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Veja nosso ranking com as 23 apresentações do Grammy 2015

por em 10/02/2015
Obvi
amente, quando pensamos em Grammy, pensamos em prêmios. Mas o foco da noite de domingo – além da vitória inesperada de Beck – ficou mesmo nas apresentações. De Madonna a Lady Gaga com Tony Bennett, incluindo Beyoncé, aqui estão todos os shows da noite ranqueados do menos interessante para o mais bacana. 23. Adam Levine e Gwen Stefani Os dois uniram forças para cantar “My Heart Is Open”, de V, do Maroon 5. Vocalmente, foi tudo bem, mas a música é um pouco sonolenta, então não deixou sua marca na premiação. 22. Eric Church O sempre animado Eric Church fez uma apresentação bem morna de seu single “Give Me Back My Hometown”. Não foi ruim, mas poderia ter sido melhor. 21. Jessie J e Tom Jones Duas potências vocais britânicas juntaram-se em um tributo aos compositores Barry Mann e Cynthia Weil, cantando uma das músicas do casal, “You've Lost That Lovin' Feelin'”. Os dois receberam o Trustees Award, que homenageia pessoas de diferentes campos da música pelas suas contribuições para a indústria. Quando à Jessie J e Tom Jones, suas vozes combinaram bem juntas, mas parecia mais um karokê do que uma apresentação no Grammy. 20. Pharrell A repaginada que Pharrell deu em “Happy” foi uma mistura de O Grande Hotel Budapeste, arte performática beatnik e uma orquestra tendo um ataque cardíaco coletivo. Lang Lang (ou “Long Long”, de acordo com The Weeknd) tocou piano e o compositor de trilhas sonoras Hans Zimmer, guitarra, o que é um grande acontecimento. Mas, vamos falar a verdade: quem realmente gostou? Mesmo não sendo exatamente chata, foi o momento mais bizarro da noite. 19. AC/DC Os veteranos do rock do AC/DC foram um dos poucos artistas representando as gerações passadas na premiação. Os australianos apresentaram a faixa-título de seu mais recente álbum, “Rock Or Bust”, e o clássico “Highway To Hell”. Houve pirotecnia, plateia com chifres de diabo e o retorno impecável de Chris Slade à bateria da banda, substituindo Phil Rudd. 18. Ariana Grande Ariana Grande foi uma das poucas artistas a não dividir a performance com outro cantor. Acompanhada por um conjunto de cordas, a jovem interpretou “Just A Little Bit Of Your Heart”. Ao final, colocou as mãos trêmulas sobre o rosto, mostrando seu nervosismo genuíno. 17. Kanye West No clima intimista que marcou a premiação, Kanye cantou “Only One”, homenagem feita a sua mãe e sua filha, iluminado apenas por um feixe de luz. Foi um momento bastante tranquilo e reflexivo, bem diferente do momento em que ele ameaçou contestar a premiação de Beck. 16. Electric Light Orchestra e Ed Sheeran Após a Electric Light Orchestraapresentar “Evil Woman”, Ed Sheeran juntou-se à banda de Jeff Lynne para um dueto em “Mr. Blue Sky”. Foi um momento de nostalgia que funcionou muito bem, como comprovaram as irmãs Haim e Paul McCartney empolgadíssimos na plateia. 15. Tony Bennett e Lady Gaga “Cheek To Cheek”, escrita por Irving Berlin, é a faixa-título do disco de duetos de Tony Bennett e Lady Gaga, que venceu o prêmio de Melhor Álbum de Vocal Tradicional de Pop. Fazia alguns anos que não havia uma apresentação verdadeiramente de jazz no Grammy. E a inusitada dupla mandou muito bem no palco. 14. John Legend e Common Os parceiros interpretaram a música que rendeu a eles o Globo de Ouro de Canção Original e pode significar um Oscar ainda este mês. “Glory”, trilha sonora do filmeSelma, encerrou a premiação em uma apresentação apaixonada de um hino do século 21. 13. Miranda Lambert A rainha do country levou uma versão arrasadora de “Little Red Wagon”, com direito a riffs de rock. Miranda Lambert ganha pontos extras pelo primeiro momento censurado da noite com os palavrões de sua música. 12. Ed Sheeran com John Mayer, Herbie Hancock e Questlove Mesmo que você não seja um grande fã de Ed Sheeran, é preciso dar a ele os créditos que merece por sua participação no evento. “Thinking Out Loud” ganhou uma versão ao vivo muito digna graças à banda cheia de estrelas que acompanhava o britânico: John Mayer na guitarra, Herbie Hancock no piano e Questlove (The Roots) na bateria. 