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Clau fala sobre carreira, novo single e parceria com Anitta

Depois de se mostrar para o público com “Relaxa”, cantora lança faixa em parceria com Luccas Carlos e pretende não se deixar abater com a pressão de ser empresariada pela amiga

por Rebecca Silva em 20/04/2018

A cantora Clau lançou nesta sexta-feira (20/04) o clipe de seu novo single, “Me Sentir”, parceria com Luccas Carlos. Ela está trabalhando na divulgação de seu primeiro EP, lançado pela Universal Music.

Assim como muitos outros, Clau começou a carreira publicando vídeos no YouTube, mas ficou conhecida do público depois de “Relaxa”, já sob a tutela de Anitta, que se encantou com seu trabalho e decidiu ser sua empresária.

Clau, que bebe da fonte do R&B e do hip hop, com referências como Lauryn Hill, Rihanna e Beyoncé, frisa que não é rapper ou MC, mas cantora.

A Billboard Brasil bateu um papo com Clau sobre o início da carreira, a pressão de trabalhar com Anitta e possíveis parcerias:

Fale sobre sua parceria com Luccas Carlos, que também traz isso do R&B aqui para o Brasil. Como rolou? Vocês já se conheciam?

A música “Me Sentir” já existia, eu já a tinha há muito tempo e eu sempre imaginava um dueto, com um homem cantando porque ela é romântica. Escrevi para uma pessoa e pensava que precisava da resposta para o que eu cantava. Pensamos em vários artistas e o Luccas Carlos foi a pessoa perfeita. Ele tem a mesma vibe que eu, está no meio do rap, mas canta melodia como eu. A voz é linda. Construímos um dueto mesmo, ficou lindo a voz dele com a minha. Era o que eu buscava para a música. É a primeira parceria da minha carreira. As pessoas sempre perguntavam quando ia sair o clipe porque era uma das favoritas do EP.

De onde veio a influência do R&B e do rap para o seu trabalho?

Eu gosto de tudo, de todos os gêneros musicais. Escuto bastante rock, funk. Só que eu precisava de uma identidade como artista. Não que eu tenha que me limitar a isso, mas escolher o que eu queria passar como artista. Eu sempre gostei muito de dançar, fazia parte de um grupo de dança hip hop. A partir daí esse gosto se tornou maior, de levar isso como estilo, de transmitir nas ideias, na roupa, na atitude, é algo que me identifico e quero passar para as pessoas também. É o que combina e mexe comigo.

Quais são as suas referências na música?

Lauryn Hill, Rihanna, Beyoncé, as cantoras que são pop mas tem essa pegada de hip hop, tem faixa pra dançar, tem outras com mais melodia. Quero trazer esses elementos para a minha música e minha composição.

Pop no Brasil está muito misturado, mas no momento pende mais para o funk e para o sertanejo, né? Parece que essa vertente do R&B deu uma afastada do mainstream por aqui enquanto está crescendo lá fora.

Sim! A gente tem alguns nomes, como a Karol Conka, que mescla o rap e o pop, a Negra Li, que saiu do rap para o mainstream e foi um grande nome. Tem mulheres que representam, mas eu quero fazer o meu estilo próprio. É pop, mas tenho referências que quero mostrar de uma forma cada vez mais concreta. Trazer a batida do hip hop, mas com melodia, de uma forma mais cantada mesmo.

No seu Instagram, você costuma compartilhar o que gosta de ouvir e tem legenda de foto com música de Lana Del Rey, Beatles. Como isso acrescenta algo a você?

Eu não me limito a gênero, eu realmente amo coisas diferentes. As pessoas não imaginam que eu seja fã dos Beatles, mas eu tenho tatuado “let it be” por causa deles. Eu assisto a muitos documentários, observo tudo que posso da história da música para adquirir uma cultura para mostrar de forma indireta. Quem me escuta, talvez nem imagina que eu esteja trazendo uma referência dos Beatles, de David Bowie, de alguém que não tem nada a ver com o que eu canto, mas que formam quem eu sou como artista.

clau
Divulgação/Haruo Kaneko

E como foi essa sua formação como cantora e compositora? Você começou publicando vídeos no YouTube, né?

Eu comecei a usar o YouTube por ser uma pessoa tímida. Sempre gostei de cantar, desde criança, mas não era o tipo de pessoa que ficava pedindo para as pessoas me escutarem. Eu preferia cantar no meu quarto, não sabia se cantava bem ou estava viajando. Comecei a gravar os vídeos para colocar para fora minha paixão pela música. Eu publicava no YouTube e não divulgava, deixava lá para quem descobrisse. A galera começou a responder de forma positiva e eu comecei a acreditar que eu cantava bem [risos]. Conheci algumas pessoas pela internet que me ajudaram, me trouxeram para música. Tive contato muito forte com a galera do rap primeiro, então eles me levaram para fazer shows juntos, para estúdio de gravação, passei a ter a vivência.

