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Maren Morris, do hit “The Middle”, está ansiosa para chegar ao Brasil

Em entrevista exclusiva, cantora disse que já viu vídeos dos seus artistas favoritos se apresentando aqui e mal pode esperar para conhecer o público

por Rebecca Silva em 05/07/2018

Um dos maiores sucessos nos Estados Unidos neste primeiro semestre, a faixa “The Middle” é resultado da parceria de Zedd, grande nome da EDM, com Grey e a inesperada Maren Morris. A mistura deu tão certo que a música chegou ao 5º lugar do Hot 100 e está há mais de 20 semanas no ranking.

A cantora, que era conhecida do cenário country – seu disco Hero, de 2016, primeiro lançamento por uma grande gravadora, chegou ao 5º lugar do Billboard 200 e rendeu uma indicação ao Grammy por Melhor Álbum Country -, emprestou sua voz para a faixa pop e viu seu mundo se abrir para um novo público.

Neste fim de semana, ela desembarca no Brasil para se apresentar como a atração de abertura da turnê solo de Niall Horan, Flicker, com shows marcados no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Billboard Brasil conversou com Maren Morris, direto do Chile, sobre sua expectativa para os shows por aqui e como o fenômeno “The Middle” mudou sua carreira. A cantora não poupou elogios ao público brasileiro, que ainda nem teve a oportunidade de conhecer pessoalmente, mas disse que já ouviu muito sobre nós. E deu até tempo de indicar cantoras sertanejas brasileiras, como Marília Mendonça e Maiara & Maraisa, para ela ouvir antes de chegar aqui.

Você costumava compor apenas para outros artistas e agora tem a oportunidade de subir ao palco e cantar as suas próprias composições. Como é a sensação?

Não há nada igual ao sentimento de cantar as suas músicas... É mais satisfatório. Sempre serei uma compositora, amo ver os artistas cantando minhas letras, mas é diferente sim, sem dúvida.

Para quem você gostaria de compor?

Tem muitos artistas talentosos para quem eu gostaria de sentar e compor. Para dizer apenas alguns: Taylor Swift, Ed Sheeran e Bruno Mars. Amo o trabalho deles.

Você é muito conhecida no cenário country, que é forte nos Estados Unidos, mas com “The Middle” pode ficar conhecida entre outros públicos, principalmente fora do seu país. Como tem sido isso?

Tem sido divertido! Eu sempre ouvi muito country e pop. Cresci ouvindo de Shania Twain a Spice Girls, de tudo um pouco. Mas participar de “The Middle” foi uma jornada muito doida, nunca tive uma música que subiu tão rápido nos rankings, nunca tive essa recepção fora dos Estados Unidos. As parcerias são importantes porque as pessoas ouvem algo que conhecem, como o trabalho do Zedd, me descobrem e vão atrás do que faço como artista solo. Meu trabalho se torna conhecido para uma nova audiência.

Como é a sua relação com a música pop? No que ela a inspira?

A forma como as músicas pop grudam na cabeça sempre me inspirou. Estudei o pop por muito tempo, ouvindo rádio, tentando entender o porquê as músicas eram tão populares, o que fazia as pessoas cantarem sem parar. Mas, ao mesmo tempo, eu gostava do lado de contar histórias do country e quis mesclar isso.

marenmorris-JohnShearer
Divulgação/John Shearer

“The Middle” foi gravada por mais de dez cantoras antes de encontrarem você e se apaixonarem pela sua versão. Mas o quea fez se apaixonar pela música e sentir vontade de gravá-la?

Acho que eu me animei ouvindo, sabe? Senti que era uma daquelas músicas memoráveis, cheias de alma e nem toda faixa pop é assim. Estava envolvida desde o início, nem precisei ouvir duas vezes para ter certeza de que queria gravar. Fiz uma demo, eles gostaram e o Zedd voou até Nashville, onde eu moro, para gravarmos a versão final. Algo como uma semana depois, ele divulgou.