11. Juanes Parabéns aos Grammys por lembrar-se do crescente grupo de americanos que gosta de música latina com uma apresentação em espanhol. Parabéns também ao Juanes por levar uma banda de verdade à premiação para acompanha-lo em “Juntos” – e de fato deixar que os músicos compartilhassem os holofotes em vez de deixa-los escondidos no fundo como rolou em outros números da noite. 10. Madonna Tirando seus touros mascarados do clipe de “Living For Love” e levando-os para o palco, Madonna foi um dos pontos altos da noite. A Rainha do Pop estava deslumbrante com seu visual burlesco e cantou muito bem. Além disso, qualquer apresentação que termine com Madonna ascendendo aos céus merece ser elogiada. 9. Usher e Stevie Wonder Usher fez uma homenagem a Stevie Wonder com uma versão maravilhosa do clássico “If It’s Magic”, do álbum Songs In The Key Of Life. O próprio Stevie apareceu com sua gaita e, enquanto o público aproveitava seu talento, Usher apenas desfrutava de sua posição privilegiada. Muita elegância na hora de um clássico. 8. Beck e Chris Martin Pouco depois do choque de vencer na categoria Álbum do Ano, Beck assumiu o palco ao lado do vocalista do Coldplay para cantar “Heart Is A Drum”, do premiadoMorning Phase. Para aqueles que estavam se perguntando como Beck derrotou Beyoncé, essa graciosa, introspectiva e acústica música foi um bom jeito de lembrar a todos que Beck é mais do que merecedor da atenção do público. 7. Katy Perry Primeiro, o presidente Barack Obama apareceu em um vídeo atentando para a violência doméstica e incentivando as pessoas a entrar no site ItsOnUs.org para encampar a causa. Depois, a ativista Brooke Axtell, sobrevivente deste tipo de agressão, fez um discurso sobre o que viveu e sua recuperação, em um dos momentos mais emocionantes da noite. Em seguida, Katy Perry colocou o foco de “By The Grace Of God”, originalmente sobre um coração partido, nas vítimas de violência doméstica. Musicalmente falando, a voz da cantora estava perfeita – é bom lembrar que existe um talento real por trás de sua imagem coberta de açúcar. 6. Hozier e Annie Lennox Annie Lennox presenteou o novato Hozier emprestando sua voz ao single “Take Me To Church”. Sua gaita falsa deu um humor especial ao momento e, quando ela começou sua improvisação no final, foi sublime. A dupla mereceu os aplausos em pé. 5. Brandy Clark e Dwight Yoakam A promessa da country music e a lenda do gênero cantaram juntos “Hold My Hand”, do álbum 12 Stories, de Brandy Clark. Foi uma apresentação delicada, afetuosa, que calmamente tocou o coração de todos os presentes em meio às apresentações grandiosas. 4. Rihanna, Paul McCartney e Kanye West Assistir Paul McCartney cantar ao lado de Rihanna e depois ouvir o rap de Kanye enquanto o beatle jovialmente dedilhava seu violão foi ao mesmo tempo lindo e maluco. “FourFiveSeconds” pode demorar um pouco para cair nas graças do público, mas a presença das três estrelas no palco juntas foi um dos maiores destaques da premiação. 3. Sia Kristen Wiig, humorista do Saturday Night Live, foi a celebridade da vez a participar da encenação de “Chandelier”. Obviamente, Maddie Ziegler também participou da performance, enquanto Shia LaBeof, que acompanha a dançarina no clipe de “Elastic Heart”, apresentou o número lendo um poema (ou algo assim). Foi um show interessante e o desempenho da atriz surpreendeu. É preciso dar os créditos para Sia: cada vez que canta o single em público, traz algo de diferente. 2. Sam Smith e Mary J. Blige Quando Sam Smith começou a cantar “Stay With Me”, era difícil imaginar como a apresentação poderia melhorar. Foi aí que entrou Mary J. Blige. Sua voz forte e marcante combina perfeitamente com a voz sofrida e ingênua do britânico. Se esses dois não estavam no céu, foi neste momento em que se tornaram estrelas. 1. Beyoncé Beyoncé não ganhou Álbum do Ano por seu disco homônimo, mas com certeza venceu o Grammy 2015 por sua interpretação do clássico gospel “Take My Hand, Precious Lord”, do reverendo Thomas A. Dorsey. No começo, sua voz estava forte, mas contida, conferindo um pouco de alma a uma música sobre perda e esperança. Ao final, sua voz explodiu, mas com cuidado. Enquanto alguns cantores gostam de exibir sua capacidade de atingir notas altas, Queen B só eleva o tom quando é absolutamente necessário. Uma verdadeira profissional.
