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Supercombo flerta com a diversidade no projeto Session da Tarde

Na segunda temporada, banda convida artistas de diferentes gêneros a fazer novas versões de faixas da sua discografia

por Rebecca Silva em 07/06/2018

Em plena greve dos caminhoneiros, com falta de produtos nos supermercados e feiras e, principalmente, gasolina nos postos de combustível, São Paulo parecia uma cidade fantasma, inclusive durante o fim de semana. Mesmo com as adversidades, a Supercombo reuniu 13 mil pessoas na Avenida Paulista para uma apresentação gratuita. Para a surpresa dos integrantes, o público não apenas compareceu, mas acompanhou a banda e cantou as músicas. E isso prova que eles estão no caminho certo.

A Supercombo nasceu em Vitória, Espírito Santo, em 2007. Desde então, já lançou quatro discos, além de ter participado do programa Superstar, da Globo. Agora, com mais de dez anos de carreira, já transita com mais facilidade no cenário e consegue propor parcerias interessantes no projeto Session da Tarde. “Quisemos trazer miscigenação sonora. Na primeira temporada, tivemos artistas de gerações diferentes: Dinho Ouro Preto, Onze:20, Liniker. Quando começamos a soltar os vídeos, vimos que os públicos eram convergentes, os fãs daqueles artistas convidados também ouviam a nossa música e, então, percebemos que temos um som miscigenado”, explica Paulo Vaz, tecladista da banda e produtor artístico do projeto, em entrevista à Billboard Brasil.

Supercombo
Divulgação/Stefano Loscalzo

O Session da Tarde deu tão certo que não apenas as músicas foram lançadas nas plataformas digitais e o projeto virou turnê, como já está no fim da segunda temporada, desta vez com nomes de gêneros diferentes, como Plutão Já Foi Planeta, Scalene, Fresno, Zimbra, Zaíra, Gabriel Elias e outros. E outras duas temporadas já estão planejadas. “Dessa vez, juntamos pessoas da nossa geração das quais gostamos e vimos a leitura que elas têm do nosso som. A informação final é que somos uma banda que gosta de fazer música e ter uma troca com estilos e gerações diferentes. E que o que importa é fazer música boa. Tem artistas maiores que achávamos que não íamos conseguir nem falar, mas que aceitaram o convite porque viram que é algo concreto, que deu certo”, avalia.

No momento, a banda trabalha no próximo disco e está se preparando para entrar em estúdio e gravar as vozes. “É um trabalho meio diferente. Em vez de lançar um álbum tradicional, vamos lançar uma HQ. Criamos o roteiro, que está sendo desenhado, e vamos lançar uma revista em quadrinhos com os códigos para acessar a música. Se você ouvir as faixas enquanto lê a história, elas se completam. É um disco muito querido por nós”, revela.

Apesar de o disco novo ainda não ter data prevista de lançamento, os fãs podem aguardar pela próxima temporada do Session da Tarde, que será divulgada antes do disco.

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    EUA
1
Beijo de Varanda
Bruno & Marrone
2
Buá Buá
Naiara Azevedo
3
Contramão
Gustavo Mioto
4
Ausência
Marília Mendonça
5
Olha Ela Aí
Eduardo Costa
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Supercombo flerta com a diversidade no projeto Session da Tarde

Na segunda temporada, banda convida artistas de diferentes gêneros a fazer novas versões de faixas da sua discografia

por Rebecca Silva em 07/06/2018

Em plena greve dos caminhoneiros, com falta de produtos nos supermercados e feiras e, principalmente, gasolina nos postos de combustível, São Paulo parecia uma cidade fantasma, inclusive durante o fim de semana. Mesmo com as adversidades, a Supercombo reuniu 13 mil pessoas na Avenida Paulista para uma apresentação gratuita. Para a surpresa dos integrantes, o público não apenas compareceu, mas acompanhou a banda e cantou as músicas. E isso prova que eles estão no caminho certo.

A Supercombo nasceu em Vitória, Espírito Santo, em 2007. Desde então, já lançou quatro discos, além de ter participado do programa Superstar, da Globo. Agora, com mais de dez anos de carreira, já transita com mais facilidade no cenário e consegue propor parcerias interessantes no projeto Session da Tarde. “Quisemos trazer miscigenação sonora. Na primeira temporada, tivemos artistas de gerações diferentes: Dinho Ouro Preto, Onze:20, Liniker. Quando começamos a soltar os vídeos, vimos que os públicos eram convergentes, os fãs daqueles artistas convidados também ouviam a nossa música e, então, percebemos que temos um som miscigenado”, explica Paulo Vaz, tecladista da banda e produtor artístico do projeto, em entrevista à Billboard Brasil.

Supercombo
Divulgação/Stefano Loscalzo

O Session da Tarde deu tão certo que não apenas as músicas foram lançadas nas plataformas digitais e o projeto virou turnê, como já está no fim da segunda temporada, desta vez com nomes de gêneros diferentes, como Plutão Já Foi Planeta, Scalene, Fresno, Zimbra, Zaíra, Gabriel Elias e outros. E outras duas temporadas já estão planejadas. “Dessa vez, juntamos pessoas da nossa geração das quais gostamos e vimos a leitura que elas têm do nosso som. A informação final é que somos uma banda que gosta de fazer música e ter uma troca com estilos e gerações diferentes. E que o que importa é fazer música boa. Tem artistas maiores que achávamos que não íamos conseguir nem falar, mas que aceitaram o convite porque viram que é algo concreto, que deu certo”, avalia.

No momento, a banda trabalha no próximo disco e está se preparando para entrar em estúdio e gravar as vozes. “É um trabalho meio diferente. Em vez de lançar um álbum tradicional, vamos lançar uma HQ. Criamos o roteiro, que está sendo desenhado, e vamos lançar uma revista em quadrinhos com os códigos para acessar a música. Se você ouvir as faixas enquanto lê a história, elas se completam. É um disco muito querido por nós”, revela.

Apesar de o disco novo ainda não ter data prevista de lançamento, os fãs podem aguardar pela próxima temporada do Session da Tarde, que será divulgada antes do disco.