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Leia a resenha do álbum homônimo de Nick Jonas

por em 20/12/2014
NICK
JONAS NICK JONAS Universal O reposicionamento artístico de Nick Jonas não tem sido dos mais fáceis. Ainda vinculado ao Jonas Brothers, ele lançou um promissor álbum assinando Nick Jonas & The Administration. A pegada era rock, mas um rock filtrado por John Mayer e outros nomes “adultos contemporâneos”. Quatro anos depois, ele ressurge com esse álbum solo, que nem pode ser vendido como sua estreia solo de fato, pois em 2005 ele já havia lançado um disco só seu (é impressionante que ele tenha apenas 22 anos). Agora, Nick Jonas é mais um a perseguir Michael Jackson, a obsessão dos últimos tempos. E é compreensível que ele mire em Michael e acabe soando como Robin Thicke (especialmente em “Teacher”) ou outros diluidores espertos – de Justin Timberlake a Bruno Mars. Em suas entrevistas para explicar o trabalho, o Jonas mais talentoso cita Frank Ocean e The Weeknd como inspirações. E em faixas como “Numb” é inegável o seu esforço para se aproximar dessa turma que tem um pé no passado e outro no futuro. Mas é muito difícil dizer se ele encontrará audiência para essa proposta. Seu primeiro desafio será abrir a turnê de Iggy Azalea em 2015. Se não funcionar ou ele mudar de som novamente para o próximo álbum, ao menos teremos um single irresistível para lembrar eternamente: “Jealous”. (José Flávio Júnior)
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Gusttavo Lima
2
Só Pra Castigar
Wesley Safadão
3
Sofázinho (Part. Jorge & Mateus)
Luan Santana
4
Atrasadinha (Part. Ferrugem)
Felipe Araújo
5
Notificação Preferida
Zé Neto & Cristiano
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Leia a resenha do álbum homônimo de Nick Jonas

por em 20/12/2014
NICK
JONAS NICK JONAS Universal O reposicionamento artístico de Nick Jonas não tem sido dos mais fáceis. Ainda vinculado ao Jonas Brothers, ele lançou um promissor álbum assinando Nick Jonas & The Administration. A pegada era rock, mas um rock filtrado por John Mayer e outros nomes “adultos contemporâneos”. Quatro anos depois, ele ressurge com esse álbum solo, que nem pode ser vendido como sua estreia solo de fato, pois em 2005 ele já havia lançado um disco só seu (é impressionante que ele tenha apenas 22 anos). Agora, Nick Jonas é mais um a perseguir Michael Jackson, a obsessão dos últimos tempos. E é compreensível que ele mire em Michael e acabe soando como Robin Thicke (especialmente em “Teacher”) ou outros diluidores espertos – de Justin Timberlake a Bruno Mars. Em suas entrevistas para explicar o trabalho, o Jonas mais talentoso cita Frank Ocean e The Weeknd como inspirações. E em faixas como “Numb” é inegável o seu esforço para se aproximar dessa turma que tem um pé no passado e outro no futuro. Mas é muito difícil dizer se ele encontrará audiência para essa proposta. Seu primeiro desafio será abrir a turnê de Iggy Azalea em 2015. Se não funcionar ou ele mudar de som novamente para o próximo álbum, ao menos teremos um single irresistível para lembrar eternamente: “Jealous”. (José Flávio Júnior)