  • HOT 100
    BRASIL
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    200
  • HOT 100
    EUA
1
Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
2
Amor Da Sua Cama
Felipe Araújo
3
Saudade
Eduardo Costa
4
Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
5
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
RANKING COMPLETO
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Veja nosso ranking com as 23 apresentações do Grammy 2015

por em 10/02/2015
Obvi
amente, quando pensamos em Grammy, pensamos em prêmios. Mas o foco da noite de domingo – além da vitória inesperada de Beck – ficou mesmo nas apresentações. De Madonna a Lady Gaga com Tony Bennett, incluindo Beyoncé, aqui estão todos os shows da noite ranqueados do menos interessante para o mais bacana. 23. Adam Levine e Gwen Stefani Os dois uniram forças para cantar “My Heart Is Open”, de V, do Maroon 5. Vocalmente, foi tudo bem, mas a música é um pouco sonolenta, então não deixou sua marca na premiação. 22. Eric Church O sempre animado Eric Church fez uma apresentação bem morna de seu single “Give Me Back My Hometown”. Não foi ruim, mas poderia ter sido melhor. 21. Jessie J e Tom Jones Duas potências vocais britânicas juntaram-se em um tributo aos compositores Barry Mann e Cynthia Weil, cantando uma das músicas do casal, “You've Lost That Lovin' Feelin'”. Os dois receberam o Trustees Award, que homenageia pessoas de diferentes campos da música pelas suas contribuições para a indústria. Quando à Jessie J e Tom Jones, suas vozes combinaram bem juntas, mas parecia mais um karokê do que uma apresentação no Grammy. 20. Pharrell A repaginada que Pharrell deu em “Happy” foi uma mistura de O Grande Hotel Budapeste, arte performática beatnik e uma orquestra tendo um ataque cardíaco coletivo. Lang Lang (ou “Long Long”, de acordo com The Weeknd) tocou piano e o compositor de trilhas sonoras Hans Zimmer, guitarra, o que é um grande acontecimento. Mas, vamos falar a verdade: quem realmente gostou? Mesmo não sendo exatamente chata, foi o momento mais bizarro da noite. 19. AC/DC Os veteranos do rock do AC/DC foram um dos poucos artistas representando as gerações passadas na premiação. Os australianos apresentaram a faixa-título de seu mais recente álbum, “Rock Or Bust”, e o clássico “Highway To Hell”. Houve pirotecnia, plateia com chifres de diabo e o retorno impecável de Chris Slade à bateria da banda, substituindo Phil Rudd. 18. Ariana Grande Ariana Grande foi uma das poucas artistas a não dividir a performance com outro cantor. Acompanhada por um conjunto de cordas, a jovem interpretou “Just A Little Bit Of Your Heart”. Ao final, colocou as mãos trêmulas sobre o rosto, mostrando seu nervosismo genuíno. 17. Kanye West No clima intimista que marcou a premiação, Kanye cantou “Only One”, homenagem feita a sua mãe e sua filha, iluminado apenas por um feixe de luz. Foi um momento bastante tranquilo e reflexivo, bem diferente do momento em que ele ameaçou contestar a premiação de Beck. 16. Electric Light Orchestra e Ed Sheeran Após a Electric Light Orchestraapresentar “Evil Woman”, Ed Sheeran juntou-se à banda de Jeff Lynne para um dueto em “Mr. Blue Sky”. Foi um momento de nostalgia que funcionou muito bem, como comprovaram as irmãs Haim e Paul McCartney empolgadíssimos na plateia. 15. Tony Bennett e Lady Gaga “Cheek To Cheek”, escrita por Irving Berlin, é a faixa-título do disco de duetos de Tony Bennett e Lady Gaga, que venceu o prêmio de Melhor Álbum de Vocal Tradicional de Pop. Fazia alguns anos que não havia uma apresentação verdadeiramente de jazz no Grammy. E a inusitada dupla mandou muito bem no palco. 14. John Legend e Common Os parceiros interpretaram a música que rendeu a eles o Globo de Ouro de Canção Original e pode significar um Oscar ainda este mês. “Glory”, trilha sonora do filmeSelma, encerrou a premiação em uma apresentação apaixonada de um hino do século 21. 13. Miranda Lambert A rainha do country levou uma versão arrasadora de “Little Red Wagon”, com direito a riffs de rock. Miranda Lambert ganha pontos extras pelo primeiro momento censurado da noite com os palavrões de sua música. 12. Ed Sheeran com John Mayer, Herbie Hancock e Questlove Mesmo que você não seja um grande fã de Ed Sheeran, é preciso dar a ele os créditos que merece por sua participação no evento. “Thinking Out Loud” ganhou uma versão ao vivo muito digna graças à banda cheia de estrelas que acompanhava o britânico: John Mayer na guitarra, Herbie Hancock no piano e Questlove (The Roots) na bateria. 