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“Nunca ouviram algo parecido de mim”, diz Sabrina Carpenter sobre novo trabalho

Cantora lançou “Almost Love”, primeiro single do álbum de inéditas, Singular, nesta quarta (6)

por Rebecca Silva em 06/06/2018

Os fãs de Ariana Grande que tiveram a oportunidade de ir aos shows da cantora no Brasil, no ano passado, tiveram também a chance de assistir ao show da jovem Sabrina Carpenter, até então pouco conhecida no país. A norte-americana traçou passos parecidos com os de Ariana, começando a carreira como atriz em um grande canal e, depois, lançando seus projetos musicais.

Sabrina podia ser uma desconhecida para boa parte do público presente nos estádios brasileiros, mas agitou a plateia e entregou um ótimo show de abertura, mesclando seus singles com hits de outros artistas, como Bruno Mars, e deixando os fãs no ponto certo para receber Ariana.

Nesta quarta-feira (06/06), Sabrina Carpenter lançou o single “Almost Love”, primeira música de trabalho do seu próximo disco, Singular. Você pode até não saber, mas este é o terceiro de sua carreira. A Billboard Brasil conversou com Sabrina sobre as novidades de sua próxima era e as lembranças de sua passagem pelo país:

Vi que você deletou tudo que já havia publicado no Instagram, como Taylor Swift e Lorde, para anunciar a nova era e o novo single. Como vocês se desapegam tão fácil das fotos?

A tecnologia é tão louca que, quando você faz isso, não sabe se deletou mesmo ou se elas foram parar em algum outro lugar! Essa é uma das poucas formas de chamar a atenção das pessoas nas redes sociais. Para começar uma nova era, eu queria que as pessoas se desassociassem do que já tinham ouvido de mim, do que sabiam sobre mim... Simples assim. Minhas fotos não foram embora para sempre [risos]. Eu gosto muito de olhar para trás, ter as imagens como um diário visual, marcando partes importantes da minha vida. Meus fãs ficaram super bravos comigo, mas foi engraçado... Eu os deixei ansiosos para o que está por vir. Nunca ouviram algo parecido de mim. É um disco dance, com conteúdo novo e diferente. Estou muito animada.

Nas suas publicações sobre os novos trabalhos, você aparece com estátuas gregas. Qual a referência?

É a primeira vez que fui criativa visualmente dessa forma, desde a primeira música. Não é uma referência à mitologia grega, mas a estátua me simboliza como a peça central, mais importante. Conforme eu explorar mais do álbum e trouxer mais esse lado visual, vocês vão entender. Por enquanto, não faz muito sentido, né? [risos]

E quando pretende lançar este álbum?

No fim deste ano [durante o inverno norte-americano, provavelmente em dezembro]. Estou compondo há alguns anos. Pude entrar em turnê, gravar filmes e séries, tirar um tempo em que pude também me encontrar como compositora. Acabo de completar 19 anos e acho que se encontrar é importante para jovens garotas e garotos ao redor do mundo.

Como é o seu processo de composição? Você é daquelas que marca um horário e se força a escrever ou deixa a inspiração chegar quando bem entender?

Eu não me torturo! [risos] Não consigo me forçar a escrever. Tenho um calendário e alguns horários marcados para colaborar com alguns artistas em estúdio, mas, nesse caso, sigo meu instinto. Sempre estou compondo, mas só quando vou ao estúdio é que entro na vibe certa, quando exponho as minhas ideias para quem estiver trabalhando comigo.

É claro que sento ao piano, canto algumas coisas, tenho ideias, mas serve como uma preparação para ir ao estúdio e ter certeza do que estou fazendo, sei que posso entrar lá e escrever boas músicas. Quando eu comecei, lá pelos 13 anos, eu admirava as pessoas ao meu redor, seguia o que elas diziam. Agora que sei o que eu estou fazendo, é muito bom.

Você veio ao Brasil no ano passado para abrir os shows de Ariana Grande e, em São Paulo, fez o seu primeiro show em um estádio. Quais as suas lembranças?

Foi muito legal. Nunca esquecerei aqueles shows! No momento em que cheguei ao Brasil, eu já estava acostumada com a rotina de shows, já estava na estrada há anos, então estava muito confortável no palco. Mas cantar em um estádio é diferente e vocês me fizeram sentir tão bem-vinda... Foi como se eu estivesse em uma festa com meus amigos.

A energia de vocês contagia! Muitas pessoas não percebem o quanto isso é importante. Tem gente que acha que quando vai a um show, é obrigação do artista te entregar algo, mas precisa haver uma troca com o público, um equilíbrio. Definitivamente tenho planos de retornar. Sinto muita falta de vocês!