A maioria dos artistas desse gênero é negra. Você sofreu algum preconceito por ser branca, do Sul do país? Nos Estados Unidos, a Iggy Azalea tem sofrido há anos por acusações de apropriação cultural no trabalho dela.

Eu tive a sorte e o prazer de estar com as pessoas certas, sabe? Fiz grandes amizades no rap e eles me levaram junto, na parceria, na amizade. Já entrei nesse meio com as pessoas que fazem rap raiz, de mensagem. O público, querendo ou não, acabou me enxergando assim. Como eles viram meu potencial, a galera viu o meu valor. Me aceitaram, me respeitaram e isso foi incrível para o meu início de carreira. Eu não sou rapper, não sou MC, sou cantora. Estou junto deles porque gosto, apoio. Sou uma cantora que faz parte daquilo, são meus amigos que me incentivam também.

Como rolou o contrato com a gravadora?

Foi uma coisa enorme e especial na minha vida. Eu venho do interior do Rio Grande do Sul e conquistar um contrato com uma gravadora grande assim é incrível. Quem me indicou foram os produtores que depois trabalharam no meu EP, então já entrei encaminhada para entrar no estúdio. Gravei muita música, composições minhas e então tivemos o processo de seleção para decidir o que entraria no EP. Foi meu projeto de introdução, para apresentar quem eu sou, então escolhemos cinco entre 15 músicas. A Anitta já participou dessa etapa de seleção.

Conta um pouco sobre a chegada da Anitta na sua carreira.

Um dia, do nada, ela me seguiu no Instagram. Eu não fazia ideia que ela sabia que eu existia. Achei que era mentira, fiquei atualizando a página mil vezes para ver se tinha sido sem querer [risos]. Daí comecei a ligar para todo mundo que trabalhava comigo para contar. Depois, recebi uma ligação do Paulo [Lima, presidente da Universal Music Brasil] perguntando: “Tá sentada?”. Aí ele me contou que ela me conheceu e queria trabalhar comigo. Fiquei em choque, saí para comemorar com as minhas amigas. Nos conhecemos pessoalmente e já nos aproximamos. É muito bom trabalhar com uma pessoa com essa experiência, posso observar de perto como funcionam as coisas. Ela é uma artista completa. Como empresária, tem conhecimento técnico e experiência própria de ter sido artista, mulher, jovem como eu. Temos uma relação bem próxima para fazer com que caminhe da melhor forma possível.

Você sente alguma pressão por ela estar atuando como sua empresária, como se não tivesse como dar errado por ser a Anitta?

Existe a pressão porque o sucesso dela é gigantesco, os números que ela atinge, a proporção é absurda. Eu tento não me apegar a isso, cada pessoa tem seu tempo, seu processo, seu momento de acontecer. Procuro não pensar tanto nisso, não deixo afetar meu trabalho. Tenho que fazer acontecer da melhor forma possível, com Anitta ou sem Anitta.

Existe alguma ideia de parceria com o Micael por ambos serem empresariados por ela?

Ainda não conversamos sobre isso, mas é super possível porque a nossa música conversa. Tanto que nossos dois primeiros lançamentos tiveram o clipe interligado, já que as faixas combinavam. Mas a parceria com a Anitta vai acontecer e já está próxima de ser lançada.

E vai ser uma faixa sua ou dela?

Dela com parceria comigo. Super especial. Já posso adiantar que a minha vai sair em breve.

Sobre o clipe interligado, como surgiu essa ideia? Como foi a experiência?

Foi muito legal porque o roteiro era diferente, ninguém me imagina de vestido de época, super clássica, princesa. Acho bom fazer o inesperado. A história de serem interligados é diferente porque os dois clipes acontecem ao mesmo tempo e cada um tem sua visão. Se analisar os dois, enquanto passo pelo meu processo, ele está no clipe dele ficando com a minha amiga. Isso foi genial, gravamos os dois no mesmo dia, foi uma correria. Praticamente 24 horas gravando. Nunca imaginei que ia gravar um clipe de madrugada e ia parecer de dia, uma super produção.

Tem algum artista de outro gênero musical com quem você gostaria de fazer parceria?

Tem tantos artistas que admiro. A parceria do meu sonho é com o Criolo, eu o admiro muito. Mas de outro gênero... Pabllo Vittar. A Marília Mendonça falou comigo esses dias e eu fiquei apavorada [risos]. Nem acreditei que me conhecia. Não tem nada a ver comigo, mas eu adoro e estou aberta a explorar. Adoraria cantar com ela. Por enquanto estou me conhecendo, firmando a identidade artística, mas a galera pode esperar de tudo.