Para Zedd, não importa se quem canta é a pessoa mais famosa, mas sim a voz daquele artista. Fiquei muito lisonjeada pela escolha, acho que “The Middle” sempre será uma das minhas favoritas.

Recentemente, você publicou no Instagram um tributo ao seu álbum Hero. Está pronta para seguir em frente e iniciar uma nova fase em sua carreira?

Tanta coisa aconteceu, nem consigo acreditar que passaram só dois anos [risos]. Estou em estúdio, gravando meu novo disco. Acho que é a hora de colocar para fora tudo que passei nos últimos anos. Passei muito tempo na estrada, em turnê, mas estamos fazendo funcionar, de alguma forma.

Você está abrindo os shows para Niall Horan e está prestes a vir para o Brasil. Como tem sido a experiência?

Muito divertida! Estou visitando países onde nunca fiz shows, nem mesmo estive antes. Ouvi falar muito sobre o público do Brasil...Niall me contou que vocês são incríveis! Também já assisti a muitos vídeos de artistas que eu gosto fazendo shows no Brasil, como a Katy Perry no Rock in Rio, a Halsey... A energia do público é insana. Estou ansiosa, mal posso esperar.

Nós somos um público bem intenso. Espero que não se assuste!

Não! [risos] Prefiro que sejam exagerados do que quietos. É muito mais divertido quando o público está se divertindo junto. 

Serviço:

Niall Horan – Turnê Flicker (Com abertura de Maren Morris)
Rio de Janeiro
KM de Vantagens Hall
08/07 – 19h30
Ingressos de R$ 90 a R$ 420 no site

São Paulo
Espaço das Américas
10/07 – 19h30
Ingressos de R$ 145 a R$ 420 no site

 

  • HOT 100
    BRASIL
  • BILLBOARD
    200
  • HOT 100
    EUA
1
Zé da Recaída
Gusttavo Lima
2
Só Pra Castigar
Wesley Safadão
3
Notificação Preferida
Zé Neto & Cristiano
4
Coração Infectado
Maiara & Maraisa
5
Quem Pegou, Pegou
Henrique & Juliano
RANKING COMPLETO
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Maren Morris, do hit “The Middle”, está ansiosa para chegar ao Brasil

Em entrevista exclusiva, cantora disse que já viu vídeos dos seus artistas favoritos se apresentando aqui e mal pode esperar para conhecer o público

por Rebecca Silva em 05/07/2018

Um dos maiores sucessos nos Estados Unidos neste primeiro semestre, a faixa “The Middle” é resultado da parceria de Zedd, grande nome da EDM, com Grey e a inesperada Maren Morris. A mistura deu tão certo que a música chegou ao 5º lugar do Hot 100 e está há mais de 20 semanas no ranking.

A cantora, que era conhecida do cenário country – seu disco Hero, de 2016, primeiro lançamento por uma grande gravadora, chegou ao 5º lugar do Billboard 200 e rendeu uma indicação ao Grammy por Melhor Álbum Country -, emprestou sua voz para a faixa pop e viu seu mundo se abrir para um novo público.

Neste fim de semana, ela desembarca no Brasil para se apresentar como a atração de abertura da turnê solo de Niall Horan, Flicker, com shows marcados no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Billboard Brasil conversou com Maren Morris, direto do Chile, sobre sua expectativa para os shows por aqui e como o fenômeno “The Middle” mudou sua carreira. A cantora não poupou elogios ao público brasileiro, que ainda nem teve a oportunidade de conhecer pessoalmente, mas disse que já ouviu muito sobre nós. E deu até tempo de indicar cantoras sertanejas brasileiras, como Marília Mendonça e Maiara & Maraisa, para ela ouvir antes de chegar aqui.

Você costumava compor apenas para outros artistas e agora tem a oportunidade de subir ao palco e cantar as suas próprias composições. Como é a sensação?

