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Taylor Swift: cinco atitudes que provam que a Mulher do Ano eleita pela Billboard faz suas próprias regras

por em 05/12/2014
Por Joe Lynch

Billboard lança hoje, nos Estados Unidos, sua edição especial sobre as mulheres na música e, pela segunda vez, Taylor Swift está na capa como a Mulher do Ano. Pode-se dizer que entre os fatores que contribuíram para o título está o número de vendas de mais novo álbum: 1989 teve a melhor primeira semana de vendas desde 2002 – apesar das previsões de especialistas do setor e até mesmo de pessoas da sua própria equipe.

Na entrevista publicada, Taylor revela as lutas que enfrentou nos bastidores para manter seu lado country fora do álbum pop, seus sentimentos sobre a reação de “Welcome To New York” e detalhes de seus relacionamentos com amigos famosos, incluindo Lorde e Lena Dunham. A seguir, cinco atitudes que provam que Taylor Swift faz suas próprias regras:

 

Ela não compromete a sua música

Quando Taylor disse ao fundador da gravadora Big Machine, Scott Borchetta, que não havia gravado um disco country, “ele entrou em um estado de semi-pânico”. Taylor conta à Billboard que ele implorou para que ela tornasse o álbum um pouco country. “Você pode me dar três canções country? Podemos colocar um violino em 'Shake It Off'?”, foram algumas das perguntas feitas a Taylor. “Todas as minhas respostas foram um ‘não’ muito firme, porque parecia falso tentar explorar dois gêneros quando seu álbum se encaixa em apenas um.”

 

Ela não desiste

Quando questionamos sobre a crítica de “Welcome To New York”, Taylor não sentiu a mínima necessidade de se desculpar. “Quando você escreve uma música, você está escrevendo sobre uma emoção momentânea”, diz. “Tirar uma música e tentar aplicá-la a cada situação que cada pessoa está passando – economicamente ou politicamente – é exigir demais de uma música.”

 

Suas letras são as únicas que ela cantará

“Eu não serei uma dessas artistas que entra [em uma sala com compositores] e diz: 'Eu não sei, sobre o que você quer escrever?'. Ou que entra em situações onde as pessoas perguntam: ‘Então, o que está acontecendo na sua vida?'. E aí eu digo para fazerem uma música sobre isso. Eu não seria uma cantora se eu não fosse uma compositora. Eu não tenho interesse algum em cantar as palavras de outra pessoa.”

Não permite que outros controlem sua imagem

Mesmo depois da sua equipe concordar com a ideia de um álbum pop, havia preocupações. “Eu me lembro de todas as reuniões nas salas de conferência… Eles disseram: ‘Você tem certeza de que quer fazer isso? Você tem certeza de que quer chamar o disco de 1989? Nós achamos um título estranho. Você tem certeza de que quer colocar uma capa que tem menos do que a metade do seu rosto? Você tem certeza de que quer pegar um gênero no qual você está consolidada e mudar para um em que você é novata?'. E responder a todas as perguntas com ‘sim, eu tenho certeza’ me deixou bastante frustrada na época. Algo como: ‘Galera, vocês não entendem que é isso que eu estou louca para fazer?’.”

 

Ela cuida dos amigos

“Taylor é como uma força de energia protetora”, diz Lorde. “Ela toma conta de todo mundo que ela conhece. Nós somos ambas interessadas e envolvidas no funcionamento da indústria. Eu acho que ela deveria fazer seminários – ‘os 13 passos de Taylor Swift’ ou algo do tipo.”

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Taylor Swift: cinco atitudes que provam que a Mulher do Ano eleita pela Billboard faz suas próprias regras

por em 05/12/2014
Por Joe Lynch

Billboard lança hoje, nos Estados Unidos, sua edição especial sobre as mulheres na música e, pela segunda vez, Taylor Swift está na capa como a Mulher do Ano. Pode-se dizer que entre os fatores que contribuíram para o título está o número de vendas de mais novo álbum: 1989 teve a melhor primeira semana de vendas desde 2002 – apesar das previsões de especialistas do setor e até mesmo de pessoas da sua própria equipe.

Na entrevista publicada, Taylor revela as lutas que enfrentou nos bastidores para manter seu lado country fora do álbum pop, seus sentimentos sobre a reação de “Welcome To New York” e detalhes de seus relacionamentos com amigos famosos, incluindo Lorde e Lena Dunham. A seguir, cinco atitudes que provam que Taylor Swift faz suas próprias regras:

 

Ela não compromete a sua música

Quando Taylor disse ao fundador da gravadora Big Machine, Scott Borchetta, que não havia gravado um disco country, “ele entrou em um estado de semi-pânico”. Taylor conta à Billboard que ele implorou para que ela tornasse o álbum um pouco country. “Você pode me dar três canções country? Podemos colocar um violino em 'Shake It Off'?”, foram algumas das perguntas feitas a Taylor. “Todas as minhas respostas foram um ‘não’ muito firme, porque parecia falso tentar explorar dois gêneros quando seu álbum se encaixa em apenas um.”

 

Ela não desiste

Quando questionamos sobre a crítica de “Welcome To New York”, Taylor não sentiu a mínima necessidade de se desculpar. “Quando você escreve uma música, você está escrevendo sobre uma emoção momentânea”, diz. “Tirar uma música e tentar aplicá-la a cada situação que cada pessoa está passando – economicamente ou politicamente – é exigir demais de uma música.”

 

Suas letras são as únicas que ela cantará

“Eu não serei uma dessas artistas que entra [em uma sala com compositores] e diz: 'Eu não sei, sobre o que você quer escrever?'. Ou que entra em situações onde as pessoas perguntam: ‘Então, o que está acontecendo na sua vida?'. E aí eu digo para fazerem uma música sobre isso. Eu não seria uma cantora se eu não fosse uma compositora. Eu não tenho interesse algum em cantar as palavras de outra pessoa.”

Não permite que outros controlem sua imagem

Mesmo depois da sua equipe concordar com a ideia de um álbum pop, havia preocupações. “Eu me lembro de todas as reuniões nas salas de conferência… Eles disseram: ‘Você tem certeza de que quer fazer isso? Você tem certeza de que quer chamar o disco de 1989? Nós achamos um título estranho. Você tem certeza de que quer colocar uma capa que tem menos do que a metade do seu rosto? Você tem certeza de que quer pegar um gênero no qual você está consolidada e mudar para um em que você é novata?'. E responder a todas as perguntas com ‘sim, eu tenho certeza’ me deixou bastante frustrada na época. Algo como: ‘Galera, vocês não entendem que é isso que eu estou louca para fazer?’.”

 

Ela cuida dos amigos

“Taylor é como uma força de energia protetora”, diz Lorde. “Ela toma conta de todo mundo que ela conhece. Nós somos ambas interessadas e envolvidas no funcionamento da indústria. Eu acho que ela deveria fazer seminários – ‘os 13 passos de Taylor Swift’ ou algo do tipo.”