 

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Clau fala sobre carreira, novo single e parceria com Anitta

Depois de se mostrar para o público com “Relaxa”, cantora lança faixa em parceria com Luccas Carlos e pretende não se deixar abater com a pressão de ser empresariada pela amiga

por Rebecca Silva em 20/04/2018

A cantora Clau lançou nesta sexta-feira (20/04) o clipe de seu novo single, “Me Sentir”, parceria com Luccas Carlos. Ela está trabalhando na divulgação de seu primeiro EP, lançado pela Universal Music.

Assim como muitos outros, Clau começou a carreira publicando vídeos no YouTube, mas ficou conhecida do público depois de “Relaxa”, já sob a tutela de Anitta, que se encantou com seu trabalho e decidiu ser sua empresária.

Clau, que bebe da fonte do R&B e do hip hop, com referências como Lauryn Hill, Rihanna e Beyoncé, frisa que não é rapper ou MC, mas cantora.

A Billboard Brasil bateu um papo com Clau sobre o início da carreira, a pressão de trabalhar com Anitta e possíveis parcerias:

Fale sobre sua parceria com Luccas Carlos, que também traz isso do R&B aqui para o Brasil. Como rolou? Vocês já se conheciam?

A música “Me Sentir” já existia, eu já a tinha há muito tempo e eu sempre imaginava um dueto, com um homem cantando porque ela é romântica. Escrevi para uma pessoa e pensava que precisava da resposta para o que eu cantava. Pensamos em vários artistas e o Luccas Carlos foi a pessoa perfeita. Ele tem a mesma vibe que eu, está no meio do rap, mas canta melodia como eu. A voz é linda. Construímos um dueto mesmo, ficou lindo a voz dele com a minha. Era o que eu buscava para a música. É a primeira parceria da minha carreira. As pessoas sempre perguntavam quando ia sair o clipe porque era uma das favoritas do EP.

De onde veio a influência do R&B e do rap para o seu trabalho?

Eu gosto de tudo, de todos os gêneros musicais. Escuto bastante rock, funk. Só que eu precisava de uma identidade como artista. Não que eu tenha que me limitar a isso, mas escolher o que eu queria passar como artista. Eu sempre gostei muito de dançar, fazia parte de um grupo de dança hip hop. A partir daí esse gosto se tornou maior, de levar isso como estilo, de transmitir nas ideias, na roupa, na atitude, é algo que me identifico e quero passar para as pessoas também. É o que combina e mexe comigo.

Quais são as suas referências na música?

Lauryn Hill, Rihanna, Beyoncé, as cantoras que são pop mas tem essa pegada de hip hop, tem faixa pra dançar, tem outras com mais melodia. Quero trazer esses elementos para a minha música e minha composição.

Pop no Brasil está muito misturado, mas no momento pende mais para o funk e para o sertanejo, né? Parece que essa vertente do R&B deu uma afastada do mainstream por aqui enquanto está crescendo lá fora.

Sim! A gente tem alguns nomes, como a Karol Conka, que mescla o rap e o pop, a Negra Li, que saiu do rap para o mainstream e foi um grande nome. Tem mulheres que representam, mas eu quero fazer o meu estilo próprio. É pop, mas tenho referências que quero mostrar de uma forma cada vez mais concreta. Trazer a batida do hip hop, mas com melodia, de uma forma mais cantada mesmo.

No seu Instagram, você costuma compartilhar o que gosta de ouvir e tem legenda de foto com música de Lana Del Rey, Beatles. Como isso acrescenta algo a você?

Eu não me limito a gênero, eu realmente amo coisas diferentes. As pessoas não imaginam que eu seja fã dos Beatles, mas eu tenho tatuado “let it be” por causa deles. Eu assisto a muitos documentários, observo tudo que posso da história da música para adquirir uma cultura para mostrar de forma indireta. Quem me escuta, talvez nem imagina que eu esteja trazendo uma referência dos Beatles, de David Bowie, de alguém que não tem nada a ver com o que eu canto, mas que formam quem eu sou como artista.

clau
Divulgação/Haruo Kaneko

E como foi essa sua formação como cantora e compositora? Você começou publicando vídeos no YouTube, né?

Eu comecei a usar o YouTube por ser uma pessoa tímida. Sempre gostei de cantar, desde criança, mas não era o tipo de pessoa que ficava pedindo para as pessoas me escutarem. Eu preferia cantar no meu quarto, não sabia se cantava bem ou estava viajando. Comecei a gravar os vídeos para colocar para fora minha paixão pela música. Eu publicava no YouTube e não divulgava, deixava lá para quem descobrisse. A galera começou a responder de forma positiva e eu comecei a acreditar que eu cantava bem [risos]. Conheci algumas pessoas pela internet que me ajudaram, me trouxeram para música. Tive contato muito forte com a galera do rap primeiro, então eles me levaram para fazer shows juntos, para estúdio de gravação, passei a ter a vivência.

