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Exame toxicológico de Prince indica quantidade “excessivamente alta” de opioide em seu sangue

Cantor foi encontrado morto em sua casa, em 2016, depois de uma overdose acidental

por Redação em 27/03/2018

O exame toxicológico da autópsia de Prince obtido pela Associated Press mostra que havia uma concentração “excessivamente alta” de fentanil (opiáceo usado como medicação para a dor) no corpo do cantor quando ele morreu. Prince tinha 57 anos quando foi encontrado no elevador de sua casa em 21 de abril de 2016.

Informações divulgadas seis semanas depois da morte mostraram que ele faleceu por uma overdose acidental do opioide 50 vezes mais forte do que a heroína. O exame, confidencial, obtido pela AP traz detalhes sobre quanto fentanil havia no corpo do cantor.

Especialistas que não participaram da investigação sobre Prince dizem que os números não deixam dúvida sobre a causa da morte. “A quantidade [de fentanil] em seu sangue é excessivamente alta, mesmo para alguém que tratava dor crônica com o opiáceo”, disse o Dr. Lewis Nelson, presidente da Medicina Emergencial do Hospital Universitário Rutgers New Jersey.

A concentração de fentanil no sangue de Prince era de 67,8 microgramas por litro. Fatalidades foram documentadas em pessoas com níveis entre 3 e 58 microgramas por litro. Também havia uma quantidade potencialmente letal de fentanil no estômago de Prince. O médico Charles McKay, presidente da Faculdade Americana de Medicina Toxicológica, disse que, genericamente, isso indica que o cantor tomava o opiáceo via oral, enquanto a presença de fentanil no sangue e no fígado sugerem que a substância circulou em seu corpo antes da morte.

Especialistas dizem que não há “um nível letal” de fentanil. Pessoas que tomam opioides prescritos por médicos por longos períodos podem criar tolerância e a dose que mataria alguém pode, por outro lado, ajudar outra pessoa.

Mandados de busca divulgados um ano depois da morte de Prince mostraram que as autoridades encontraram inúmeras pílulas em diferentes recipientes na casa do cantor. A maioria delas era de fentanil. A fonte das drogas não foi determinada.

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Exame toxicológico de Prince indica quantidade “excessivamente alta” de opioide em seu sangue

Cantor foi encontrado morto em sua casa, em 2016, depois de uma overdose acidental

por Redação em 27/03/2018

O exame toxicológico da autópsia de Prince obtido pela Associated Press mostra que havia uma concentração “excessivamente alta” de fentanil (opiáceo usado como medicação para a dor) no corpo do cantor quando ele morreu. Prince tinha 57 anos quando foi encontrado no elevador de sua casa em 21 de abril de 2016.

Informações divulgadas seis semanas depois da morte mostraram que ele faleceu por uma overdose acidental do opioide 50 vezes mais forte do que a heroína. O exame, confidencial, obtido pela AP traz detalhes sobre quanto fentanil havia no corpo do cantor.

Especialistas que não participaram da investigação sobre Prince dizem que os números não deixam dúvida sobre a causa da morte. “A quantidade [de fentanil] em seu sangue é excessivamente alta, mesmo para alguém que tratava dor crônica com o opiáceo”, disse o Dr. Lewis Nelson, presidente da Medicina Emergencial do Hospital Universitário Rutgers New Jersey.

A concentração de fentanil no sangue de Prince era de 67,8 microgramas por litro. Fatalidades foram documentadas em pessoas com níveis entre 3 e 58 microgramas por litro. Também havia uma quantidade potencialmente letal de fentanil no estômago de Prince. O médico Charles McKay, presidente da Faculdade Americana de Medicina Toxicológica, disse que, genericamente, isso indica que o cantor tomava o opiáceo via oral, enquanto a presença de fentanil no sangue e no fígado sugerem que a substância circulou em seu corpo antes da morte.

Especialistas dizem que não há “um nível letal” de fentanil. Pessoas que tomam opioides prescritos por médicos por longos períodos podem criar tolerância e a dose que mataria alguém pode, por outro lado, ajudar outra pessoa.

Mandados de busca divulgados um ano depois da morte de Prince mostraram que as autoridades encontraram inúmeras pílulas em diferentes recipientes na casa do cantor. A maioria delas era de fentanil. A fonte das drogas não foi determinada.