ainda não conversamos sobre um possível retorno.

Em 2009, você criou algumas músicas, como Flonko e Valodja, com seu irmão, AN21. Como foi essa experiência?
Sim, trabalhamos muito desde então. Ele está iniciando um novo projeto sobre o qual estamos muito ansiosos também!

Serviço:
ULTRA Rio Brasil – Rio de Janeiro/RJ
12, 13 e 14/10
Sambódromo
Ingressos: de R$ 212 a R$ 1848 (válido para os três dias) no site.

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Steve Angello no ULTRA e com novo álbum ainda em 2017

Na cena desde o comecinho dos anos 2000, DJ e produtor toca no festival marcado para o Rio de Janeiro em outubro

por Ana Carolina Nunes em 04/10/2017

O DJ e produtor Steve Angello apareceu na cena em 2004 com um remix de “Sweet Dreams (Are Made of This)”, da dupla Eurythmics. De lá até agora, Angello já conta com sete EPs e dois álbuns de estúdio, além do estouro com o Swedish House Mafia – o “Chainsmokers” de 2010/2012, fenômeno da música eletrônica que roubou espaço de muito artista pop no mainstream.

Nesse mês de outubro, Angello, que apesar do nome que lembra italiano é grego, é um dos destaques do festival ULTRA Rio Brasil, marcado para 12, 13 e 14 de outubro no sambódromo carioca – O DJ toca no dia 14, mesma noite de David Guetta e Above & Beyond.

Conversamos com Angello sobre sua carreira e a relação com o Brasil. Leia:

steve-angello

Como costuma ser a sua relação com o público brasileiro?
Eu amo o Brasil! Desde o final da década de 1990, eu passei muito tempo tocando no Brasil e até chego a ver o país como uma segunda casa às vezes. Me lembro de quando fui há alguns anos e quis passar alguns meses no Brasil.

Conhece a cena EDM no Brasil?
Eu acho que o Brasil sempre foi um país muito rico nos quesitos cultura, música e eventos. Isso está no sangue brasileiro e, portanto, sempre foi muito forte. Até certo ponto, o Brasil era o único país do mundo com super baladas como Warung e Green Valley. Pessoas como Gui Boratto sempre foram muito importantes para a cena musical como um todo.

Os seus fãs estão muito ansiosos para o lançamento do seu novo álbum. Ele será mesmo lançado ainda em 2017?
Este será meu segundo álbum em dois anos e ninguém está mais animado do que eu! Desta vez, o processo está sendo muito mais curto. Está super eletrônico, sintético, com muitas mudanças de tempo e muitas vibrações diferentes!

Em 2012, você encerrou o ciclo com Swedish House Mafia. Qual foi o impacto na sua carreira você ter sido parte deste trio mundialmente famoso? Vocês já pensaram em tocar juntos novamente?
Foi uma época incrível! Nós abrimos muitas portas e fizemos coisas que ninguém na música de eletrônica jamais poderia imaginar fazer! Isso será uma lembrança para a vida toda e sou extremamente feliz por termos feito parte dessa era! No geral, nada mudou muito na minha carreira. Os shows continuaram grandes e as músicas vinham dos dois lados [solo e como grupo]. Nós ainda não conversamos sobre um possível retorno.

Em 2009, você criou algumas músicas, como Flonko e Valodja, com seu irmão, AN21. Como foi essa experiência?
Sim, trabalhamos muito desde então. Ele está iniciando um novo projeto sobre o qual estamos muito ansiosos também!

Serviço:
ULTRA Rio Brasil – Rio de Janeiro/RJ
12, 13 e 14/10
Sambódromo
Ingressos: de R$ 212 a R$ 1848 (válido para os três dias) no site.