A maioria dos artistas desse gênero é negra. Você sofreu algum preconceito por ser branca, do Sul do país? Nos Estados Unidos, a Iggy Azalea tem sofrido há anos por acusações de apropriação cultural no trabalho dela.

Eu tive a sorte e o prazer de estar com as pessoas certas, sabe? Fiz grandes amizades no rap e eles me levaram junto, na parceria, na amizade. Já entrei nesse meio com as pessoas que fazem rap raiz, de mensagem. O público, querendo ou não, acabou me enxergando assim. Como eles viram meu potencial, a galera viu o meu valor. Me aceitaram, me respeitaram e isso foi incrível para o meu início de carreira. Eu não sou rapper, não sou MC, sou cantora. Estou junto deles porque gosto, apoio. Sou uma cantora que faz parte daquilo, são meus amigos que me incentivam também.

Como rolou o contrato com a gravadora?

Foi uma coisa enorme e especial na minha vida. Eu venho do interior do Rio Grande do Sul e conquistar um contrato com uma gravadora grande assim é incrível. Quem me indicou foram os produtores que depois trabalharam no meu EP, então já entrei encaminhada para entrar no estúdio. Gravei muita música, composições minhas e então tivemos o processo de seleção para decidir o que entraria no EP. Foi meu projeto de introdução, para apresentar quem eu sou, então escolhemos cinco entre 15 músicas. A Anitta já participou dessa etapa de seleção.

Conta um pouco sobre a chegada da Anitta na sua carreira.

Um dia, do nada, ela me seguiu no Instagram. Eu não fazia ideia que ela sabia que eu existia. Achei que era mentira, fiquei atualizando a página mil vezes para ver se tinha sido sem querer [risos]. Daí comecei a ligar para todo mundo que trabalhava comigo para contar. Depois, recebi uma ligação do Paulo [Lima, presidente da Universal Music Brasil] perguntando: “Tá sentada?”. Aí ele me contou que ela me conheceu e queria trabalhar comigo. Fiquei em choque, saí para comemorar com as minhas amigas. Nos conhecemos pessoalmente e já nos aproximamos. É muito bom trabalhar com uma pessoa com essa experiência, posso observar de perto como funcionam as coisas. Ela é uma artista completa. Como empresária, tem conhecimento técnico e experiência própria de ter sido artista, mulher, jovem como eu. Temos uma relação bem próxima para fazer com que caminhe da melhor forma possível.

Você sente alguma pressão por ela estar atuando como sua empresária, como se não tivesse como dar errado por ser a Anitta?

Existe a pressão porque o sucesso dela é gigantesco, os números que ela atinge, a proporção é absurda. Eu tento não me apegar a isso, cada pessoa tem seu tempo, seu processo, seu momento de acontecer. Procuro não pensar tanto nisso, não deixo afetar meu trabalho. Tenho que fazer acontecer da melhor forma possível, com Anitta ou sem Anitta.

Existe alguma ideia de parceria com o Micael por ambos serem empresariados por ela?

Ainda não conversamos sobre isso, mas é super possível porque a nossa música conversa. Tanto que nossos dois primeiros lançamentos tiveram o clipe interligado, já que as faixas combinavam. Mas a parceria com a Anitta vai acontecer e já está próxima de ser lançada.

E vai ser uma faixa sua ou dela?

Dela com parceria comigo. Super especial. Já posso adiantar que a minha vai sair em breve.

Sobre o clipe interligado, como surgiu essa ideia? Como foi a experiência?

Foi muito legal porque o roteiro era diferente, ninguém me imagina de vestido de época, super clássica, princesa. Acho bom fazer o inesperado. A história de serem interligados é diferente porque os dois clipes acontecem ao mesmo tempo e cada um tem sua visão. Se analisar os dois, enquanto passo pelo meu processo, ele está no clipe dele ficando com a minha amiga. Isso foi genial, gravamos os dois no mesmo dia, foi uma correria. Praticamente 24 horas gravando. Nunca imaginei que ia gravar um clipe de madrugada e ia parecer de dia, uma super produção.

Tem algum artista de outro gênero musical com quem você gostaria de fazer parceria?

Tem tantos artistas que admiro. A parceria do meu sonho é com o Criolo, eu o admiro muito. Mas de outro gênero... Pabllo Vittar. A Marília Mendonça falou comigo esses dias e eu fiquei apavorada [risos]. Nem acreditei que me conhecia. Não tem nada a ver comigo, mas eu adoro e estou aberta a explorar. Adoraria cantar com ela. Por enquanto estou me conhecendo, firmando a identidade artística, mas a galera pode esperar de tudo.