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Naiara Azevedo
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Cantora lançou “Almost Love”, primeiro single do álbum de inéditas, Singular, nesta quarta (6)

por Rebecca Silva em 06/06/2018

Os fãs de Ariana Grande que tiveram a oportunidade de ir aos shows da cantora no Brasil, no ano passado, tiveram também a chance de assistir ao show da jovem Sabrina Carpenter, até então pouco conhecida no país. A norte-americana traçou passos parecidos com os de Ariana, começando a carreira como atriz em um grande canal e, depois, lançando seus projetos musicais.

Sabrina podia ser uma desconhecida para boa parte do público presente nos estádios brasileiros, mas agitou a plateia e entregou um ótimo show de abertura, mesclando seus singles com hits de outros artistas, como Bruno Mars, e deixando os fãs no ponto certo para receber Ariana.

Nesta quarta-feira (06/06), Sabrina Carpenter lançou o single “Almost Love”, primeira música de trabalho do seu próximo disco, Singular. Você pode até não saber, mas este é o terceiro de sua carreira. A Billboard Brasil conversou com Sabrina sobre as novidades de sua próxima era e as lembranças de sua passagem pelo país:

Vi que você deletou tudo que já havia publicado no Instagram, como Taylor Swift e Lorde, para anunciar a nova era e o novo single. Como vocês se desapegam tão fácil das fotos?

A tecnologia é tão louca que, quando você faz isso, não sabe se deletou mesmo ou se elas foram parar em algum outro lugar! Essa é uma das poucas formas de chamar a atenção das pessoas nas redes sociais. Para começar uma nova era, eu queria que as pessoas se desassociassem do que já tinham ouvido de mim, do que sabiam sobre mim... Simples assim. Minhas fotos não foram embora para sempre [risos]. Eu gosto muito de olhar para trás, ter as imagens como um diário visual, marcando partes importantes da minha vida. Meus fãs ficaram super bravos comigo, mas foi engraçado... Eu os deixei ansiosos para o que está por vir. Nunca ouviram algo parecido de mim. É um disco dance, com conteúdo novo e diferente. Estou muito animada.

Nas suas publicações sobre os novos trabalhos, você aparece com estátuas gregas. Qual a referência?

É a primeira vez que fui criativa visualmente dessa forma, desde a primeira música. Não é uma referência à mitologia grega, mas a estátua me simboliza como a peça central, mais importante. Conforme eu explorar mais do álbum e trouxer mais esse lado visual, vocês vão entender. Por enquanto, não faz muito sentido, né? [risos]

E quando pretende lançar este álbum?

No fim deste ano [durante o inverno norte-americano, provavelmente em dezembro]. Estou compondo há alguns anos. Pude entrar em turnê, gravar filmes e séries, tirar um tempo em que pude também me encontrar como compositora. Acabo de completar 19 anos e acho que se encontrar é importante para jovens garotas e garotos ao redor do mundo.

Como é o seu processo de composição? Você é daquelas que marca um horário e se força a escrever ou deixa a inspiração chegar quando bem entender?

Eu não me torturo! [risos] Não consigo me forçar a escrever. Tenho um calendário e alguns horários marcados para colaborar com alguns artistas em estúdio, mas, nesse caso, sigo meu instinto. Sempre estou compondo, mas só quando vou ao estúdio é que entro na vibe certa, quando exponho as minhas ideias para quem estiver trabalhando comigo.

É claro que sento ao piano, canto algumas coisas, tenho ideias, mas serve como uma preparação para ir ao estúdio e ter certeza do que estou fazendo, sei que posso entrar lá e escrever boas músicas. Quando eu comecei, lá pelos 13 anos, eu admirava as pessoas ao meu redor, seguia o que elas diziam. Agora que sei o que eu estou fazendo, é muito bom.

Você veio ao Brasil no ano passado para abrir os shows de Ariana Grande e, em São Paulo, fez o seu primeiro show em um estádio. Quais as suas lembranças?

Foi muito legal. Nunca esquecerei aqueles shows! No momento em que cheguei ao Brasil, eu já estava acostumada com a rotina de shows, já estava na estrada há anos, então estava muito confortável no palco. Mas cantar em um estádio é diferente e vocês me fizeram sentir tão bem-vinda... Foi como se eu estivesse em uma festa com meus amigos.

A energia de vocês contagia! Muitas pessoas não percebem o quanto isso é importante. Tem gente que acha que quando vai a um show, é obrigação do artista te entregar algo, mas precisa haver uma troca com o público, um equilíbrio. Definitivamente tenho planos de retornar. Sinto muita falta de vocês!