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The Sonics lança primeiro álbum de inéditas após 49 anos

por em 04/04/2015
A ba
nda de rock formada em Tacoma, nos Estados Unidos, fez sucesso na década de 1960, inspirando punks e a geração grunge (Kurt Cobain assumiu ser fã da banda). Eles fizeram recentemente (05/03) um show em São Paulo, muito elogiado por sinal. Após 49 anos sem lançar nenhum disco com inéditas, eles anunciaram “This Is The Sonics”. Nem é preciso dizer que muita coisa mudou em quase cinco décadas. “É um universo diferente”, diz Rob Lind, de 71 anos. Desde caixas de som de retorno no palco, a forma como as turnês são organizadas, a existência da indústria da música digital... muita coisa mudou mesmo. Lind comentou para a Billboard algumas diferenças de como era antes, há 49 anos, e como é hoje, na volta do The Sonics. THE SONICS CHEGAM AO BRASIL E EXPLICAM SEU ROCK DEMENCIAL O som do The Sonics Antes: “Tacoma é uma cidade portuária, então começamos querendo tocar rock ‘n’ roll”, diz Lind sobre o som feroz da banda. “Como Jerry (Roaslie) dizia ‘Queríamos chutar uns traseiros’.” Hoje: “Para o novo álbum queremos tocar a música dos Sonics. Se nós escrevemos, nós queremos que seja rock.” Gravadoras e gravações Antes: “Eu realmente não me lembro de ter ganhando algum dinheiro com eles (Etiquette Records, com quem gravaram os álbuns “Here Are The Sonics” e “Boom”), mas nós estamos ganhando mais dinheiro com eles agora.” Hoje: Os Sonics criaram seu próprio selo, Re: VOX EUA. “Vamos ver como vai ser, é preciso esperar um pouco”. Turnê Antes: “Costumávamos tocar quatro vezes em uma mesma noite em troca de cerveja e hambúrgueres.”, diz Lind sobre quando tocava em lugares apertados na área rural de Washington. Os maiores salários vinham de shows feitos em Tacoma, algo em torno de 4 mil dólares. Agora: “Nós temos uma pessoa que gerencia nossa turnê, que vai com a gente e, toda noite, coloca embaixo de nossas portas a programação do dia seguinte”, conta Lind. Hoje o pagamento para ser a principal atração em festivais gira em torno de 40 a 50 mil dólares.
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    EUA
1
Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
2
Amor Da Sua Cama
Felipe Araújo
3
Saudade
Eduardo Costa
4
Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
5
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
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The Sonics lança primeiro álbum de inéditas após 49 anos

por em 04/04/2015
A ba
nda de rock formada em Tacoma, nos Estados Unidos, fez sucesso na década de 1960, inspirando punks e a geração grunge (Kurt Cobain assumiu ser fã da banda). Eles fizeram recentemente (05/03) um show em São Paulo, muito elogiado por sinal. Após 49 anos sem lançar nenhum disco com inéditas, eles anunciaram “This Is The Sonics”. Nem é preciso dizer que muita coisa mudou em quase cinco décadas. “É um universo diferente”, diz Rob Lind, de 71 anos. Desde caixas de som de retorno no palco, a forma como as turnês são organizadas, a existência da indústria da música digital... muita coisa mudou mesmo. Lind comentou para a Billboard algumas diferenças de como era antes, há 49 anos, e como é hoje, na volta do The Sonics. THE SONICS CHEGAM AO BRASIL E EXPLICAM SEU ROCK DEMENCIAL O som do The Sonics Antes: “Tacoma é uma cidade portuária, então começamos querendo tocar rock ‘n’ roll”, diz Lind sobre o som feroz da banda. “Como Jerry (Roaslie) dizia ‘Queríamos chutar uns traseiros’.” Hoje: “Para o novo álbum queremos tocar a música dos Sonics. Se nós escrevemos, nós queremos que seja rock.” Gravadoras e gravações Antes: “Eu realmente não me lembro de ter ganhando algum dinheiro com eles (Etiquette Records, com quem gravaram os álbuns “Here Are The Sonics” e “Boom”), mas nós estamos ganhando mais dinheiro com eles agora.” Hoje: Os Sonics criaram seu próprio selo, Re: VOX EUA. “Vamos ver como vai ser, é preciso esperar um pouco”. Turnê Antes: “Costumávamos tocar quatro vezes em uma mesma noite em troca de cerveja e hambúrgueres.”, diz Lind sobre quando tocava em lugares apertados na área rural de Washington. Os maiores salários vinham de shows feitos em Tacoma, algo em torno de 4 mil dólares. Agora: “Nós temos uma pessoa que gerencia nossa turnê, que vai com a gente e, toda noite, coloca embaixo de nossas portas a programação do dia seguinte”, conta Lind. Hoje o pagamento para ser a principal atração em festivais gira em torno de 40 a 50 mil dólares.