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Muito mais do que um rostinho bonito: conheça Jacob Whitesides

Cantor acumula bons números nas redes sociais e virá ao Brasil no fim do mês para três apresentações

por Rebecca Silva em 06/04/2018

O jovem Jacob Whitesides tem apenas 20 anos, mas já contabiliza quase 1,5 milhão de seguidores no Instagram. Ele poderia ser confundido com qualquer outro influencer na rede social pela beleza, pelas fotos bem tiradas ou por compartilhar os treinos na academia. Mas Whitesides ficou conhecido virtualmente por seu talento como cantor. Além da fama no Instagram, tem outros 409 mil inscritos no YouTube, além de três EPs e um disco lançados. 

No fim deste mês, Whitesides desembarca no Brasil pela segunda vez para fazer três shows da turnê The Sneak Peek no país (veja o serviço abaixo): Curitiba (17/04), São Paulo (20/04) e Rio de Janeiro (22/04). O cantor entrou em estúdio no ano passado e começou a trabalhar em seu novo projeto. E ele promete mostrar faixas inéditas aos fãs nas apresentações por aqui. 

Billboard Brasil conversou com Jacob Whitesides por telefone sobre o cenário musical e as expectativas para vir ao país:

Você já se apresentou no Brasil anteriormente, com as irmãs do Cimorelli, e agora está prestes a voltar para um show solo. Quais são as suas lembranças daqui?

Eu lembro da forte energia. Era constante. Não foi como um dia normal de show. Os fãs já nos acompanharam desde o aeroporto. Lembro de chegar no lugar da apresentação e os fãs já estarem lá, muito empolgados. Estou muito ansioso para voltar. Com certeza está entre os lugares onde eu mais gosto de tocar. Não acontece em qualquer lugar, sabe? Pelo menos não nos Estados Unidos. É uma lembrança que conto para todo mundo. 

Você participou da mesma edição do The X Factor que as meninas do Fifth Harmony. Como foi essa experiência e como ajudou na sua carreira?

Eu recebi três “sim”: de Simon Cowell, LA Reid e Britney Spears. Não sei por que Demi disse “não” para mim! [risos] Eu era uma criança, não tinha nenhuma experiência. Eu nem apareci na televisão. Participei de umas duas ou três rodadas. Mas fiz bons amigos, conheci a minha ex [a cantora Bea Miller], nunca tinha viajado de avião antes na vida. Foi uma experiência muito louca. Foi o meu primeiro contato com a indústria musical e foi quando eu percebi que era o que eu queria fazer da vida. 

Você é do Tennessee e a cidade de Nashville é conhecida como uma meca da música, principalmente para o cenário country. Como foi conviver nesse ambiente para você, que tem uma sonoridade mais pop? Você sentiu que foi influenciado musicalmente?

Nos últimos anos, Nashville tem contado com uma cena crescente de pop. Os compositores são incríveis, a cultura do lugar é incrível. Nova York e Los Angeles são muito diferentes. Nashville é real. É legal poder fazer todas as minhas músicas em Nashville. Para meu próximo álbum, acho que vou experimentar novos cenários e ir para Los Angeles, para trabalhar com pessoas novas. 

Homens que compõem e interpretam as próprias músicas estão se destacando ultimamente no cenário musical. Ed Sheeran foi um nome forte no ano passado, mas artistas mais jovens como Shawn Mendes e Charlie Puth também estão conquistando seu espaço. Quais são suas inspirações?

Eu cresci ouvindo James Taylor, Damien Rice. Ed Sheeran também. Eu sou um cara que gosta de compor. Em Nashville, me senti confortável para escrever. A questão de contar histórias nas letras de músicas é forte por lá e eu gosto disso. Apesar de ter nascido e crescido no Tennessee, meus pais não ouviam country ou músicas antigas. Eles escutavam muito John Mayer. Minhas preferências musicais foram mudando com o passar dos anos. Para mim, a composição é a parte mais importante. 

Seu último projeto, Why?, foi lançado em 2016. No ano passado, você trabalhou singles avulsos. Está trabalhando em um novo álbum?

Estou passando por um período de transição. Estou trabalhando no estúdio sem ter ninguém para me dizer o que fazer. É algo monumental para mim, como pessoa e compositor. As novas músicas são mais poderosas. As anteriores pareciam apressadas. Agora, tirei um ano para me dedicar. Escrevi muito e estou pendendo para um contrato mais tradicional com uma gravadora. Não há uma data de lançamento ainda, mas está próximo. A equipe é ótima, as músicas estão sendo concluídas. 

O que os fãs podem esperar dos seus shows?

Desta vez, estarei acompanhado pela banda completa, tocarei trechos de músicas inéditas. Algumas ainda não foram lançadas, outras ainda nem foram gravadas. Quero ver a reação dos fãs, ver o que funciona ao vivo. 

