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Chris Brown é acusado de ser cúmplice de abuso sexual

Mulher, que preferiu permanecer anônima, afirma que foi abusada em festa na residência do rapper

por Redação em 10/05/2018

Chris Brown está sendo acusado de conspirar, colaborar e ser cúmplice de um abuso sexual acontecido em 2017 durante uma festa em sua casa. O processo foi registrado nesta quarta-feira (09/05) pela advogada Gloria Allred em nome de sua cliente, que permanecerá anônima, sob o pseudônimo de Jane Doe.

Durante uma coletiva de imprensa, Gloria descreveu os incidentes que levaram ao abuso, mas não entrou em detalhes sobre alegações específicas por causa da natureza sensível da acusação. A advogada tem mais de 40 anos de experiência profissional. "Esse é um dos piores casos de abuso sexual que eu já vi. E a cliente, Jane Doe, foi severamente traumatizada pelo que foi forçada a sofrer."

De acordo com o processo, Jane foi a um show no Oak 1, em West Hollywood, onde foi convidada para uma festa no estúdio em que Chris Brown e o rapper Young Lo estavam trabalhando. Quando ela chegou ao local, seu celular foi confiscado porque, supostamente, Brown não queria telefones no estúdio. Mesmo quando quis ir embora, ela diz que seu aparelho não foi devolvido e ela foi coagida a ir até a casa de Chris Brown para recuperá-lo.

Na casa de Brown, a vítima afirma que álcool e drogas ilícitas que ela acredita serem cocaína, ecstasy e maconha foram oferecidas aos convidados. Ela também diz que o rapper entregou para cada mulher uma pílula preenchida com um pó branco e as instruiu a "se divertir". Ela não tomou a pílula e preferiu se isolar, acreditando que assim passaria despercebida.

Jane Doe também afirma que viu Brown e Grissom em posse de diferentes armas na casa e que se sentiu intimidada pelo comportamento agressivo deles.

Ainda segundo o processo, a mãe de Jane - com quem ela mantém contato constantemente - ficou preocupada porque não teve notícias da filha e usou um aplicativo para rastrear sua localização. Com essa informação em mãos, a mãe ligou para a polícia pedindo que Jane fosse procurada. Quando a polícia chegou ao local, Brown se recusou a abrir a porta e proibiu a entrada dos policiais. Eles deixaram a residência e a festa continuou. Jane afirma que Grissom foi evasivo e continuou se recusando a devolver seu celular.

A vítima então afirma que Brown, Grissom, uma convidada, referida como Doe X - que parece ser amiga dos rappers e já fez turnê com eles -, e outros planejaram usar drogas, álcool e intimidação para "coagir e forçar convidadas a performar atos sexuais com os réus e outros". Eles levaram as mulheres para um quarto e prenderam aquelas que não estavam dispostas a participar das atividades sexuais.

No quarto, havia quatro camas. Um sofá foi usado como barricada para impedir que as mulheres deixassem o cômodo e música alta foi ligada para abafar os possíveis pedidos de socorro. A vítima se recusou a tirar a roupa e deixou claro que não estava interessada em participar. Ela afirma que foi forçada a performar sexo oral em Grissom e Doe X e que foi abusada sexualmente duas vezes por Grissom antes de permitirem que ela fosse embora.

Jane então foi até um centro de tratamento para vítimas de abuso e prestou queixa na polícia. Brown, Grissom, Doe X e outros estão sendo acusados de abuso sexual, violência de gênero, agressão, interferência dos direitos civis e mais. Chris Brown, em específico, está sendo processado por negligência por ser o dono da propriedade.

 

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Chris Brown está sendo acusado de conspirar, colaborar e ser cúmplice de um abuso sexual acontecido em 2017 durante uma festa em sua casa. O processo foi registrado nesta quarta-feira (09/05) pela advogada Gloria Allred em nome de sua cliente, que permanecerá anônima, sob o pseudônimo de Jane Doe.

Durante uma coletiva de imprensa, Gloria descreveu os incidentes que levaram ao abuso, mas não entrou em detalhes sobre alegações específicas por causa da natureza sensível da acusação. A advogada tem mais de 40 anos de experiência profissional. "Esse é um dos piores casos de abuso sexual que eu já vi. E a cliente, Jane Doe, foi severamente traumatizada pelo que foi forçada a sofrer."

De acordo com o processo, Jane foi a um show no Oak 1, em West Hollywood, onde foi convidada para uma festa no estúdio em que Chris Brown e o rapper Young Lo estavam trabalhando. Quando ela chegou ao local, seu celular foi confiscado porque, supostamente, Brown não queria telefones no estúdio. Mesmo quando quis ir embora, ela diz que seu aparelho não foi devolvido e ela foi coagida a ir até a casa de Chris Brown para recuperá-lo.

Na casa de Brown, a vítima afirma que álcool e drogas ilícitas que ela acredita serem cocaína, ecstasy e maconha foram oferecidas aos convidados. Ela também diz que o rapper entregou para cada mulher uma pílula preenchida com um pó branco e as instruiu a "se divertir". Ela não tomou a pílula e preferiu se isolar, acreditando que assim passaria despercebida.

Jane Doe também afirma que viu Brown e Grissom em posse de diferentes armas na casa e que se sentiu intimidada pelo comportamento agressivo deles.

Ainda segundo o processo, a mãe de Jane - com quem ela mantém contato constantemente - ficou preocupada porque não teve notícias da filha e usou um aplicativo para rastrear sua localização. Com essa informação em mãos, a mãe ligou para a polícia pedindo que Jane fosse procurada. Quando a polícia chegou ao local, Brown se recusou a abrir a porta e proibiu a entrada dos policiais. Eles deixaram a residência e a festa continuou. Jane afirma que Grissom foi evasivo e continuou se recusando a devolver seu celular.

A vítima então afirma que Brown, Grissom, uma convidada, referida como Doe X - que parece ser amiga dos rappers e já fez turnê com eles -, e outros planejaram usar drogas, álcool e intimidação para "coagir e forçar convidadas a performar atos sexuais com os réus e outros". Eles levaram as mulheres para um quarto e prenderam aquelas que não estavam dispostas a participar das atividades sexuais.

No quarto, havia quatro camas. Um sofá foi usado como barricada para impedir que as mulheres deixassem o cômodo e música alta foi ligada para abafar os possíveis pedidos de socorro. A vítima se recusou a tirar a roupa e deixou claro que não estava interessada em participar. Ela afirma que foi forçada a performar sexo oral em Grissom e Doe X e que foi abusada sexualmente duas vezes por Grissom antes de permitirem que ela fosse embora.

Jane então foi até um centro de tratamento para vítimas de abuso e prestou queixa na polícia. Brown, Grissom, Doe X e outros estão sendo acusados de abuso sexual, violência de gênero, agressão, interferência dos direitos civis e mais. Chris Brown, em específico, está sendo processado por negligência por ser o dono da propriedade.