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Rihanna escreve artigo sobre seus projetos para ajudar milhões de crianças sem acesso à educação

Em texto publicado no jornal britânico The Guardian, cantora expôs o problema mundial e pediu ajuda para resolver a situação

por Redação em 18/09/2018

Mais de 250 milhões de jovens em todo o mundo tiveram negado o acesso à educação em função da pobreza, sexismo ou más políticas públicas, de acordo com um texto escrito por Rihanna para o jornal britânico The Guardian.

O artigo, publicado na manhã desta terça-feira (18/09), recebeu o título de “Crescendo em Barbados, a escola era uma dificuldade. Mas eu tive sorte”,  e foca na importância de uma educação sólida para ajudar a tirar crianças da pobreza, dirigindo-as para um caminho de sucesso na vida.

"A educação é uma jornada da vida toda. Nunca sabemos tudo, mas evoluímos quando aprendemos mais sobre nossas comunidades, esse mundo em constantes mudanças e nós mesmos. Não tenho vergonha de dizer que ainda estou aprendendo. Cresci tremendamente como pessoa por meio da educação formal, assim como a educação global que recebi viajando o mundo por causa da música.”

Ao chamar a falta de acesso à educação no mundo de “problema massivo”, Rihanna escreve que, em vez de levantar as mãos para o alto e desistir do desafio, precisamos encarar a missão e trabalhar o mais duro possível para vencê-lo. “Isso é o que me levou a priorizar a educação global em meus trabalhos de filantropia. A noção de que milhões de crianças estão desesperadas para ir à escola e não têm a oportunidade é algo que não posso aceitar.”

A Fundação Clara Lionel, criada pela cantora, foca no pobre acesso educacional para mais de 263 milhões de jovens que não estão na escola em todo o mundo. Rihanna revelou que, crescendo em Barbados, ela nem sempre amou a escola. “Pode ser difícil, especialmente quando você prefere estar cantando, praticando esportes ou fazendo qualquer coisa que não seja a lição de casa.” Mas hoje ela percebe que a educação não pode ser menosprezada, já que é possível perder a oportunidade de aprender a qualquer momento.

Ao citar estatísticas que afirmam que cada ano adicional na escola primária pode aumentar o possível salário de uma menina em 20%, Rihanna fala sobre uma viagem que fez ao Malawi em 2017, como embaixadora da Global Partnership For Education, com a missão de conferir de perto o trabalho da instituição em ajudar crianças de 87 países a conseguir oportunidades educacionais.

"Cada voz conta e conhecimento limitado não é motivo para permanecer em silêncio. Todos nós temos parte nisso. Imagine um mundo em que milhões de crianças, deixadas para tomarem conta de si mesmas anteriormente, recebessem a chance de aprender. Quando se trata de ajudar as crianças mais pobres do mundo, assim como as comunidades e sociedades em que elas vivem, ainda estou aprendendo – e preciso que outros se juntem a mim nessa jornada para usarem suas vozes ao meu lado.”

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Em texto publicado no jornal britânico The Guardian, cantora expôs o problema mundial e pediu ajuda para resolver a situação

por Redação em 18/09/2018

Mais de 250 milhões de jovens em todo o mundo tiveram negado o acesso à educação em função da pobreza, sexismo ou más políticas públicas, de acordo com um texto escrito por Rihanna para o jornal britânico The Guardian.

O artigo, publicado na manhã desta terça-feira (18/09), recebeu o título de “Crescendo em Barbados, a escola era uma dificuldade. Mas eu tive sorte”,  e foca na importância de uma educação sólida para ajudar a tirar crianças da pobreza, dirigindo-as para um caminho de sucesso na vida.

"A educação é uma jornada da vida toda. Nunca sabemos tudo, mas evoluímos quando aprendemos mais sobre nossas comunidades, esse mundo em constantes mudanças e nós mesmos. Não tenho vergonha de dizer que ainda estou aprendendo. Cresci tremendamente como pessoa por meio da educação formal, assim como a educação global que recebi viajando o mundo por causa da música.”

Ao chamar a falta de acesso à educação no mundo de “problema massivo”, Rihanna escreve que, em vez de levantar as mãos para o alto e desistir do desafio, precisamos encarar a missão e trabalhar o mais duro possível para vencê-lo. “Isso é o que me levou a priorizar a educação global em meus trabalhos de filantropia. A noção de que milhões de crianças estão desesperadas para ir à escola e não têm a oportunidade é algo que não posso aceitar.”

A Fundação Clara Lionel, criada pela cantora, foca no pobre acesso educacional para mais de 263 milhões de jovens que não estão na escola em todo o mundo. Rihanna revelou que, crescendo em Barbados, ela nem sempre amou a escola. “Pode ser difícil, especialmente quando você prefere estar cantando, praticando esportes ou fazendo qualquer coisa que não seja a lição de casa.” Mas hoje ela percebe que a educação não pode ser menosprezada, já que é possível perder a oportunidade de aprender a qualquer momento.

Ao citar estatísticas que afirmam que cada ano adicional na escola primária pode aumentar o possível salário de uma menina em 20%, Rihanna fala sobre uma viagem que fez ao Malawi em 2017, como embaixadora da Global Partnership For Education, com a missão de conferir de perto o trabalho da instituição em ajudar crianças de 87 países a conseguir oportunidades educacionais.

"Cada voz conta e conhecimento limitado não é motivo para permanecer em silêncio. Todos nós temos parte nisso. Imagine um mundo em que milhões de crianças, deixadas para tomarem conta de si mesmas anteriormente, recebessem a chance de aprender. Quando se trata de ajudar as crianças mais pobres do mundo, assim como as comunidades e sociedades em que elas vivem, ainda estou aprendendo – e preciso que outros se juntem a mim nessa jornada para usarem suas vozes ao meu lado.”