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Ex-agente do FBI afirma que policiais corruptos de Los Angeles estão envolvidos na morte de Notorious B.I.G.

Phil Carson decidiu falar sobre as suas descobertas a respeito do caso mais de duas décadas após o assassinato do rapper

por Redação em 13/11/2018

Mais de duas décadas após o assassinato de Notorious B.I.G. em Los Angeles, Estados Unidos, o agente do FBI Phil Carson, que investigou o caso, decidiu abrir o jogo.

Já aposentado, Carson concedeu uma entrevista para o The Daily Beast na qual explicou como foi difícil manter segredo sobre o caso por todos esses anos.

O ex-agente afirmou que a polícia de Los Angeles fez tudo que podia para proteger os policiais que ele acredita terem participado do assassinato do rapper. Carson diz, ainda, que foi impedido de investigá-los mais a fundo.

O ex-agente alega que o Los Angeles Times, a Procuradoria da cidade de Los Angeles e os policiais mais próximos do chefe de polícia Bill Bratton participaram do conluio para proteger os assassinos do rapper. “Eu posso provar que eles não apenas sabiam o que estava acontecendo, mas obstruíram o caso. Eu era novo demais - e inocente demais - para perceber quão poderosas essas pessoas eram.”

Carson afirma que, dois anos após o assassinato, assistiu a um documentário sobre o caso e identificou algumas pistas não investigadas sobre os possíveis assassinos. “Honestamente, eu não sabia nada sobre Biggie Smalls (um dos nomes de B.I.G.). Mas, enquanto assistia, pensei: ‘Espere aí. Isso tudo está conectado. São os mesmos caras’.”

Ele percebeu que o crime era complicado demais para ter sido obra de apenas uma pessoa e, então, começou a acreditar que a polícia estava envolvida. Carson diz que a morte do rapper foi orquestrada da mesma forma que outros crimes cometidos pelos policiais corruptos David Mack, Rafael Perez e Ruben Palomares. Ele sabia que Mack e Perez tinham contato com o empresário Suge Knight e sua gravadora Death Row – um fato que os tornou suspeitos óbvios para Carson.

Ele disse, ainda, que registrou cada pista que encontrou sobre o caso e levou aos seus superiores no FBI, que permitiram que ele reabrisse a investigação. Porém, Michael Berkow, ex-chefe da polícia de Los Angeles, interrompeu as buscas, alegando que não havia recursos suficientes. Para Carson, Berkow sabia algo sobre o assassinato, mas não quis revelar.

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por Redação em 13/11/2018

Mais de duas décadas após o assassinato de Notorious B.I.G. em Los Angeles, Estados Unidos, o agente do FBI Phil Carson, que investigou o caso, decidiu abrir o jogo.

Já aposentado, Carson concedeu uma entrevista para o The Daily Beast na qual explicou como foi difícil manter segredo sobre o caso por todos esses anos.

O ex-agente afirmou que a polícia de Los Angeles fez tudo que podia para proteger os policiais que ele acredita terem participado do assassinato do rapper. Carson diz, ainda, que foi impedido de investigá-los mais a fundo.

O ex-agente alega que o Los Angeles Times, a Procuradoria da cidade de Los Angeles e os policiais mais próximos do chefe de polícia Bill Bratton participaram do conluio para proteger os assassinos do rapper. “Eu posso provar que eles não apenas sabiam o que estava acontecendo, mas obstruíram o caso. Eu era novo demais - e inocente demais - para perceber quão poderosas essas pessoas eram.”

Carson afirma que, dois anos após o assassinato, assistiu a um documentário sobre o caso e identificou algumas pistas não investigadas sobre os possíveis assassinos. “Honestamente, eu não sabia nada sobre Biggie Smalls (um dos nomes de B.I.G.). Mas, enquanto assistia, pensei: ‘Espere aí. Isso tudo está conectado. São os mesmos caras’.”

Ele percebeu que o crime era complicado demais para ter sido obra de apenas uma pessoa e, então, começou a acreditar que a polícia estava envolvida. Carson diz que a morte do rapper foi orquestrada da mesma forma que outros crimes cometidos pelos policiais corruptos David Mack, Rafael Perez e Ruben Palomares. Ele sabia que Mack e Perez tinham contato com o empresário Suge Knight e sua gravadora Death Row – um fato que os tornou suspeitos óbvios para Carson.

Ele disse, ainda, que registrou cada pista que encontrou sobre o caso e levou aos seus superiores no FBI, que permitiram que ele reabrisse a investigação. Porém, Michael Berkow, ex-chefe da polícia de Los Angeles, interrompeu as buscas, alegando que não havia recursos suficientes. Para Carson, Berkow sabia algo sobre o assassinato, mas não quis revelar.