Não há nada igual ao sentimento de cantar as suas músicas... É mais satisfatório. Sempre serei uma compositora, amo ver os artistas cantando minhas letras, mas é diferente sim, sem dúvida.

Para quem você gostaria de compor?

Tem muitos artistas talentosos para quem eu gostaria de sentar e compor. Para dizer apenas alguns: Taylor Swift, Ed Sheeran e Bruno Mars. Amo o trabalho deles.

Você é muito conhecida no cenário country, que é forte nos Estados Unidos, mas com “The Middle” pode ficar conhecida entre outros públicos, principalmente fora do seu país. Como tem sido isso?

Tem sido divertido! Eu sempre ouvi muito country e pop. Cresci ouvindo de Shania Twain a Spice Girls, de tudo um pouco. Mas participar de “The Middle” foi uma jornada muito doida, nunca tive uma música que subiu tão rápido nos rankings, nunca tive essa recepção fora dos Estados Unidos. As parcerias são importantes porque as pessoas ouvem algo que conhecem, como o trabalho do Zedd, me descobrem e vão atrás do que faço como artista solo. Meu trabalho se torna conhecido para uma nova audiência.

Como é a sua relação com a música pop? No que ela a inspira?

A forma como as músicas pop grudam na cabeça sempre me inspirou. Estudei o pop por muito tempo, ouvindo rádio, tentando entender o porquê as músicas eram tão populares, o que fazia as pessoas cantarem sem parar. Mas, ao mesmo tempo, eu gostava do lado de contar histórias do country e quis mesclar isso.

marenmorris-JohnShearer
Divulgação/John Shearer

“The Middle” foi gravada por mais de dez cantoras antes de encontrarem você e se apaixonarem pela sua versão. Mas o quea fez se apaixonar pela música e sentir vontade de gravá-la?

Acho que eu me animei ouvindo, sabe? Senti que era uma daquelas músicas memoráveis, cheias de alma e nem toda faixa pop é assim. Estava envolvida desde o início, nem precisei ouvir duas vezes para ter certeza de que queria gravar. Fiz uma demo, eles gostaram e o Zedd voou até Nashville, onde eu moro, para gravarmos a versão final. Algo como uma semana depois, ele divulgou.

Para Zedd, não importa se quem canta é a pessoa mais famosa, mas sim a voz daquele artista. Fiquei muito lisonjeada pela escolha, acho que “The Middle” sempre será uma das minhas favoritas.

Recentemente, você publicou no Instagram um tributo ao seu álbum Hero. Está pronta para seguir em frente e iniciar uma nova fase em sua carreira?

Tanta coisa aconteceu, nem consigo acreditar que passaram só dois anos [risos]. Estou em estúdio, gravando meu novo disco. Acho que é a hora de colocar para fora tudo que passei nos últimos anos. Passei muito tempo na estrada, em turnê, mas estamos fazendo funcionar, de alguma forma.

Você está abrindo os shows para Niall Horan e está prestes a vir para o Brasil. Como tem sido a experiência?

Muito divertida! Estou visitando países onde nunca fiz shows, nem mesmo estive antes. Ouvi falar muito sobre o público do Brasil...Niall me contou que vocês são incríveis! Também já assisti a muitos vídeos de artistas que eu gosto fazendo shows no Brasil, como a Katy Perry no Rock in Rio, a Halsey... A energia do público é insana. Estou ansiosa, mal posso esperar.

Nós somos um público bem intenso. Espero que não se assuste!

Não! [risos] Prefiro que sejam exagerados do que quietos. É muito mais divertido quando o público está se divertindo junto. 

Serviço:

Niall Horan – Turnê Flicker (Com abertura de Maren Morris)
Rio de Janeiro
KM de Vantagens Hall
08/07 – 19h30
Ingressos de R$ 90 a R$ 420 no site

São Paulo
Espaço das Américas
10/07 – 19h30
Ingressos de R$ 145 a R$ 420 no site