Serviço:
Jacob Whitesides – The Sneak Peek Tour

Curitiba
Auditório Manchester (Hotel Lancaster)
17/04 – 20h
Ingressos de R$ 150 a R$ 350 no site

São Paulo
Auditório Araçá (Hotel Holiday Inn)
20/04 – 19h30
Ingressos de R$ 125 a R$ 350 no site

Rio de Janeiro
Teatro Rival
22/04 – 20h
Ingressos de R$ 125 a R$ 350 no site

 

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2
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3
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4
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Eduardo Costa
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Muito mais do que um rostinho bonito: conheça Jacob Whitesides

Cantor acumula bons números nas redes sociais e virá ao Brasil no fim do mês para três apresentações

por Rebecca Silva em 06/04/2018

O jovem Jacob Whitesides tem apenas 20 anos, mas já contabiliza quase 1,5 milhão de seguidores no Instagram. Ele poderia ser confundido com qualquer outro influencer na rede social pela beleza, pelas fotos bem tiradas ou por compartilhar os treinos na academia. Mas Whitesides ficou conhecido virtualmente por seu talento como cantor. Além da fama no Instagram, tem outros 409 mil inscritos no YouTube, além de três EPs e um disco lançados. 

No fim deste mês, Whitesides desembarca no Brasil pela segunda vez para fazer três shows da turnê The Sneak Peek no país (veja o serviço abaixo): Curitiba (17/04), São Paulo (20/04) e Rio de Janeiro (22/04). O cantor entrou em estúdio no ano passado e começou a trabalhar em seu novo projeto. E ele promete mostrar faixas inéditas aos fãs nas apresentações por aqui. 

Billboard Brasil conversou com Jacob Whitesides por telefone sobre o cenário musical e as expectativas para vir ao país:

Você já se apresentou no Brasil anteriormente, com as irmãs do Cimorelli, e agora está prestes a voltar para um show solo. Quais são as suas lembranças daqui?

Eu lembro da forte energia. Era constante. Não foi como um dia normal de show. Os fãs já nos acompanharam desde o aeroporto. Lembro de chegar no lugar da apresentação e os fãs já estarem lá, muito empolgados. Estou muito ansioso para voltar. Com certeza está entre os lugares onde eu mais gosto de tocar. Não acontece em qualquer lugar, sabe? Pelo menos não nos Estados Unidos. É uma lembrança que conto para todo mundo. 

Você participou da mesma edição do The X Factor que as meninas do Fifth Harmony. Como foi essa experiência e como ajudou na sua carreira?

Eu recebi três “sim”: de Simon Cowell, LA Reid e Britney Spears. Não sei por que Demi disse “não” para mim! [risos] Eu era uma criança, não tinha nenhuma experiência. Eu nem apareci na televisão. Participei de umas duas ou três rodadas. Mas fiz bons amigos, conheci a minha ex [a cantora Bea Miller], nunca tinha viajado de avião antes na vida. Foi uma experiência muito louca. Foi o meu primeiro contato com a indústria musical e foi quando eu percebi que era o que eu queria fazer da vida. 

Você é do Tennessee e a cidade de Nashville é conhecida como uma meca da música, principalmente para o cenário country. Como foi conviver nesse ambiente para você, que tem uma sonoridade mais pop? Você sentiu que foi influenciado musicalmente?

Nos últimos anos, Nashville tem contado com uma cena crescente de pop. Os compositores são incríveis, a cultura do lugar é incrível. Nova York e Los Angeles são muito diferentes. Nashville é real. É legal poder fazer todas as minhas músicas em Nashville. Para meu próximo álbum, acho que vou experimentar novos cenários e ir para Los Angeles, para trabalhar com pessoas novas. 

Homens que compõem e interpretam as próprias músicas estão se destacando ultimamente no cenário musical. Ed Sheeran foi um nome forte no ano passado, mas artistas mais jovens como Shawn Mendes e Charlie Puth também estão conquistando seu espaço. Quais são suas inspirações?

Eu cresci ouvindo James Taylor, Damien Rice. Ed Sheeran também. Eu sou um cara que gosta de compor. Em Nashville, me senti confortável para escrever. A questão de contar histórias nas letras de músicas é forte por lá e eu gosto disso. Apesar de ter nascido e crescido no Tennessee, meus pais não ouviam country ou músicas antigas. Eles escutavam muito John Mayer. Minhas preferências musicais foram mudando com o passar dos anos. Para mim, a composição é a parte mais importante. 

Seu último projeto, Why?, foi lançado em 2016. No ano passado, você trabalhou singles avulsos. Está trabalhando em um novo álbum?

Estou passando por um período de transição. Estou trabalhando no estúdio sem ter ninguém para me dizer o que fazer. É algo monumental para mim, como pessoa e compositor. As novas músicas são mais poderosas. As anteriores pareciam apressadas. Agora, tirei um ano para me dedicar. Escrevi muito e estou pendendo para um contrato mais tradicional com uma gravadora. Não há uma data de lançamento ainda, mas está próximo. A equipe é ótima, as músicas estão sendo concluídas. 

O que os fãs podem esperar dos seus shows?

Desta vez, estarei acompanhado pela banda completa, tocarei trechos de músicas inéditas. Algumas ainda não foram lançadas, outras ainda nem foram gravadas. Quero ver a reação dos fãs, ver o que funciona ao vivo. 

Serviço:
Jacob Whitesides – The Sneak Peek Tour

Curitiba
Auditório Manchester (Hotel Lancaster)
17/04 – 20h
Ingressos de R$ 150 a R$ 350 no site

São Paulo
Auditório Araçá (Hotel Holiday Inn)
20/04 – 19h30
Ingressos de R$ 125 a R$ 350 no site

Rio de Janeiro
Teatro Rival
22/04 – 20h
Ingressos de R$ 125 a R$ 350 no site