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Zeca Baleiro estreia como compositor para cinema

por em 10/12/2015
Estr
eia nos cinemas nesta quinta-feira (10/12) o novo filme do diretor Chico Faganello, Oração Do Amor Selvagem. Estrelado por Chico Diaz (Amarelo Manga), Sandra Corveloni (Linha De Passe), Ivo Müller (Tabu), Georgina Castro (O Céu De Suely”), Adilson Maghá (Batismo De Sangue), e Gringo Starr, o longa se passa entre 1979 e 1984 em uma pequena cidade de Santa Catarina e conta a história de um viúvo e sua filha que procuram uma vida tranquila. Baseado em fatos, a trama traz à tona a discussão sobre intolerância religiosa. Além de repercutir um assunto em voga, a obra tem também como destaque a sua trilha-sonora, toda feita sob medida por Zeca Baleiro. Esta é a primeira vez que o compositor maranhense trabalha com uma obra audiovisual do começo ao fim (antes ele já havia produzido para peças de balé e outros filmes). A Billboard Brasil conversou com ele: Alguns compositores de trilhas se baseiam apenas no roteiro. Outros precisam ver o filme, mesmo que seja num corte parcial. Como foi seu processo? Acho possível mas difícil compor baseado apenas no roteiro. Num filme, é a imagem, mais que tudo, que sugere a música. Meu processo foi: comecei a compor a partir de um primeiro corte, mais bruto, mas já com uma narrativa desenhada, obviamente. E ainda visitei o set na cidade de Antonio Carlos [Santa Catarina] por duas vezes, primeiro pra acompanhar os ensaios e depois pra dirigir as cenas em que havia música executada "ao vivo". São as duas cenas na igreja, em que a atriz Camila Hubner canta dois "hinos" compostos por mim. Era uma cena complexa, com um longo plano-sequência e a participação do coral da cidade. É uma das minhas passagens prediletas.  Tinha vontade de fazer trilha pra cinema antes? Qual foi o principal desafio? Desde sempre. Já havia feito trilhas pra quatro longas, três balés e algumas peças de teatro. Havia composto uma canção-tema pro filme Carmo, do Murilo Pasta, uma produção internacional incrível que infelizmente não entrou no circuito comercial no Brasil, teve carreira só em festivais. Mas um longa do começo ao fim, é a primeira vez.   Já conhecia o trabalho do Chico Faganello? Havia visto Muamba por acaso e achei muito interessante, mas não o conhecia pessoalmente. Foi uma amiga comum, também cineasta, a Helena Tassara, quem nos apresentou. Rolou afinidade, ele me mostrou a ideia do filme e eu embarquei. Veja o trailer de Oração Do Amor Selvagem: oração
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Zeca Baleiro estreia como compositor para cinema

por em 10/12/2015
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eia nos cinemas nesta quinta-feira (10/12) o novo filme do diretor Chico Faganello, Oração Do Amor Selvagem. Estrelado por Chico Diaz (Amarelo Manga), Sandra Corveloni (Linha De Passe), Ivo Müller (Tabu), Georgina Castro (O Céu De Suely”), Adilson Maghá (Batismo De Sangue), e Gringo Starr, o longa se passa entre 1979 e 1984 em uma pequena cidade de Santa Catarina e conta a história de um viúvo e sua filha que procuram uma vida tranquila. Baseado em fatos, a trama traz à tona a discussão sobre intolerância religiosa. Além de repercutir um assunto em voga, a obra tem também como destaque a sua trilha-sonora, toda feita sob medida por Zeca Baleiro. Esta é a primeira vez que o compositor maranhense trabalha com uma obra audiovisual do começo ao fim (antes ele já havia produzido para peças de balé e outros filmes). A Billboard Brasil conversou com ele: Alguns compositores de trilhas se baseiam apenas no roteiro. Outros precisam ver o filme, mesmo que seja num corte parcial. Como foi seu processo? Acho possível mas difícil compor baseado apenas no roteiro. Num filme, é a imagem, mais que tudo, que sugere a música. Meu processo foi: comecei a compor a partir de um primeiro corte, mais bruto, mas já com uma narrativa desenhada, obviamente. E ainda visitei o set na cidade de Antonio Carlos [Santa Catarina] por duas vezes, primeiro pra acompanhar os ensaios e depois pra dirigir as cenas em que havia música executada "ao vivo". São as duas cenas na igreja, em que a atriz Camila Hubner canta dois "hinos" compostos por mim. Era uma cena complexa, com um longo plano-sequência e a participação do coral da cidade. É uma das minhas passagens prediletas.  Tinha vontade de fazer trilha pra cinema antes? Qual foi o principal desafio? Desde sempre. Já havia feito trilhas pra quatro longas, três balés e algumas peças de teatro. Havia composto uma canção-tema pro filme Carmo, do Murilo Pasta, uma produção internacional incrível que infelizmente não entrou no circuito comercial no Brasil, teve carreira só em festivais. Mas um longa do começo ao fim, é a primeira vez.   Já conhecia o trabalho do Chico Faganello? Havia visto Muamba por acaso e achei muito interessante, mas não o conhecia pessoalmente. Foi uma amiga comum, também cineasta, a Helena Tassara, quem nos apresentou. Rolou afinidade, ele me mostrou a ideia do filme e eu embarquei. Veja o trailer de Oração Do Amor Selvagem: oração