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Gravadoras disputam lucro pelas músicas de Drake

Aspire Music e Cash Money fizeram acordo em 2009 para dividir os ganhos financeiros do rapper, mas contrato não foi cumprido

por Redação em 12/07/2018

Na semana passada, o juiz Barry Ostrager, da Suprema Corte de Nova York, permitiu que a gravadora Aspire Music siga em frente com o processo registrado em janeiro de 2017 contra Cash Money e a UMG por royalties não pagos relacionados às músicas de Drake.

Supostamente, a Aspire assinou um contrato exclusivo com o rapper em 2008, antes da Cash Money, e as duas gravadoras concordaram posteriormente em dividir o lucro dos direitos autorais, assim como os ganhos comerciais dos discos de Drake. Agora, a gravadora afirma que a Cash Money falhou em fornecer os pagamentos, o que resultou no processo.

A Cash Money tentou negar as alegações, argumentando que a Aspire falhou em apresentar suas objeções por escrito como foi estipulado no acordo. O juiz Ostrager negou o pedido da Cash Money e agora o caso continuará sendo julgado.

O processo original, obtido pelo Pitchfork, alega que Aspire e Cash Money assinaram um contrato em 2009 para dividir 33% do lucro das músicas de Drake e que a segunda quebrou o contrato ao se recusar a dividir o dinheiro e mostrar documentação sobre os ganhos financeiros do rapper. A Aspire pretende receber o valor total do lucro das faixas em questão, o pagamento do seu terço prometido, além de danos. Como o caso continuará em julgamento, a gravadora deve conseguir autorização para auditar as contas da Cash Money para analisar o lucro de Drake.

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Gravadoras disputam lucro pelas músicas de Drake

Aspire Music e Cash Money fizeram acordo em 2009 para dividir os ganhos financeiros do rapper, mas contrato não foi cumprido

por Redação em 12/07/2018

Na semana passada, o juiz Barry Ostrager, da Suprema Corte de Nova York, permitiu que a gravadora Aspire Music siga em frente com o processo registrado em janeiro de 2017 contra Cash Money e a UMG por royalties não pagos relacionados às músicas de Drake.

Supostamente, a Aspire assinou um contrato exclusivo com o rapper em 2008, antes da Cash Money, e as duas gravadoras concordaram posteriormente em dividir o lucro dos direitos autorais, assim como os ganhos comerciais dos discos de Drake. Agora, a gravadora afirma que a Cash Money falhou em fornecer os pagamentos, o que resultou no processo.

A Cash Money tentou negar as alegações, argumentando que a Aspire falhou em apresentar suas objeções por escrito como foi estipulado no acordo. O juiz Ostrager negou o pedido da Cash Money e agora o caso continuará sendo julgado.

O processo original, obtido pelo Pitchfork, alega que Aspire e Cash Money assinaram um contrato em 2009 para dividir 33% do lucro das músicas de Drake e que a segunda quebrou o contrato ao se recusar a dividir o dinheiro e mostrar documentação sobre os ganhos financeiros do rapper. A Aspire pretende receber o valor total do lucro das faixas em questão, o pagamento do seu terço prometido, além de danos. Como o caso continuará em julgamento, a gravadora deve conseguir autorização para auditar as contas da Cash Money para analisar o lucro de Drake.