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Taylor Swift ajuda a aumentar registro de eleitores nos EUA ao endossar candidatos

Cantora se posicionou politicamente na semana passada e pediu para os fãs exercerem o direito ao voto

A decisão da estrela da música pop Taylor Swift de se embrenhar na política eleitoral pela primeira vez no domingo passado (07/10) provocou um aumento no registro de eleitores pela internet nos Estados Unidos, particularmente entre os jovens, de acordo com o site Vote.org.

O site sem fins lucrativos, que ajuda as pessoas a se registrarem online, relatou 240 mil registros novos desde que Taylor publicou uma mensagem no Instagram endossando dois candidatos democratas do Tennessee, seu Estado, e exortando as pessoas a se registrarem para votar.

Em comparação, o site teve 57 mil registros novos em todo o mês de agosto e 190 mil no mês passado. Cerca de 102 mil dos registros feitos desde domingo foram de eleitores de 18 a 29 anos, um aumento que a página disse ter sido provavelmente motivado pela postagem da cantora.

O alcance enorme de Taylor – ela tem 112 milhões de seguidores no Instagram e 84 milhões no Twitter – destaca a maneira como as celebridades podem impulsionar sua presença na internet enviando mensagens instantaneamente para seus milhões de fãs.

Pesquisas mostram que a batalha entre o democrata Phil Bredesen e a republicana Marsha Blackburn, apoiadora ferrenha do presidente Donald Trump, por uma vaga no Senado está virtualmente empatada em um Estado no qual Trump venceu por 16 pontos percentuais em 2016.

Taylor, que se tornou uma das maiores estrelas globais da música pop, mas vinha mantendo distância da política, disse aos seus seguidores que não pode apoiar Marsha devido ao histórico da congressista no tocante às questões de interesse das mulheres e dos direitos dos gays. 

"No passado eu relutei em expressar publicamente minhas opiniões políticas, mas devido a vários acontecimentos na minha vida e no mundo nos últimos dois anos, sinto-me de maneira muito diferente sobre isso agora", escreveu Taylor, que controla cuidadosamente sua imagem pública. Além de Bredesen, ela apoia a reeleição do deputado democrata Jim Cooper no legislativo do Tennessee.

O Vote.org admitiu que não é possível medir o impacto direto da iniciativa da artista. "Mas uma coisa é clara, vimos um aumento enorme entre os eleitores de 18 a 24 anos e de 25 a 29", disse o site em um comunicado.

A hesitação anterior de Taylor para opinar em questões políticas levou alguns membros do movimento da direita alternativa dos EUA a tentar retratá-la como uma simpatizante, algo que seus representantes rejeitaram.

Muitas celebridades se identificam como liberais, e a democrata Hillary Clinton teve grande apoio de atores, músicos e outras figuras populares em 2016.

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Taylor Swift ajuda a aumentar registro de eleitores nos EUA ao endossar candidatos

Cantora se posicionou politicamente na semana passada e pediu para os fãs exercerem o direito ao voto

por Redação, com Reuters em 12/10/2018

A decisão da estrela da música pop Taylor Swift de se embrenhar na política eleitoral pela primeira vez no domingo passado (07/10) provocou um aumento no registro de eleitores pela internet nos Estados Unidos, particularmente entre os jovens, de acordo com o site Vote.org.

O site sem fins lucrativos, que ajuda as pessoas a se registrarem online, relatou 240 mil registros novos desde que Taylor publicou uma mensagem no Instagram endossando dois candidatos democratas do Tennessee, seu Estado, e exortando as pessoas a se registrarem para votar.

Em comparação, o site teve 57 mil registros novos em todo o mês de agosto e 190 mil no mês passado. Cerca de 102 mil dos registros feitos desde domingo foram de eleitores de 18 a 29 anos, um aumento que a página disse ter sido provavelmente motivado pela postagem da cantora.

O alcance enorme de Taylor – ela tem 112 milhões de seguidores no Instagram e 84 milhões no Twitter – destaca a maneira como as celebridades podem impulsionar sua presença na internet enviando mensagens instantaneamente para seus milhões de fãs.

Pesquisas mostram que a batalha entre o democrata Phil Bredesen e a republicana Marsha Blackburn, apoiadora ferrenha do presidente Donald Trump, por uma vaga no Senado está virtualmente empatada em um Estado no qual Trump venceu por 16 pontos percentuais em 2016.

Taylor, que se tornou uma das maiores estrelas globais da música pop, mas vinha mantendo distância da política, disse aos seus seguidores que não pode apoiar Marsha devido ao histórico da congressista no tocante às questões de interesse das mulheres e dos direitos dos gays. 

"No passado eu relutei em expressar publicamente minhas opiniões políticas, mas devido a vários acontecimentos na minha vida e no mundo nos últimos dois anos, sinto-me de maneira muito diferente sobre isso agora", escreveu Taylor, que controla cuidadosamente sua imagem pública. Além de Bredesen, ela apoia a reeleição do deputado democrata Jim Cooper no legislativo do Tennessee.

O Vote.org admitiu que não é possível medir o impacto direto da iniciativa da artista. "Mas uma coisa é clara, vimos um aumento enorme entre os eleitores de 18 a 24 anos e de 25 a 29", disse o site em um comunicado.

A hesitação anterior de Taylor para opinar em questões políticas levou alguns membros do movimento da direita alternativa dos EUA a tentar retratá-la como uma simpatizante, algo que seus representantes rejeitaram.

Muitas celebridades se identificam como liberais, e a democrata Hillary Clinton teve grande apoio de atores, músicos e outras figuras populares em 2016.