11. Juanes Parabéns aos Grammys por lembrar-se do crescente grupo de americanos que gosta de música latina com uma apresentação em espanhol. Parabéns também ao Juanes por levar uma banda de verdade à premiação para acompanha-lo em “Juntos” – e de fato deixar que os músicos compartilhassem os holofotes em vez de deixa-los escondidos no fundo como rolou em outros números da noite. 10. Madonna Tirando seus touros mascarados do clipe de “Living For Love” e levando-os para o palco, Madonna foi um dos pontos altos da noite. A Rainha do Pop estava deslumbrante com seu visual burlesco e cantou muito bem. Além disso, qualquer apresentação que termine com Madonna ascendendo aos céus merece ser elogiada. 9. Usher e Stevie Wonder Usher fez uma homenagem a Stevie Wonder com uma versão maravilhosa do clássico “If It’s Magic”, do álbum Songs In The Key Of Life. O próprio Stevie apareceu com sua gaita e, enquanto o público aproveitava seu talento, Usher apenas desfrutava de sua posição privilegiada. Muita elegância na hora de um clássico. 8. Beck e Chris Martin Pouco depois do choque de vencer na categoria Álbum do Ano, Beck assumiu o palco ao lado do vocalista do Coldplay para cantar “Heart Is A Drum”, do premiadoMorning Phase. Para aqueles que estavam se perguntando como Beck derrotou Beyoncé, essa graciosa, introspectiva e acústica música foi um bom jeito de lembrar a todos que Beck é mais do que merecedor da atenção do público. 7. Katy Perry Primeiro, o presidente Barack Obama apareceu em um vídeo atentando para a violência doméstica e incentivando as pessoas a entrar no site ItsOnUs.org para encampar a causa. Depois, a ativista Brooke Axtell, sobrevivente deste tipo de agressão, fez um discurso sobre o que viveu e sua recuperação, em um dos momentos mais emocionantes da noite. Em seguida, Katy Perry colocou o foco de “By The Grace Of God”, originalmente sobre um coração partido, nas vítimas de violência doméstica. Musicalmente falando, a voz da cantora estava perfeita – é bom lembrar que existe um talento real por trás de sua imagem coberta de açúcar. 6. Hozier e Annie Lennox Annie Lennox presenteou o novato Hozier emprestando sua voz ao single “Take Me To Church”. Sua gaita falsa deu um humor especial ao momento e, quando ela começou sua improvisação no final, foi sublime. A dupla mereceu os aplausos em pé. 5. Brandy Clark e Dwight Yoakam A promessa da country music e a lenda do gênero cantaram juntos “Hold My Hand”, do álbum 12 Stories, de Brandy Clark. Foi uma apresentação delicada, afetuosa, que calmamente tocou o coração de todos os presentes em meio às apresentações grandiosas. 4. Rihanna, Paul McCartney e Kanye West Assistir Paul McCartney cantar ao lado de Rihanna e depois ouvir o rap de Kanye enquanto o beatle jovialmente dedilhava seu violão foi ao mesmo tempo lindo e maluco. “FourFiveSeconds” pode demorar um pouco para cair nas graças do público, mas a presença das três estrelas no palco juntas foi um dos maiores destaques da premiação. 3. Sia Kristen Wiig, humorista do Saturday Night Live, foi a celebridade da vez a participar da encenação de “Chandelier”. Obviamente, Maddie Ziegler também participou da performance, enquanto Shia LaBeof, que acompanha a dançarina no clipe de “Elastic Heart”, apresentou o número lendo um poema (ou algo assim). Foi um show interessante e o desempenho da atriz surpreendeu. É preciso dar os créditos para Sia: cada vez que canta o single em público, traz algo de diferente. 2. Sam Smith e Mary J. Blige Quando Sam Smith começou a cantar “Stay With Me”, era difícil imaginar como a apresentação poderia melhorar. Foi aí que entrou Mary J. Blige. Sua voz forte e marcante combina perfeitamente com a voz sofrida e ingênua do britânico. Se esses dois não estavam no céu, foi neste momento em que se tornaram estrelas. 1. Beyoncé Beyoncé não ganhou Álbum do Ano por seu disco homônimo, mas com certeza venceu o Grammy 2015 por sua interpretação do clássico gospel “Take My Hand, Precious Lord”, do reverendo Thomas A. Dorsey. No começo, sua voz estava forte, mas contida, conferindo um pouco de alma a uma música sobre perda e esperança. Ao final, sua voz explodiu, mas com cuidado. Enquanto alguns cantores gostam de exibir sua capacidade de atingir notas altas, Queen B só eleva o tom quando é absolutamente necessário. Uma verdadeira profissional.