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“Trem Das Onze”, de Adoniran Barbosa, é trilha sonora de campanha de Dia das Mães

por em 11/04/2012
Imagem: Divulgação

Em peito de mãe bate sempre um coração preocupado. Que o diga a mãe de Adoniran Barbosa, o maior boêmio que este país já conheceu.  

Colecionador de apelidos, de amizades e de ótimas histórias, Adoniran nasceu, na verdade, João Rubinato. Por meio de suas músicas, o sambista contava as lamúrias bem humoradas de quem viveu em uma metrópole acelerada como São Paulo. A maior matéria-prima de sua arte era o dia-a-dia.

A música “Iracema”, por exemplo, nasceu de uma notícia de jornal que falava de uma mulher que havia sido atropelada na Avenida São João.

No entanto, o pai do samba paulistano nunca morou em Jaçanã, como canta nos versos da canção “Trem Das Onze”. Mas, certamente teve uma mãe bastante aflita. Boêmio convicto, Adoniran gastava todo o seu dinheiro ajudando os amigos e comemorando os seus sucessos no bar.

Na canção que o imortalizou, ao se negar a ficar um minuto a mais na companhia de um amor, ele exalta a figura materna, uma mãe igual a tantas que não dormem até que seus filhos, boêmios ou não, voltem pra casa.

Este ano marca o aniversário de 30 anos da morte do sambista e, mais de meio século desde sua composição, “Trem Das Onze” continua uma canção atual. Em sua última passagem pelo Brasil em 2011, Bono Vox entoou este, que é um dos maiores hinos do samba, na frente de 90 mil amantes do rock and roll. A música serviu, ainda, de trilha sonora para a campanha deste ano de Dia das Mães da LG, intitulada Mãe 24h.

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“Trem Das Onze”, de Adoniran Barbosa, é trilha sonora de campanha de Dia das Mães

por em 11/04/2012
Imagem: Divulgação

Em peito de mãe bate sempre um coração preocupado. Que o diga a mãe de Adoniran Barbosa, o maior boêmio que este país já conheceu.  

Colecionador de apelidos, de amizades e de ótimas histórias, Adoniran nasceu, na verdade, João Rubinato. Por meio de suas músicas, o sambista contava as lamúrias bem humoradas de quem viveu em uma metrópole acelerada como São Paulo. A maior matéria-prima de sua arte era o dia-a-dia.

A música “Iracema”, por exemplo, nasceu de uma notícia de jornal que falava de uma mulher que havia sido atropelada na Avenida São João.

No entanto, o pai do samba paulistano nunca morou em Jaçanã, como canta nos versos da canção “Trem Das Onze”. Mas, certamente teve uma mãe bastante aflita. Boêmio convicto, Adoniran gastava todo o seu dinheiro ajudando os amigos e comemorando os seus sucessos no bar.

Na canção que o imortalizou, ao se negar a ficar um minuto a mais na companhia de um amor, ele exalta a figura materna, uma mãe igual a tantas que não dormem até que seus filhos, boêmios ou não, voltem pra casa.

Este ano marca o aniversário de 30 anos da morte do sambista e, mais de meio século desde sua composição, “Trem Das Onze” continua uma canção atual. Em sua última passagem pelo Brasil em 2011, Bono Vox entoou este, que é um dos maiores hinos do samba, na frente de 90 mil amantes do rock and roll. A música serviu, ainda, de trilha sonora para a campanha deste ano de Dia das Mães da LG, intitulada Mãe 24h.